Rotatória do Igapó
Como quase todos os moradores do meu bairro, sou obrigada a trafegar todos os dias no cruzamento da Avenida Duque de Caxias com a Rua Heródoto, interditada por causa da obra na Rotatória do Igapó, momentaneamente parada, não se sabe quando será concluída.Gostaria de fazer um questionamento da sinalização que está confusa. A rua está interditada mas o semáforo funciona. Os motoristas que descem ou sobem a Duque de Caxias, em sua maioria, não respeitam a sinalização. Uns param, outros não! E daí o que fazer? Se parar no sinal vermelho é evidente que estou fazendo a coisa certa, mas corro o risco de algum apressadinho bater na traseira do meu veículo e ainda escutar alguns palavrões como já aconteceu. Se não paro no sinal vermelho, posso ser multada e pondo em risco a vida dos pedestres. Parar ou não parar? Autoridades do trânsito: o que fazer?
ARLETE MARIA LOPES RIBEIRO (professora) Londrina


Corte de árvores
Em Londrina o corte de árvores está cada vez mais constante. Muitas vezes se faz necessário, mas outras é feito aleatoriamente com ou sem a vistoria do IAP. Os fiscais do IAP quase nunca vêm na hora que se avisa, pedem para ligar para um tal de 0800 e o plantão nunca pode. Dizem por telefone que se deve fazer a denúncia mesmo depois do corte. Do que adianta isto? A árvore já está no chão. Só aqui no meu bairro isso já aconteceu três vezes este ano com tentativas de denúncias frustradas feitas por mim. Devemos saber que uma das formas de se diminuir a camada de ozônio é plantando árvores. Seremos um outro planeta que de azul passará a vermelho, como Marte?
MARIA TEREZINHA DE LIMA (artista plástica) - Londrina


A grande farsa
Lendo jornais, revistas ou assistindo televisão, ficamos estarrecidos com o ''circo'' armado em torno dos depoimentos prestados por parlamentares e outros meliantes às CPIs do Congresso. É tanta hipocrisia, falta de sinceridade que fico com a impressão de tudo não passa de um jogo de cena e que o resultado já está previamente determinado. Depois, livres de todas as punições e conservando as mordomias, lá se vão para mais uma temporada de ''caça ao tesouro'' desta nação depauperada e indefesa. Está na hora de passar este país a limpo.
ESMERALDINO FRANCO (professor) - Londrina


Barragem
Não aguento mais ouvir falar em construção de barragem. Gostaria de saber quanto esses que se dizem contrários estão ganhado para ser contra a construção da Hidrelétrica de Mauá. Se o rio Tibagi fosse no município onde residem aí eles seriam a favor. De que adianta preservar os bichos e as matas se o povo está quase morrendo de fome? O que tem mais valor, a vida dos bichos ou a vida humana? Se não construírem essa barragem, Ortigueira irá desaparecer. E, depois, será que vai aparecer alguém aqui para ajudar os pobres? Somos o terceiro em exclusão no Paraná.
MARIA INEZ LAUBER (conselheira tutelar) - Ortigueira


Descaso na PR-445
Há poucos dias passei pela rodovia entre Maringá e Paiçandu e vi um verdadeiro canteiro de obras para duplicação da rodovia, vários viadutos e trevos, urbanização, etc. Aqui em Londrina, quem passa pelo trecho entre o viaduto de Cambé e a rotatória da Avenida Dez de Dezembro (PR-445) têm que enfrentar um tráfego intenso de carretas, pista simples, ruas que cruzam a rodovia, milhares de quebra-molas, pedestres e vários outros transtornos. Já falaram que iriam duplicar esse trecho, mas até agora nada. Do que adianta Londrina ter o ministro do Planejamento, deputados, senador, um prefeito que é aliado ao presidente da República e ao governador, o prefeito de Cambé que é do mesmo partido do governador e nada se consegue? Por isso que esse pessoal ''levou um pau danado'' na última eleição em nossa cidade. Senhores políticos vamos duplicar esse trecho, pois é uma vergonha.
SIDNEY GIROTTO (médico) - Londrina


Salários do MP
O aumento dos próprios salários, pretendido pelo Ministério Público ao valor mensal de R$ 24 mil, deve causar indignação da população devido ao pequeno valor do salário mínimo (R$ 350). A população ignora a triste realidade de um grande número de funcionários públicos do Executivo federal. A abusividade só ocorre entre aqueles que têm o poder de rever os próprios salários - Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Um servidor do Executivo ocupante de cargo de nível superior (médico, dentista, engenheiro, etc.), com 30 anos ou mais de serviço público e tendo obtido todas as promoções possíveis tem vencimento básico de R$ 565,45 que somado às gratificações por tempo de serviço e outras não atinge R$ 2 mil mensais.
ARÃO MOREIRA SANTOS NETO (advogado) - Londrina

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