CARTAS
Viagem do lixo
Muito oportuna a reportagem de ontem sobre A viagem do lixo, de Fábio Cavazotti (Cidades, pág. 1). Este problema é de fácil solução: basta substituir a equipe que está dentro da Prefeitura que faz ou autoriza a construção de bueiros. Os bueiros devem ser protegidos 100% por grades de no máximo uma polegada, tanto na horizontal como na vertical. Temos alguns bueiros, idênticos àqueles da primeira foto da reportagem da FOLHA, que passam pelo buraco até uma porca grávida ou um pneu de automóvel. Caso o pessoal da Prefeitura queira aprender a fazer bueiros corretos, dê um pulo lá no condomínio Alphaville e passe a adotar aquele modelo, que funciona e é barato. Pelos bueiros, só água de chuva.
ALCIDES CONSTANTINO
(corretor de seguros) - Londrina
Viagem do lixo 2
A culpa maior pela sujeira que entope os bueiros é o descaso das autoridades municipais. Quando chove, em frente da minha casa o mato cortado pela Prefeitura (não importa que seja tercerizada) que não é retirado dos canteiros centrais entope os bueiros. Sempre que chove retiro o mato e vários outros objetos que iriam para os bueiros. Cuido da avenida em frente a minha casa, mas não posso cuidar do resto dos bueiros da cidade. Quando a imprensa mostra reportagens como esta da FOLHA, os responsáveis pela Prefeitura culpam a população que joga detritos nas ruas que entopem os bueiros. Mas e o mato que não é retirado após a capina, também teremos que arcar com despesas para retirá-lo?
JAIR RODRIGUES PEREIRA
(aposentado) - Londrina
UEL e repressão
Diferentemente do que foi publicado terça-feira nesta seção, não temos qualquer registro de processo contra estudantes da UEL por parte da administração da universidade. Quanto mais qualquer ação coercitiva a opiniões de quem quer que seja. Bom lembrar que todos os administradores da UEL (pró-reitores e coordenadores de órgãos) são professores ou funcionários de carreira e, como tal, têm compromissos com a instituição. Nos últimos meses todos os debates foram levados para os devidos conselhos da universidade, o que garante o respeitoso diálogo com a comunidade universitária. Esta é a forma transparente, organizada e administrativa de discutir problemas e encaminhar soluções internamente.
COORDENADORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE LONDRINA
Afogamento no lago
Referente à matéria Pedreiro morre afogado em lago (Primeiro Caderno, pág. 7), é lamentável a falta de responsabilidade do homem com sua própria vida. A maioria dos afogamentos acontece com adulto ciente do perigo em nadar em área proibida. Essas pessoas já foram punidas com a própria morte. Se essa punição não é o suficiente para alertar outras vítimas, só se tivesse uma lei que multasse o infrator e esse dinheiro fosse revertido para ajudar alguma instituição que luta pela vida. Pelo menos alguém sairia ganhando com isso.
ADALBERTO CESAR ALMEIDA MARTINS (autônomo) - Londrina
Farra do Lulinha
Não duvido que daqui 4 anos a empresa Gamecorp se iguale ao SBT, à BAND e à Record. O presidente Lula deve investir pesado com o nosso dinheiro e o senhor Fábio Luiz Lula da Silva, que há pouco tempo ninguém conhecia, está se tornando uma figurinha popular. Também pudera, é dono de canal de televisão. Cada país tem o presidente que merece.
NELSON MEIRA DA SILVA
(técnico em telefonia) - Londrina
Peso do pão
Lendo a matéria sobre pão francês publicada na Folha Economia (28/11), gostaria de dizer que sou panificador e sempre trabalhei com lisura e respeito aos consumidores. Muitas vezes fui inspecionado pelo IPEM e nunca foi constatado erro quanto ao peso do pão. Antes seria punido se o peso fosse inferior a 50 gramas, depois passaram o produto por peso (corretíssimo). Agora, se passar de 50 gramas serei punido. Isto é uma palhaçada! Se o produto é vendido por quilo por que limitá-lo por peso novamente? Este terrorismo sobre o pão só está beneficiando alguém, jamais o consumidor. Discordo também do que disse o promotor que o consumidor pagava por 50 gramas do pão e consumia apenas 30 ou 40 gramas. Se isto está ocorrendo é por falha da fiscalização dos órgãos competentes para banir do mercado este tipo de comerciante.
ANTONIO CARLOS HODAS
(comerciante) - Londrina
Dia do Rio
Gostaríamos de agradecer a excelente cobertura deste Jornal ao Dia do Rio realizado no último dia 24. A matéria do jornalista Guilherme Borges e do repórter fotográfico César Augusto retratou brilhantemente o evento e nos presenteou com uma ótima repercussão na região.
ANA THEREZA DA COSTA RIBEIRO
(presidente do Sindicato dos
Empregadores Rurais de Porecatu)





