Sul consciente

Parabéns cidadãos dos estados da região Sul por contribuírem com seus votos para segundo turno para eleição do presidente do Brasil. Mostramos que temos consciência, informação, cultura, responsabilidade e que não devemos entregar o destino de nosso país pela segunda vez a Lula (PT) que usa a boa-fé do povo, não tem experiência administrativa, formação educacional, usa da política populista enganosa, pratica o assistencialismo para ganhar votos e, pior, com o nosso dinheiro. O povo não quer esmola, e sim trabalho que dá dignidade, respeito e poder de compra.

FLORINDO DA SILVA LIMA (comerciante) - Londrina


Folha Eleições

Quero parabenizar a Folha de Londrina pelo excelente no caderno das eleições publicado no último sábado e pela coragem (que faltou ao TSE) de explicar todo o funcionamento da votação na urna eletrônica, inclusive como votar em branco e anular o voto. Isso é democracia: esclarecer ao povo e deixá-lo decidir e não só quando lhe é conveniente. Parabéns!

JOSÉ LUIZ ALVES NUNES (servidor público) - Londrina



Desespero de mãe

Em relação à matéria ''Desespero faz mãe drogar o próprio filho'' (Folha Cidades), gostaria de dizer que é muito fácil a gente querer culpar essa mãe mas não é somente sobre ela que recai parte da responsabilidade. O próprio Leandro em algum momento de sua vida decidiu usar a droga, mas será que ele decidiu por si só ou foi induzido? Qual escola estudou? Qual professor deixou de prestar atenção na carência afetiva ou outra desse garoto? Nossos professores, cujos salários na maioria das vezes não dá nem pra sustentar os próprios filhos, estão preparados para essas situações? O Estado deve ser um dos maiores responsabilizados por essa calamidade na vida dessa criança de 22 anos. O que podemos fazer agora? Cada pessoa e a comunidade precisa observar o que está acontecendo ao seu redor e dar sua parcela de contribuição.

MARCONES RIBEIRO (bancário) - Imperatriz (MA)

Greve dos servidores

Não quero tomar partido na guerra entre prefeito e servidores, mas me acho no direito de dar uma opinião não para essa greve, mas para evitar greves futuras. A questão salarial deveria ser regulamentada por lei municipal, onde a reposição salarial receberia o mesmo índice aplicado para a atualização do valor do IPTU. O ganho real também deveria ser objeto da lei, onde o crescimento real da arrecadação do IPTU seja, a cada dois anos, incorporado ao salário do servidor. Afinal, a cidade cresce, novos loteamentos são aprovados, apartamentos são construídos, aumentando o valor real da arrecadação. Não se deve ter aumento real baseado na arrecadação de outros impostos, como o ISS, pois esse imposto pode ter variação para baixo de um período para o outro, diferente do que acontece com o IPTU, nem usar o recebimento da dívida ativa, pois ela também não é constante. Com uma regulamentação desse tipo, a cidade nunca mais sofrerá com uma greve.

NILTON ROBERTO MICHELETTI (analista de sistemas) - Londrina



Voto do chão

No último dia 3 uma leitora descreveu sua indignação ao ver pessoas recolhendo das ruas propaganda política e caminhando rumo ao local da votação com as ''colas''. Pessoas que, segundo ela, abriam as portas dos seus ''carrões'', pegavam o material do chão e caminhavam rumo ao exercício que nos faz, obrigatoriamente, cidadãos. Se escolhemos nossos políticos pelas propagandas que tão fartamente cobrem o chão, metaforicamente queremos dizer que a maioria deles está no lugar que merece: na sarjeta. O que ela supõe ter visto podem ter sido indivíduos tentando colaborar com o trabalho que injustamente cabe a quem não suja, mas apenas limpa nossa sujeira cotidiana, pública e privada: os garis. Não consigo visualizar, por mais que me esforce, uma fila de ''carrões'', todos com as portas abertas, braços surgindo sem seus donos, os dedos tateando uma necessidade urgente de encontrar, na última hora, um candidato. Dar a entender que donos de bons carros só se preocupam com bens materiais é um pensamento tendencioso, beligerante e maniqueísta. Muitos candidatos perderam a eleição por menos do que isso.

ELIANE BENATTI DE FREITAS (professora) - Londrina

Preconceito

Basta sair às ruas de Londrina para nos defrontarmos com atitudes, criminosas, de apologia ao preconceito. Vários carros, muitos de luxo, fazem uso de adesivos demonstrando, claramente, seu preconceito aos deficientes físicos. Tal adereço contém uma mão de 4 dedos juntamente com o símbolo de proibição. Quem está promovendo isso? Não sei, mas as suspeitas, obviamente, caem sobre os partidos de oposição ao atual presidente. Afinal, a analogia é visível. Este tipo de ''política'' não é novidade. A apologia ao ódio, ao preconceito com deficientes, entre outras minorias, foram as ''bandeiras'' empregadas por Hitler durante o nazismo. Agora resta saber de nossas autoridades, bem como da imprensa, o que será feito a respeito. Ou será que os interesses políticos irão prevalecer? Espero que não.

ANDRE AUGUSTO ALBARA (estudante) - Londrina

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