Voto contra

Muito se discute sobre como votar em outubro já que parece haver grande desinteresse e até mesmo revolta em ter que votar quando nenhum dos candidatos parece empolgar a maioria dos que se manifestam. Diante de tantas opiniões e posicionamentos, principalmente com aqueles que sugerem o voto nulo, com o qual não concordo, gostaria de dar a seguinte e utópica sugestão, já que acho que a obrigação de votar não é democrática. O ideal seria a liberdade de votar ou não. As prévias mostram sempre o número de votos favoráveis e o nível de rejeição de cada candidato. Por isto, e somente a título de desabafo, pergunto: por que não existe o voto contra? Se houvesse, haveria a real oportunidade de posicionamento de tão grande bandalheira existente hoje. O eleito seria aquele que contasse o melhor saldo de votos entre os votos favoráveis e os votos contra. Alguém poderia argumentar que seria muito difícil pôr isto em prática. Não concordo, porque com a urna eletrônica (computadorizada), o resultado seria imediato. O difícil, ou melhor, impossível, seria esperar que a medida fosse votada pela Câmara que aí está. Seria querer demais. Concordo, mas sonhar não custa nada.

ALCEU SERPA FERRAZ (médico) - Londrina


Vizinho solidário

Quantas vezes já percebemos algum movimento suspeito na casa de algum vizinho? Ou algumas pessoas estranhas rondando a casa, o carro ou até pulando o muro. E o que se pode fazer já que geralmente nem sabemos o nome do vizinho e muito menos o número de seu telefone? Seria muito bom se tivéssemos mais amizade com a vizinhança e que todos se conhecessem como uma grande família do bairro. Daí, poderíamos ligar para avisar de algum perigo da mesma forma que gostaríamos de ser avisados. Porém, não é assim que funciona. Então, podemos tomar uma atitude simples e eficaz: escrevamos em um cartãozinho, com título ''Vizinho solidário'', nosso nome, endereço, telefone e coloquemos na caixa postal dos vizinhos da esquerda, direita e da frente. Certamente, também receberemos seus contatos e os fixaremos num quadro ou na porta da geladeira. Acredito que se muita gente aderir, nossa rua, nosso bairro e cidade ficarão mais seguros.

OSVALDO SANTOS JR. (arquiteto) - Londrina



Código de Trânsito

Com relação à matéria ''Nova lei altera multa por velocidade'', publicada na edição de ontem da Folha de Londrina (Geral, pág. 6), acho que a lei que modifica o Código de Trânsito não deveria ser alterada. A mudança só deveria ocorrer se fosse para aumentar mais as penas.

GISLAINE APARECIDA DA SILVA MARTINS (lojista) - Londrina


Tempo de trevas

Com respeito à matéria ''Ministério Público investiga 'livro-relatório' da UEL'' (Política, pág. 3), publicada ontem na Folha, é lamentável que numa instituição, como a Universidade Estadual de Londrina (UEL) com tão poucos recursos, 11 mil reais sejam jogados no lixo para promoção pública de pessoas que colocaram a universidade ''num tempo de trevas''.

DIRCEU DE SILVA AGUIAR (funcionário público) - Londrina


Cirque du Soleil

A alegria do circo que motiva pequenas sementes e as afastam do caminho das drogas recebeu mais um ''empurrãozinho''. A oportunidade de prestigiar os magníficos artistas do Cirque du Soleil. O que poderia ser comparado a um sonho para muitas pessoas, vira realidade para aqueles que têm em mãos os ingressos de tamanha aventura! Mas para que as luzes não se apaguem e o espetáculo saia do imaginário destes pequenos artistas circenses de Londrina devemos ajudar. A fome não pode barrar um sonho tão grande e tão próximo! O espetáculo tem que continuar e quem quiser ajudar pode contribuir pelo fone 3324-0159, citado na matéria ''Espetáculo dos sonhos, mas de barriga vazia'', publicada ontem no Folha Cidades.

ETIENNE LARISSA DUIM NARDINI (estudante) - Londrina


Noite para renascer

Tive a felicidade de participar do evento ''Acessibilidade: um caminho para a inclusão social'', promovido pela Unifil no dia 18 de julho, com a coordenação da professora Lázara Caramori. Que maravilha poder testemunhar o trabalho feito com os portadores de necessidades especiais pelo ILECE, APAE de Ibiporã, APSDown e CEFIL! Que grandeza a apresentação de dança das crianças, a alegria inocente delas praticando capoeira! Como me senti pequena diante do depoimento dos portadores de necessidades especiais, mostrando tanta grandeza e lucidez! Que maravilha a participação dos universitários da Unifil, dando uma verdadeira lição de cidadania e nos enchendo de esperança de um futuro melhor, pois pessoas como eles é que devem ser os verdadeiros agentes das mudanças que tanto queremos! Obrigado, crianças e alunos por esta lição de vida. Parabéns professores do ILECE, APAE, APS DOWN e CEFIL. Vocês renovaram o meu coração e me encheram de força para encarar o mundo e ser mais solidária com meus semelhantes. Obrigado à Unifil e à professora Lázara e equipe por nos dar esta incrível oportunidade de reflexão.

MARIA NILVA MOREIRA (estudante) - Londrina


Correção

- A foto de um posto de combustível veiculada no último dia 22 de julho na capa do caderno de Economia não é de um estabelecimento que foi lacrado pela Agência Nacional do Petróleo. A imagem é de um posto de combustível que está fechado para reformas há seis meses.

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