Caminhando no escuro

Nestes dias em que os jogos da Copa se iniciam às 16 horas, muitas pessoas estão caminhando após às 18 horas já no escuro. Terça-feira última, tive o capricho de contar: existem 26 luminárias desativadas no Lago Igapó 2, das quais 17 delas em sequência, tornando um grande trecho completamente às escuras facilitando com isso a ação dos marginais. Esta situação ocorre há mais de 30 dias. Será que precisamos buscar um técnico da França para conectar esses cabos? É lamentável!

PEDRO ROBERTO CONSOLIN (aposentado) - Londrina


Aceitar a derrota

Como somos medíocres em nossa ignorância. Vaiar, xingar e ridicularizar uma seleção pentacampeã. O desabafo nacional ajuda a diminuir o nervosismo causado pelo último jogo, pois é fácil culpar alguém pelos nossos sentimentos de angústia e decepção. Somos vencedores no quesito mediocridade. Será que todos aqueles jogadores queriam perder? Será que nenhum deles não tinha a mínima vontade de erguer a taça e dizer: ''Fomos responsáveis pelo hexa''? Homem que se diz homem sempre irá querer ser o melhor. Será que ninguém quis ser? É fácil dizer que eles não fizeram nada. Eles não jogaram o que sabiam, eles não se organizaram como deviam. Mas não foi culpa de ninguém específico. Um matemático diria que foi a soma de diversos fatores, mas certamente não-intencionais. Assim como não se quer morrer e não se quer que um ente querido morra, não se quer perder. Mas para existir um ganhador, sempre haverá um perdedor. Assim é e sempre será, infelizmente.

GEANE ITICO TAKASE (estudante de Economia) - Japurá


Estrategistas

O que me chama a atenção nesta nossa sofreguidão em época de grandes disputas futebolísticas como a Copa do Mundo, é que somos extremamente competentes e sapientes em termos estratégicos de como montar o melhor time. E como é nato nosso talento para formamos mentalmente e imaginarmos grandes glórias com nossa seleção de craques. Por qual razão então devemos menosprezar aquilo que melhor sabemos fazer? Através de nosso melhor produto de exportação, atletas de futebol, nos tornamos famosos no mundo, carro-chefe para nossa grandeza, chamamos a atenção para outras especialidades, produção de boa carne, grãos e genialidade. Este ano faltou apenas um bom combate, mas estamos vencendo a guerra desde o século XX, 1958 exatamente. No mínimo, as outras seleções precisarão de dez anos para nos superar, apesar de estratégias financeiras ou não.

VALMOR SEVERO GONÇALVES (comerciante) - Cambé



Racha na seleção?

Será que a CBF está de brincadeira com todo um país em permitir um ''racha'' dentro da seleção? Será que ela sabe que um país inteiro parou e isso custa muito caro para ver um futebol arte, que é paixão nacional, por falta de opção da população? Coloquem uma quadra de tênis ou um kartódromo ou uma escola de boxe em cada esquina, de graça, para os meninos do Brasil, assim como têm campos de futebol. Futebol para mim nesse país é política e acabamos de ver isso na Alemanha.

LUCAS CALVI (executivo de vendas) - Londrina


E os aposentados?

Vejo com muita alegria a notícia de que, a partir de agosto, o PCCS dos servidores municipais de Londrina entrará em vigor proporcionando um reajuste de 10% a 15% nos salários. Ao mesmo tempo, com muita preocupação, percebo que mais uma vez nós (aposentados) estamos fora de qualquer reajuste ou abono. Como tenho acompanhado as notícias, nossas perdas salariais já ultrapassam 25%! Já somos sacrificados com 11% que jamais teremos retorno! Como ficamos nós, aposentados? Seremos eternamente esquecidos? Um dia todos serão também aposentados!

TANIA REGINA AIDAR (professora municipal aposentada) - Londrina


Concerto da OSUEL

Foi um concerto excepcional com que a Orquestra Sinfônica da UEL, regida pelo jovem e brilhante maestro Henrique Vieira, nos brindou na última sexta-feira nas dependências do Teatro Ouro Verde, repleta principalmente de jovens. Além do ''Poema Sinfônico Finlândia'', de Jean Sibelius, e do ''Concerto para Trompete de Franz Joseph Haydn'', a OSUEL estreou a ''Sinfonia Nº 5'', ''da Reforma'', de Felix Mendelssohn Bartoldy, o compositor da mundialmente conhecida ''Marcha Nupcial'', peça obrigatória em todas cerimônias nupciais. Isso demonstra, uma vez mais que a juventude só não se faz presente em concertos de música clássica por falta de mais oportunidades como essa, o que não deixa de ser uma lástima.

ARISTIDES A.J. MAKOWICH (médico e musicólogo) - Arapongas


Hora de agradecer

Com problemas na supervia, agora já sanados com competência, agradeço à Folha de Londrina pela publicação da minha queixa e à direção da Sercomtel pelo empenho personalizado dos senhores Domenico e Mariano. Que essa Companhia continue se esmerando no atendimento aos clientes, pois somos nós que fazemos com que ela permaneça viva e saudável.

LUIZ VICTOR VAL MYSZKOWSKI (perito criminal) - Londrina


Correção

- A abreviação correta do Centro de Ação Voluntária de Curitiba, citado na reportagem ''Voluntários: o amor em forma de doação'', publicada no dia 30 de junho, no Caderno Cidades, é CAV. O texto também indicou que o Hospital das Clínicas é parceiro do CAV e o correto é que o hospital é cooperado da entidade.

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