Cena lamentável
  Lamentável a postura de parte dos servidores em greve. Chegou-se a agredir (além de moral) fisicamente alguns vereadores, inclusive um dos agredidos havia votado em favor do que acabavam de pleitear. Será que era apenas massa de manobra e sequer sabiam o que faziam lá? Nada justifica a agressão. Protestos são válidos e necessários para o fortalecimento da democracia, mas houve exagero. É bem verdade que dois vereadores - ditos de oposição - para ganhar aplausos inflamavam a platéia contra os demais pares. Está na hora de pensarem melhor no que dizem e na forma que utilizam da palavra.
FLÁVIO HENRIQUE CAETANO DE PAULA (advogado) - Londrina

Vereadores do bem
  Gostaria de parabenizar os vereadores do bem que defenderam o interesse coletivo da população e não se deixaram levar por interesse de alguns (pessoas que estão sendo influenciadas por futuros candidatos à próxima eleição para prefeito). E lembrar aos servidores que quando aceitaram seus cargos se comprometeram a servir a população, que paga seus impostos e sofre nas filas sem atendimento mínimo à saúde. E aos que não estão satisfeitos peçam demissão e vão trabalhar nas empresas privadas, pois aí sim poderão até ganhar mais, mas terão que trabalhar muito também!
VANESSA APARECIDA PIERONE (estudante de Direito) - Londrina

Tumulto na Câmara
  Tudo o que posso desejar é que em momento de eleição episódios como este não sejam esquecidos e que políticos que se acovardam por causa de bases aliadas e contra os interesses da população não se reelejam jamais!
LIDIA ORLANDINI (estudante) -Londrina

Assistencialismo?
  Como diziam meus pais ‘‘só quem está por cima da carne seca’’ não aprova os benefícios sociais oferecidos pelos governos. Os programas assistenciais são importantes sim. O povo mais sofrido sabe dessa importância. Os mais abastados (ou remediados) é que não enxergam. Mas reclamam se houver um monte de pedintes nas ruas e batendo palma em suas casas. Os programas assistenciais aliviam o sofrimento dos mais pobres e diminuem outros problemas para todos (mendicância, furtos, alcoolismo, etc.). Além do dever social e religioso de cada um ajudar seu próximo, também o governo tem esse dever.
DOMINGOS SÁVIO PEREIRA (administrador de empresas) - Londrina

UBS depredada
  Além de fechada, a Unidade Básica de Saúde (UBS) do San Izidro, bairro onde moro, está toda depredada. A UBS funcionava muito bem antes da greve com funcionárias muito atenciosas. Agora vai ter que ser consertada antes de voltar a atender a população. Será que a Prefeitura de Londrina vai consertar?
NINA GRAÇA DE OLIVEIRA CARDOSO (psicóloga) - Londrina

Greve vexatória
  Nesta greve absurda em que prefeito e Sindverv são extremistas e a opinião pública não tem a mínima importância, não adianta o grito dos excluídos – os únicos a sofrerem as conseqüências desta estupidez. O sindicato quer que o povo faça o que teriam de fazer: pressionar o prefeito. Enquanto não trabalham os excluídos sofrem. Não têm a dignidade de ceder demonstrando humanidade, pois do prefeito é sabido o descaso com tudo. O sindicato acha que o prefeito vai ceder? Claro que não! Os contribuintes também deveriam fazer greve de pagamento de impostos para castigar tanto o prefeito quanto o sindicato.
ARISTIDES LOPES OLIVEIRA (técnico em telecomunicações) -Londrina

Falsa propaganda
  Como pode haver tantas propagandas destacando o excelente trabalho social em Londrina, enquanto um grupo de rapazes e moças cheiram cola e exibem seus órgãos sexuais ao lado da locomotiva existente no PAI? A cidade está um caos! Façam alguma coisa concreta e parem de propaganda assistencialista. A verdade é outra e está exposta para quem quiser vê-la.
SANDRA MARGARETE DA SILVA (professora) - Londrina

Contradições
  O secretário da Fazenda, Wilson Sella, subestimou a inteligência da população e do servidor municipal de Londrina na matéria do dia 2/11 neste Jornal. Caro secretário, se sua afirmação fosse verdadeira, a resposta à sua pergunta seria muito simples: era só ter negociado 19 meses atrás quando um acordo foi assinado e não foi cumprido para que não houvesse nenhum posto de saúde fechado, a educação funcionando cem por cento, o pessoal administrativo e operacional em seus locais de trabalho. Porém, o que se observa é uma obsessão em punir o servidor e não o empenho em resolver os problemas do Município.
ROSELI GISELI LOPES ZANUTTO (professora) - Cambé

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