Belém sem Natal
Tempos difíceis na história da humanidade. ‘‘Aprendemos a voar como pássaros, nadar como peixes mas não aprendemos a viver e conviver como irmãos’’, palavras de Martin Luther King a respeito da falta de convivência entre os humanos que, agora, piorou mais ainda. Em Belém, terra onde nasceu Jesus Cristo, o Filho de Deus, não mais convivem entre si o próprio povo palestino. Divididos em dois grupos – Fatah e Hamas – brigam, não se entendem e se matam. Esse é o mundo que não tem ‘‘paz na terra’’, nem os ‘‘homens de boa vontade’’, para evitarem as guerras e permanecerem em harmonia o ano inteiro. Com tristeza neste Natal.
JOSÉ PEDRO NAISSER (humanista) - Curitiba

Apae de Altônia
Neste ano a APAE completa 20 anos de intenso trabalho mas de maravilhosos resultados. Em 1986, um grupo de pessoas comprometidas com o atendimento às pessoas portadoras de deficiência lançaram as bases e, desde então, vem se construindo uma história de sucesso. Hoje, são 114 alunos atendidos com profissionalismo e também com amor e carinho. Temos diferentes projetos que completam e acrescentam eficiência ao atendimento. Vamos iniciar também a construção de uma miniclínica para potencializar o trabalho dos profissionais de saúde revertendo em atendimento mais adequado a nossos alunos. Teremos então espaço físico para desenvolver atividades nas áreas de educação, saúde, lazer e profissionalização. A inclusão do portador de deficiência é compromisso de todos e você altoniense, está convidado a fazer uma visita à nossa escola e confraternizar conosco.
LEDA MARIA DOS REIS POIANI - (presidente da Apae) - Altônia

É preciso acordar
O brasileiro precisa acordar, levantar a cabeça e dar um basta ao desmando, na corrupção, na sacanagem que se instalou no poder. É preciso, é necessário mostrar que não somos apenas um povo trabalhador, que carrega nas costas calejadas o pesado fardo do tributo que pagamos cuja finalidade é sustentar um bando de corruptos, sanguessugas que fazem da política uma politicagem, cientes de que jamais serão punidos pelos seus atos criminosos. Usam do poder para satifazer seus próprios interesses. O povo sofre com a insegurança, com o sistema de saúde e educação ineficientes. Professores, médicos, policiais, motoristas e toda classe operária com salários indignos. É preciso acordarmos e começarmos a pensar no futuro, antes que sejamos tachados por nossos filhos e netos de cúmplices e covardes. Não podemos cruzar os braços e esperar por melhora, por justiça de um presidente conivente que nada vê nada sabe, exceto, sua própria vaidade.
MALVER GERMANO DE PAULA
(advogado) - Londrina

Multa
Fiquei matutando e algo me chamou a atenção: por que devemos levar multa se não estivermos portando a documentação do carro na hora da abordagem policial (Art. 232 do Código Nacional de Trânsito)? Acho errado. Não podemos perder o foco, que é o próprio veículo. O importante é que o carro esteja regularizado, com toda a documentação, as taxas, o seguro obrigatório e os impostos em dia, não é? O fato de o motorista portar ou não o documento não é essencial. Nestes casos, bastaria a autoridade policial reter o veículo até que o seu proprietário providenciasse os documentos para provar estar quite com suas obrigações. Enquanto ele não trouxer os documentos, o carro fica apreendido. Pode-se até manter a cobrança de uma taxa de estadia do veículo no pátio do Detran, se for o caso. Mas não multa. Multa, só se o veículo estiver realmente irregular. Vamos desburocratizar! Multar nestas circunstância só reforça a tese da ‘‘indústria da multa’’. Não levei nenhuma multa, sempre ando com os meus documentos em dia.
MARCELINO MEDEIROS JUNIOR (jornalista) - Londrina

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