Semáforo perigoso
  O semáforo da avenida Duque de Caxias com a rua Herodoto está funcionando de forma perigosa. A rua Herodoto está fechada em face da obra na rotatória da barragem do Igapó, porém o sinaleiro daquela rua com a Duque de Caxias está funcionando normalmente, sem cumprir a sua real finalidade já que não existe movimentação na rua. 70% dos motoristas não param naquele sinaleiro quando fechado. Dias atrás deparei com um agente da CMTU escondido atrás do poste multando os infratores (indústria da multa) quando deveria estar orientando os motoristas. A CMTU está aguardando um acidente mais grave acontecer ou então está ganhando dinheiro com isso? O ideal seria desativá-lo temporariamente até que as obras sejam realizadas.
BENEDITO BATISTA DA GRAÇA SOBRINHO (representante comercial) - Londrina

Desarmamento
  Assistindo às reportagens sobre os resultados da CPI do Tráfico de Armas, cheguei à conclusão que as autoridades teriam que usar os meios de comunicação para pedir desculpas aos cidadãos de bem que foram os únicos a serem punidos pela onda de violência no país. Desarmando o povo, os bandidos não correm o perigo de serem surpreendidos. Embora o governo tenha sido derrotado por uma grande maioria na votação do desarmamento, criou-se tanta dificuldade que quem tem uma arma (mesmo sendo registrada) está se sentindo inseguro devido às exigências e prazos confusos. Triste é saber que desarmam o povo, mas permitem que (segundo a CPI) existam 140 pontos de entrada no Brasil no tráfico de armas.
MILTON FANCELLI (agricultor) - Marialva

Viva os políticos!
  Não podia deixar de parabenizar os políticos eleitos. Mais uma vez eles conseguiram fazer o povo de palhaço. Quando a gente fazia campanha para o povo protestar,
votando nulo, vinham os
‘‘babacas’’ dizendo que o povo era o patrão e que era preciso votar. Tá aí, tudo igualzinho a eleição passada. Os eleitos vão dobrar os próprios salários mesmo antes de tomar posse. Pra eles, R$ 12 mil por mês é pouco. Pro povo que trabalha, se a calculadora deixar, mais R$ 17 por mês. Confesso que não estou triste com o meu voto, que foi nulo e de protesto.
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana

Alô CMTU!
  Dia 15/11 li neste jornal que os moradores do Jardim Santa Fé, após terem solicitado providências à CMTU e não ser atendidos, fecharam a rua e construíram um quebra-molas. Segundo a gerente de Trânsito do IPPUL, Cristiane Biazzono Dutra, só o poder público pode fazer intervenções nas vias públicas e a população pode ser responsabilizada. Por que ela se manifestou? Por ser um bairro pobre? Em julho, um morador de um condomínio fechado veio ao meu bairro, arrancou a placa de ‘‘PARE’’ da rua e inverteu a preferencial. Falei com o diretor de Trânsito da CMTU, Álvaro Grotti Jr., e ele disse que até 1º de setembro o problema seria solucionado. Até hoje nada foi feito, a pessoa não sofreu qualquer tipo de sansão e os carros e ônibus passam no cruzamento em alta velocidade, com as mãos na buzina, inclusive à noite. Se forem tomadas quaisquer medidas que punam os moradores, direi que o omisso sr. Álvaro Grotti só favorece os bairros nobres.
MARIA LÚCIA MAGALHÃES FORATTINI (psicóloga) - Londrina

Voto facultativo
  Na última eleição presidentical, 30 milhões de eleitores que votaram em branco ou nulo foram obrigados a escutar aquela musiquinha irritante da urna eletrônica: som de moeda podre caindo no bolso de políticos mensaleiros e corruptos. O nosso dinheiro sustenta esses parasitas. Até quando? Voto facultativo já!
LEÔNIDAS DE SOUZA (autônomo) - Osasco (SP)

Abrapec e GAPC
  A FOLHA DE LONDRINA publicou no dia 28/11 entrevista com Nelson Dequech, presidente do Hospital do Câncer de Londrina, em que são citadas equivocadamente a Abrapec e o GAPC. Queremos esclarecer que nenhuma das duas entidades se destina a oferecer recursos a hospitais. Sua tarefa é atender doentes de câncer carentes, antes ou depois da hospitalização, e fornecer-lhes remédios e próteses prescritos, alimentos e outras condições de subsistência. Em nenhum momento a Abrapec e o GAPC se propuseram a oferecer tratamento hospitalar ou a arrecadar recursos para hospitais. Por fim, não há qualquer esquema de desvio de doações. As investigações, com as quais tanto Abrapec quanto GAPC estão colaborando ao máximo, comprovarão que ambas as entidades agem corretamente, prestam serviços eficientes e que suas atividades redundam em sensíveis benefícios para os atendidos.
BRICKMANN & ASSOCIADOS COMUNICAÇÃO ASSESSORIA DE IMPRENSA DA ABRAPEC E DO GAPC - São Paulo

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