Comentário infeliz

Gostaria, em nome de todas as famílias, amigos e conhecidos que amam pessoas especiais, criticar o comentário de Diogo de Oliveira (agência TV Press) na reportagem sobre a novela das oito, ''Páginas da Vida'' (Folha de Londrina - Folha 2, pág. 5, 25/7), sobre a atuação rápida e marcante da atriz Fernanda Vasconcellos. ''A personagem de Fernanda vai morrer no parto em que dá a luz uma menina portadora de Síndrome de Down e um menino saudável'', diz o repórter. Questiono: Saudável? O que seria saudável? Síndrome de Down é uma alteração genética, não uma doença e a criança é tão saudável quanto a outra dita ''normal''. Infelicidade ou falta de atenção do jornalista. Queremos demonstrar nossa indignação e tristeza por um comentário irreal que denigre a imagem da novela, onde o autor Manoel Carlos busca única e exclusivamente acabar com o preconceito e promover a aceitação de pessoas especiais na sociedade.

MARIANA MAIA RIBEIRO (estudante) - Umuarama


Fatura é nossa

Políticos metidos em irregularidades não constitui nenhuma novidade no Brasil. São exemplos de como não se deve agir. Não estão nem aí com os valores das multas por propagandas extemporâneas, caso sejam obrigados a recolher os valores, o que seria um caso extremo, uma vez que vão usar todos os meios possíveis para não pagar. Os recursos, em hipótese alguma, sairão dos bolsos dos supostamente multados. Usarão o dinheiro surrupiado na roubalheira em que estão envolvidos por ação ou omissão. Sabem melhor que ninguém que o povo tem a memória curta e não costuma lembrar no dia seguinte dos nomes dos candidatos em quem votou. Esta é uma forma de não se sentirem parte do grave problema da corrupção política.

LOURIVAL BARBOSA (aposentado) Londrina


Corrupção

Continua em pauta a onda de corrupção nos bastidores políticos. A sociedade critica os políticos corruptos que estão no poder. No entanto, não podemos esquecer que também possuímos nossa parcela de culpa. Os políticos não estão no poder à força. Estão lá por intermédio do voto. Nós os elegemos. Mesmo os políticos que respondem processos, estão no poder há dois ou três mandatos. Enquanto o povo continuar elegendo políticos que usam o assistencialismo social como instrumento de compra de votos, a situação política do país não vai mudar. Precisamos eleger aqueles que têm projetos reais e viáveis e visem o desenvolvimento social.

TOCHITANE MITSI (aposentado) Londrina


Planos de saúde

Algo está errado nos planos de saúde. Deveriam funcionar como um seguro, ou uma poupança, que se faz ao longo da vida para se usar na velhice. Porém, não é assim que está acontecendo. O jovem o cidadão paga e usa muito pouco crente que está acumulando direitos para serem usufruídos no futuro. Qual não é o seu espanto ao completar 60, 70 anos de idade e tomar conhecimento de que suas mensalidades mais que duplicaram de preços, tornando impossível continuar pagando. Assim, são expulsos dos planos e provavelmente irão engrossar as filas da indigência. O abominável é que alguém teve lucro em cima desses usuários, enquanto novos, e agora depois de velhos quando mais iriam precisar dos planos de saúde, são descartados e jogados fora.

ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina




Computadores

Gostaria de manifestar minha indignação quanto à Universidade Norte do Paraná (Unopar), campus de Arapongas. Uma universidade privada, com mensalidades um pouco caras, não deveria oferecer computadores tão defasados. Poderiam fazer uma troca de todos os computadores da instituição, já que estão tão ultrapassados que nós não temos condições de trabalhar com afinco e agilidade no Núcleo de Prática Jurídica, onde fazemos estágio atendendo diariamente a comunidade carente. Os computadores atrasam o serviço por causa da lentidão, travam fazendo perder todo o serviço e não aceitam quase nenhum disquete ou CDs roons para que possamos imprimir nossos serviços. Os que conseguem trabalhar melhor é porque levam seus laptops ou levam todo o serviço para fazer em casa. Porém, essas pessoas são a minoria. Será que a Unopar de Londrina enfrenta tais problemas também?

LARISSA MOURA (estudante de Direito) - Arapongas




Londrina solidária

O Grupo de Apoio Pró-Vida, que há 15 anos trabalha voluntariamente em prol do Hospital Infantil Sagrada Família e Santa Casa de Londrina, constatou mais uma vez o grande espírito de solidariedade do londrinense. No fim de junho, o Grupo promoveu a Tarde Junina Solidária com a adesão de dezenas de colaboradores e mais de 400 convites vendidos. O lucro foi de R$ 10.000,00. Atualmente, os recursos obtidos nas ações do Pró-Vida estão sendo investidos na reforma de banheiros, de quartos e na pintura do Hospital Infantil. Vale ressaltar que o sucesso do trabalho do Pró-Vida só acontece graças ao apoio e colaboração de empresários, comerciantes e pessoas físicas que acreditam na importância de unir esforços em prol do bem comum.

LEONICE CAMARANI EL KADRI (presidente do Grupo de Apoio Pró-Vida da Irmandade da Santa Casa de Londrina) - Londrina



Walmor Macarini

Como assíduo leitor dos artigos de Walmor Macarini publicados todas as quintas-feiras na Folha, quero parabenizá-lo pela beleza com a qual aborda os delicados temas expostos a cada semana. São temas que coleciono para ler e reler, podendo assim, mais e mais, abrilhantar minha cultura geral. Meus cumprimentos.

OSMAN SAUCEDO (estilista) - Londrina

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