Questão das pombas

Estamos vivendo uma época de acúmulo de informação e conhecimento. É aí que Deus surge para testar ''essas pessoas tão informadas''. É o provão celeste! Aqui em Londrina, Deus colocou uma questãozinha: o problema das pombinhas. E a solução proposta pela cidade tão cercada por faculdades foi: matar as pombinhas. Solução que qualquer ignorante do mato tomaria. De que adianta esses cursos de Biologia e Veterinária que existem na UEL há anos? Eu que não sou entendido tenho três pequenas soluções. Será que alguém já pensou em espalhar uns gambás (inimigos predadores) ali no bosque? Ou capturar essas pombinhas em massa e enviá-las para outras localidades? Ou cobrar da Prefeitura que se lave os locais afetados? Estamos no período de seca, mas água industrial não é água desperdiçada.

ROOSEVELT VARGAS HAWTHORNE (artista gráfico) - Londrina



Soldado Bornal

Sobre a carta publicada no dia 11/08, informo que o mesmo policial militar que a sr. Josemeyre citou que estaria conversando com o guarda particular de uma certa academia, prendeu na última sexta-feira o tão falado ''maníaco do lago''. Foi através do incansável trabalho do soldado Bornal, que mesmo em suas folgas permanecia nas imediações do Lago Igapó e Zerão de forma velada fazendo um trabalho de investigação, foi possível localizar e identificar daquele marginal. O brilhante feito do soldado livrou nossa cidade de mais um bandido. Ao policial Bornal, meus parabéns!

BENEDITO JOSÉ GUIMARÃES (funcionário público) - Londrina


Parabéns Bornal!

Quero parabenizar o policial militar, Joel Bornal, por prender o suspeito que perfurava vítimas nas proximidades do Lago Igapó. A região, considerada umas das mais bonitas de Londrina, também se tornou uma das mais visadas por marginais de todos os tipos. Infelizmente um ou dois soldados da PM não são mais suficientes para cobrir a área que vai da barragem ao Zerão. Mesmo com policiais efetivos e dedicados como Bornal, a cidade ainda continua abandonada, sem uma administração ativa, com um prefeito inerte e jogada à própria sorte. Ainda restam poucos com a esperança de ver Londrina mais segura.

ANA BARBARA TOLEDO LOURENÇO JORGE (bacharel em Direito) - Londrina


Gato por lebre

A situação do povo é triste. Tudo é preço, qualidade não importa mais. Quem tem uma empresa sofre com a concorrência desleal, a informalidade impera. Então, o que o empresário deve fazer? Mandar todos os funcionários embora e ficar em casa tentando vender e contratar alguém para fazer o serviço sem obrigações e encargos trabalhistas? Será que o cliente está ciente da informalidade? Empresas estão fechando e quem vai sofrer? Resposta: Estado, município, empresários, funcionários e os cidadãos.

ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina


Voto em forasteiros

Plenamente justificada a preocupação do deputado Barbosa Neto, pois é comum em época de eleição a presença de políticos que sequer conhecem a região. São verdadeiros ''pára-quedistas'' que, tão logo eleitos (com os votos dos incautos que não sabem as consequências que a eleição destes trará), esquecem-se completamente que existem municípios fora de suas bases eleitorais para atenderem. Exceto se for para desvio de verbas, daí quanto mais longe de seu curral eleitoral melhor, diminuem as chances de serem descobertos.

ANTONIO ROBERTO ELIAS (policial militar e bacharel em Direito) -
Jandaia do Sul



Ruth Bolognese

Reafirmo que é mentirosa a nota publicada na coluna ''Ruth Bolognese'', no último dia 10, citando meu nome. Dessa forma, é um absurdo querer repassar a mim o ônus de mostrar que a nota é mentirosa, como fez a coluna ''Ruth Bolognese'' do dia seguinte, 11 de agosto. Seria situação semelhante, por exemplo, se hipoteticamente acusasse a colunista de estar me chantageando e passasse a ela a obrigação de demonstrar o contrário.

NEDSON MICHELETI (prefeito de Londrina)

Pedágio

Sobre a matéria ''Movimento contra o pedágio questiona decreto de Requião'' (Política, pág. 4), publicada domingo pela Folha, esclareço que o decreto nº 2.064/2003 não alterou os marcos zeros das rodovias federais e nem essa seria sua função. O Sistema Rodoviário Estadual (Paraná) usa as descrições das rodovias federais de acordo com o contido no Plano Nacional de Viação (esfera federal) de 1996, editado pelo extinto DNER, que já mencionava a situação dos marcos zeros das BR-153 e BR-369, conforme está até hoje. Essa informação foi enviada por escrito pela assessoria de imprensa da Secretaria de Estado dos Transportes ao jornalista Fábio Cavazotti, respondendo a uma de suas perguntas para elaboração da matéria. Enfatizo ainda que a modificação do local de instalação da praça de cobrança de pedágio de Cambará para Jacarezinho foi determinada em 2002 pelo termo aditivo ao contrato de concessão assinado pelo governo anterior e que o documento é contestado na Justiça pela atual gestão. É lamentável que a reportagem tenha sido publicada ressaltando, principalmente, no subtítulo o entendimento equivocado, mesmo após a informação correta ter sido enviada por escrito.

ROGÉRIO WALLBACH TIZZOT (secretário de Estado dos Transportes) - Curitiba


Correção

- O governador e candidato à reeleição Roberto Requião (PMDB), participa do debate sobre agronegócios na Sociedade Rural do Paraná no dia 19. No dia 26 será a vez do senador e candidato à reeleição, Alvaro Dias (PSDB).

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