Rótulos

A respeito da reportagem sobre os rótulos dos produtos (Suas Compras, Folha Economia, 26/10), acho importante que todas as informações devam estar bem detalhadas e de fácil entendimento. Isso é até uma questão de saúde. Tenho um bebê de 11 meses e descobrimos que ele é alérgico a ovo, desde então temos que ler a embalagem de todos os produtos para ver se não contém ovo e, muitas vezes, temos dificuldade de encontrar, pois os ingredientes estão dispostos de forma resumida, com letra muito pequena, escondido na embalagem, além de algumas vezes nem ter esta informação.

Francieli Monteiro Anelli Rosa (secretária) - Londrina



Rótulos 2

Parabéns pelos artigos orientando sobre rótulos. Muitas coisas interessantes que a gente não observava antes. Foi de utilidade particulamente para minha mãe.

Ivanilda A.S.Cunha (universitária) - Londrina



Desrespeito

No início de outubro tive que renovar a carteira de habilitação. Paralelamente a isso, me foi imposto um curso de reciclagem sobre primeiros socorros e direção defensiva. Até aí tudo bem. O Estado tem o direito de cobrar atualização dos motoristas já que muitos estão por aí rodando há décadas. Porém, o absurdo começa quando o Detran e o Contran cobram dos motoristas atualização sem oferecer estrutura adequada para pessoas de idade ou portadores de necessidades especiais. A reciclagem impõe um processo de humilhação as essas pessoas que passam desde escadas íngrimes ao conhecido labirinto da repartição pública, sem falar no despreparo de funcionários. Antes de cobrar do condutor uma nova postura, deveriam se reciclar e se adaptar à realidade.

Roberto Teixeira (empresário) - Londrina



Rio Laranjinha

Passaram-se sete anos e finalmente está concluída a escada para a subida de peixes na barragem do rio Laranjinha. Deixo meus profundos agradecimentos ao jornal FOLHA DE LONDRINA que desde o início esteve acompanhando esta grande conquista. Agradeço também à promotora de Justiça da Comarca de Ribeirão do Pinhal, Kele Cristiani Diogo Bahena, que não poupou esforços em defesa do meio ambiente, mostrando mais uma vez que a justiça tarda mais não falha.

Gilmar Ferreira Candido (assessor administrativo) - Ibaiti



Amazônia

Nosso planeta passa por uma crise sem precedentes. A realidade está à nossa porta e nós a ignoramos. Houve o deslocamento do eixo da terra e aumentou o número de ciclones. E isto ocorreu após diversos experimentos com bombas de hidrogênio no Oceano Pacífico, surgindo o famigerado ''EI NiÀo'' O aquecimento global não é teoria, existe. No Brasil, em 2004, 24,5 milhões de metros cúbicos de árvores foram derrubadas na Amazônia. Três mil empresas lá estão cortando árvores. Cada árvore tombada danifica outras 15. A Amazônia tem hoje 83,7% do seu tamanho original e a devastação é contínua. De toda a água doce bebível do planeta, 20% correm pela Amazônia; e metade das chuvas abundantes que alimentam toda essa água vem da evaporação do suor da própria floresta. Dos R$ 539 milhões em multas aplicadas pelo Ibama em 2004, apenas R$ 63 milhões foram pagos e só R$ 3 milhões ficaram no Ibama. Além disso, o Brasil ocupa o terceiro lugar do mundo de espécies de animais em vias de extinção. Se o ritmo de devastação permanecer, a maior foresta tropical do planeta será substituída, em menos de 35 anos, por uma vegetação típica do cerrado e da caatinga nordestina.

Antônio Carlos Funfas Neto (médico) - Londrina



Indignação

Gostaria de expressar minha indignação contra a administração do cemitério do Heimtal. No último dia 21, estávamos em 30 profissionais, alunos do curso de Especialização em Fotografia da UEL, visitando pontos do município que estão ligados à história da cidade. Visitamos o centro histórico, a Warta e o Heimtal. Neste último, visitamos a capela e, logo que chegamos ao cemitério, um cidadão se aproximou e exigiu uma autorização para visitar o local. O cidadão, que parece ser o responsável, não se deu conta que o local está se degradando. Em poucos minutos, percebi que a história de Londrina está se acabando ali e que os profissionais, de vários locais do país, tiveram seu direito cerceado sem motivo. Nosso objetivo era resgatar a cultura das pessoas que fizeram parte do desenvolvimento do município. Engraçado, é que ao pé do cruzeiro havia restos de trabalhos de magia negra, o que, com certeza, o tal cidadão não enxergou, ou fez de conta que não viu, porque pelo que aparenta, é usado com frequência.

Ferdinando Ramos da Silva (jornalista) - São José do Rio Preto (SP)



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