Festas e barulho

Acho engraçado tanta discussão quanto às festas em repúblicas e todo o aparato da Polícia envolvido para coibir o barulho e coisa e tal. Onde está a Polícia quando ocorrem os assaltos, assassinatos, sequestros e outros crimes na noite de Londrina? Estão fazendo batida em repúblicas para ver se o barulho está alto? Ninguém morre de ouvir uma festa uma noite, mas quantos estão morrendo devido à violência da cidade? Precisa de tanta Polícia envolvida nisto? Não era melhor manter blitz noturna nas ruas de maior violência, parar motos suspeitas, policiar os bairros, etc? Esse sim é um direito básico nosso que não está sendo cumprido: o da segurança.

MARCUS VINICIUS DANIELI (médico ortopedista) - Londrina


Plano de segurança

Engenheiro Nelson Brandão, o ser humano é avaliado pelo seu histórico de acertos e erros nas suas ações. O seu histórico é, com certeza, positivo. Pois, além da comprovada competência como engenheiro civil, o senhor está sempre à disposição para colaborar na solução de problemas em nossa cidade, visto que, recentemente, assumiu a coordenação de inúmeras entidades empenhadas em procurar soluções para a insegurança que assola Londrina. E, em relação ao problema ocorrido na entrega do plano de segurança ao governador, gostaria de dizer que na vida existem tanto horas para o confronto como para o recuo.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Funcionários fantasmas

A notícia de que uma sindicância vai apurar lista de servidores na Assembléia Legislativa demonstra claramente a falta de compromisso com o dinheiro do contribuinte e incompetência das chefias de alguns órgãos governamentais. É inadmissível que isto aconteça, ou seja, pessoas recebam sem trabalhar e os chefes responsáveis não consigam sequer identificar estes desonestos. É muita incompetência e desleixo para com o dinheiro suado dos contribuintes. Não é possível que não tenha um sistema de controle. Estes irresponsáveis deveriam perguntar à iniciativa privada, onde trabalha-se com seriedade, e certamente identificariam um sistema de controle eficiente. Não tem nada que publicar lista, tem é que dispensar por justa causa. Isto é uma confissão explícita de incompetência administrativa.

ADALBERTO BRANDALIZE (administrador) - Londrina


Pena de morte

Ou adotamos logo a pena de morte ou o Brasil vai acabar se transformando num país-presídio. Metade da população estará na cadeia e a outra metade terá que trabalhar somente para sustentar bandidos. Não estamos tão longe dessa imbecilidade governamental, já não existe cadeia para tantos criminosos e só se fala em construção de novos presídios. Vamos acabar com a hipocrisia e encarar a realidade. A solução mais lógica e, talvez a única eficiente, seria a pena de morte para crimes bárbaros como latrocínio, sequestro, estupro e principalmente para políticos que desfalcam os cofres públicos e outros líderes de organizações criminosas. Além do efeito psicológico positivo, a pena de morte tiraria definitivamente essas bestas humanas do convívio social e economizaria milhões, que seriam aplicados em saúde e educação.

ALTEMAR BARRETO (artista plástico) - Londrina


Palmito branco

Entusiasmou-me o pedido para plantar palmito branco no bosque de Londrina do pecuarista Otávio Antonio Pedriali, publicado dia 25/5. O palmito branco, segundo o livro ''Espécies Arbóreas Brasileiras'' do dr. Paulo Ernani Ramalho Carvalho, pesquisador da Embrapa Florestas, também recebe o nome popular de juçara (Euterpe edulis). A juçara gosta de viver no mato e seus frutos são muito apreciados por tucanos e papagaios. Os papagaios maritacas ou maitacas voltaram aos bandos para Rolândia onde, principalmente na Rua Europa, procuram nos jardins nesta época os frutos maduros dos palmiteiros. Quem sabe, a exemplo de Rolândia e outras cidades que dão valor ao potencial ornamental da juçara, pode o sr. Pedriali e outros entusiastas achar e colher os frutos maduros (cor de jabuticaba madura). Metade das sementes deixa no pé para os bichos e, imediatamente depois da colheita, sem necessidade de despolpar os frutos, é só sair semeando em lugar úmido e sombreado todo ano até os papagaios, tucanos e outros bichos voltarem para ajudar no serviço.

DANIEL STEIDLE (educador ambiental) - Rolândia


Ainda o dólar

Com a desvalorização do dólar pela demanda, temos uma baixa no câmbio, fato que prejudica diretamente todos os agricultores e indiretamente os trabalhadores e a economia do nosso Estado. Como esta política do dólar é furada, o endividamento externo do Brasil subiu para 3 trilhões de reais, dos quais todos somos devedores. Gostaria de sugerir pelo menos uma saída para a atual situação crítica: deixar de tomar empréstimos a juros exorbitantes; procurar estabelecer uma prática de câmbio condizente com a inflação real, inclusive para correção dos ativos. Precisamos orientar, principalmente a nossa produção para uma nova demanda, por exemplo, o biodiesel. Se o biodiesel não for alternativa, criemos outra melhor, mas façamos alguma coisa em benefício de criar demanda para os produtos brasileiros em favor da sobrevivência deste setor, que sempre foi o esteio e celeiro deste país.

ROMEU DEMATTE JR. (empresário) - Londrina


Correção

- A reportagem ''Novo serviço garante motorista em São Paulo'', publicada na página de Turismo, dia 17, informou erroneamente o valor da diária da Drivers Vip. O valor correto é R$ 195,00.

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