Árvores e a SEMA
As árvores plantadas pela Secretaria Municipal do Ambiente são motivo de polêmica. O cidadão não pode erradicar e plantar outra no lugar ou podar senão leva uma multa. Se a SEMA não permite que o cidadão faça a manutenção das árvores, deveria assumir e custear a manutenção e o reparo, das calçadas danificadas pelo crescimento das árvores. Calçadas causam problemas para os portadores de necessidades especiais. As pessoas que possuem problemas de locomoção ou visuais já têm muitos obstáculos para superar. As calçadas são mais uma dificuldade na vida deles.
TOCHITANE MITSI (comerciante) - Londrina

Vagas no centro
Quando à pergunta ''Qual é a sua sugestão para solucionar a falta de vagas no centro de Londrina?'' (FOLHA, edição de 11/1) julgo que uma importante sugestão não foi dada pelos que opinaram: alargar as ruas, diminuindo as calçadas em um metro do lado oposto ao dos postes. Isso aumentaria em 100% o número de vagas. Mesmo com os carros estacionando dos dois lados sobraria espaço para dois carros trafegarem lado a lado, e ainda seria mantido um fluxo natural com a mesma rapidez que andam hoje. Dizer que isto é inviável não é verdade, porque essa medida já foi tomada na av. Celso Garcia e não se ouve falar em problemas motivados pelo estreitamento da calçada. Um segundo benefício seria a reforma das calçadas, hoje em mau estado de conservação.
REGINALDO BARROS DE CAMARGO (produtor rural) - Londrina

Reteste do Detran
Fiz um reteste de moto semana passada no Detran e novamente não passei. Sei que não está certo, mas já ando de moto há 6 anos e me considero um bom piloto. É muita burocracia para tirar habilitação. Fazer reteste por ''erros normais'' que todos comentem no dia-a-dia não ajuda a formar melhores condutores. Deixa sim os candidatos estressados e propícios a erros. Vejo sempre moças e rapazes saindo do Detran, às vezes até chorando, por passar no teste mais uma vez. Ninguém sai motorista nato logo após ser aprovado no exame prático. As autoridades deveriam rever isso. Não bastasse o estresse, ainda temos que pagar R$ 90 a cada reteste.
JOÃO HENRIQUE DA SILVA FELIZARDO (auxiliar administrativo) - Londrina

Mais desculpas
A administração municipal não perde a oportunidade de justificar o injustificável. Para o problema da sujeira após a feira-livre da Saul Elkind, o diretor de operações da CMTU, Fábio Reali, atribui culpa aos camelôs. Para a buraqueira das ruas e das estradas e o matagal que cobre terrenos públicos a culpa é da chuva, mesmo constatando que estes problemas são perenes, inclusive em épocas de secas. Será que neste caso a culpa foi do sol que prevaleceu a maior parte do tempo ou da incapacidade da administração?
LOURIVAL BARBOSA (policial militar aposentado) - Londrina

Desigualdade
A sociedade brasileira tem assistido nos últimos meses uma desenfreada e escandalosa corrida por maiores salários. Tudo seria normal se esta corrida não partisse dos altos poderes do governo. O Judiciário, com seu poder ilimitado, impõe altos padrões de ganhos que inibem e pisoteiam qualquer cidadão. O Legislativo, na onda do Judiciário, justificando seu poder de legislar, propõe um pequeno aumento de 100%. Não fosse a reação de diversos segmentos da sociedade já estaria em vigor. Para combater a desigualdade só existe um caminho: aquele em que todo tipo de ganho fosse baseado no salário mínimo.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (professor) - Londrina

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