Filme idiota

O filme ''O Código Da Vinci'' é o filme mais idiota que já vi. Baseado na obra de um romancista a serviço de uma elite metida a intelectual não produz nada de novo. Aliás, reproduz o folclore necessário para induzir a catarse de uma meia dúzia de leitores de baixo nível, gente fácil de ser enganada, igual à elite branca que continua multiplicando os crimes do PCCs e cia. Basta de tanta gente débil ganhando os louros da glória. Basta de falsos heróis sendo aplaudidos. Abaixo a ditadura de Hollywood. Viva o filme nacional. Precisamos de Glaubers no Brasil. Cadê eles?! Será que estão nas chuteiras da seleção brasileira? Ou nas botinas do astronauta que foi para o espaço?

ANTONIO SÉRGIO NEVES DE AZEVEDO (estudante) - Curitiba


Triste contraste

É triste e revoltante ver como o Estado trata um servidor acidentado no estrito cumprimento de sua função (reportagem ''SOS Bombeiros'' de 13/5). A família do bombeiro está fazendo rifas e vendendo pertences pessoais para custear o tratamento médico já que o seguro de acidente de trabalho é de apenas R$ 8.000,00 (uma piada em se tratando de profissão de alto risco) e um adicional de aposentadoria por invalidez de R$ 99,88 (uma miséria). Enquanto isso, deputados se afastam do ''trabalho'' por doença, ou se aposentam até mesmo cassados e continuam recebendo fortunas. Um triste e lamentável contraste, uma grande injustiça, ainda mais porque o bombeiro é muito mais útil e importante para a nação do que o deputado.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina


Protesto

O protesto dos agricultores é louvável. Mas venho observando que, nos últimos anos, comerciantes, empresários, industriais e empregadores estão no maior silêncio. Elevo minha voz: não temos juros a 8,75% ao ano para financiar nossa produção, para compras de mercadoria, para fazer capital giro, etc. O que temos é um Sebrae e um Proger a partir de 14% a ano. E impostos?! Na agricultura é 2,5% sobre a safra, para a microempresa a partir de 3% sobre o faturamento, na empresa de pequeno porte a partir de de 5,9% sobre o faturamento, e isso quando é optante pelo simples. Quando não se enquadra no simples os impostos são exorbitantes. E os encargos sobre a folha de pagamento? Exploração do empregador! É, presidente Lula socorra os agricultores, mas lembre-se de nós também! Empregamos a maioria da população, pagamos muitos impostos, fazemos a economia girar e já faz algum tempo que também estamos com a corda no pescoço.

NATANAEL DE SOUSA CAETANO (contador) - Cambé


Último mensaleiro

Será que algum brasileiro seria capaz de duvidar que o deputado José Janane será absolvido por seus pares na Câmara no último julgamento do Conselho de Ética, se transformando no ingrediente final que ainda falta na grande pizza que foi transformada a CPI do Mensalão? Se ainda faltava orégano na pizza, com a absolvição do ''inocente'' deputado tudo estará consumado e nós continuaremos com o nariz de palhaço. Viva a democracia brasileira!

LOURIVAL BARBOSA (militar aposentado) - Londrina


Vez da Polícia

Pois é, agora que ''eles'' (policiais) foram atacados será que teremos investimento? Há quantas décadas estamos falando do aumento da criminalidade, do aumento de homicídios, do aumento de pais de famílias sem emprego, etc., e nossos administradores nada fazem? Fazem sim, colocam inúmeros fiscais nas ruas vigiando carros que avançam sinais, estacionam em local errado, andam em dias que as placas não permitem no caso de São Paulo. Na visão destes ''administradores'' é mais importante que a segurança da população. Neste tipo de investimento sobra dinheiro, mas para proteger a população nunca tem. Agora que as polícias de São Paulo foram atacadas, será que esses administradores fantoches irão fazer alguma coisa? Duvido muito porque o aumento da criminalidade vem de longa data e todos que entraram nunca fizeram nada.

ALEX JORDÃO DE OLIVEIRA (administrador de empresas) - São Paulo


Excesso de candidatos

As oposições se enfraquecem com tantos candidatos. Surge mais um nome para presidente da República: o senador gaúcho Pedro Simon do PMDB. Há um velho ditado que retrata a influência gaúcha: ''A coruja não desdenha o seu toco''. E o falecido e saudoso jornalista da Folha Hugo Sebem diria: ''Não pise no meu poncho, tchê!'' No Nordeste, Agripino Maia, que considero um grande nome do PFL, é substituído por outro ícone que não dá descanso ao governo: o senador do PFL de Pernambuco José Jorge que será vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Muitos nomes estão surgindo, mas será que temos eleitores para tantos candidatos?

JOÃO DIAS AYRES (médico aposentado) - Londrina


Meteorologia

Com toda parafernália tecnológica disponível na agricultura, podemos amenizar, mas nunca produzir o efeito chuva, elemento necessário para o bom desenvolvimento de nossas culturas. A irrigação seria um paliativo, que custa caro, tornando-a inviável. É necessário investimentos na área meteorológica, para que tenhamos previsões confiáveis. Se conseguirmos empatar com países como Japão e Estados Unidos já está bom. Talvez, os dez milhões de dólares gastos em ir ao espaço seriam de grande valia para que no futuro pudéssemos mandar não só um astronauta, mas dezenas com os frutos colhidos de nossa safras.

YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

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