Mosquito da dengue
  O nome da campanha deveria ser ‘‘100% conversa fiada e 0% de ação’’. É assim que vejo a tal intervenção da Secretaria de Saúde no combate à dengue. Sempre atendemos prontamente os agentes de saúde que vêm até nossas casas nos orientar, avisando inclusive que meu bairro é um dos que tem maior número de focos da dengue. Porém, quando nos prontificamos a ajudar a história muda. Duas residências com piscinas vizinhas à minha estão desocupadas e resolvi ligar para pedir providências. Além de ligar para quatro ou cinco números até ser atendida e passar por 10 pessoas, ouço o seguinte: ‘‘daqui um mês estaremos mandando alguém para fazer uma vistoria’’. Um mês??? Passado o mês e nada, 50 dias e nada, resolvi deixar aqui meu protesto. Senhor coordenador de Endemias a população está sim dando atenção necessária, vocês é que não estão dando atenção à população.
JACIRA CAMARGO
(pedagoga) Londrina


Vitória Café
  Considerei uma absoluta falta de respeito o descaso com as pessoas que estiveram sábado no Vitória Café. O intuito era assistir ao show de duas bandas locais e da Banda Cachorro Grande. Só que nenhuma delas se apresentou, pois segundo se comentava no local, o cachê não havia sido pago. Total falta de responsabilidade por parte dos organizadores, isto é, dos caloteiros. Também da Banda Cachorro Grande, que deveria pelo menos ‘‘mandar’’ dizer aos bobos que ficaram de pé por quase quatro horas que não compareceria e o motivo da ausência. Como conseqüência, o local foi depredado e a muito custo, devolveram os ingressos. E agora, a quem devemos reclamar para obter o dinheiro de volta? E as doações de alimentos que fizemos na compra do ingresso, os ‘‘organizadores’’ também embolsaram?
MARILZA RIBEIRO LONGHI
(bancária) Ibiporã


Basta!
  Como já ouvi em muitos filmes e já li na história dos países de primeiro Mundo, chegará a hora em que um grande homem dirá: ‘‘Escondam as crianças e as mulheres; homens, peguem suas armas e vamos para o campo de batalha, não há outro jeito’’. Só uma Revolução para mudar, mas não o povo contra o povo, e sim o povo contra o governo. Pra quê Senado? Pra quê Câmara? O governo é corrupto e o sistema é falido. Sou voluntário, sou terceiro sargento da Reserva do Exército, será que não vai aparecer nenhum oficial que tenha coragem? Ou também estão comprados pelo mensalão? Às armas homens.
SÉRGIO RICARDO
(segurança) Londrina


Prova de Sociologia
  No último vestibular da UEL, na prova específica de Sociologia, algumas questões apresentaram falhas primárias e absurdas. Ao analisar as 20 (vinte) questões, imprimir o gabarito e compará-lo aos exercícios por mim analisados, fui surpreendido por algumas diferenças entre o resultado oficial e minhas conclusões. Uma rápida conferida em alguns livros me deram as confirmações que necessitava. A questão 22, da referida prova, cujo gabarito oficial é a alternativa ‘‘C’’, não atende as características da análise do autor citado, Max Weber (1864/1920), no tema em questão e ao enunciado do exercício. Também apresentam incorreções as respostas tidas como certas para as questões 30, 33 e 38. Só posso concluir que o gabarito oficial, que consta no sítio eletrônico da UEL, está incorreto, por algum erro de digitação ou algum outro tipo de falha, pois não acredito que os professores do Departamento de Ciências Sociais da UEL cometeriam tal deslize. É necessário que a instituição reveja o gabarito, as questões citadas ou ofereça algum tipo de esclarecimento.
GONÇALO JOSÉ MACHADO JR.
(professor) Londrina


Inclusão
  Muito me emocionaram as palavras da professora Vera Golono. Senti em suas palavras o mesmo ‘‘apelo’’ que tanto me esforço em fazer. Todos podem se beneficiar das metodologias de inclusão e todos podem descobrir juntos que existem diferentes ingredientes para diferentes ‘‘bolos’’. Escolas devem se tornar um lugar de aprendizagem para todos. A luta é árdua. Sei que posso contar com seu apoio. Muito obrigado, de coração, pelas suas palavras!
CINTHIA GONZAGA AGUILLERA
(professora/psicopedagoga) Londrina.


Hidrelétrica
  E ainda existem pessoas que perguntam o quanto alguém ganha para proteger o Meio Ambiente. Mostram ignorância em saber que estamos protegendo a nós mesmos e não têm conhecimento de que a sustentabilidade humana está na natureza. O Paraná já produz mais energia do que o necessário. Vamos mesmo morrer de fome se continuarmos a construir mais hidrelétricas. Pessoas que defendem esse tipo de empreendimento, desconsideram a importância da biodiversidade da sua região. Aos que querem saber o quanto ganhamos para proteger o meio ambiente, afirmamos com certeza que é muito menos do que ganham os ‘‘donos’’ de uma hidrelétrica.
GREGÓRIO KURCHEVSKI
(estudante) Cambé.

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