Praga agrícola

O governo tem sido a nova praga que vem dizimando os agricultores. Os protestos em todo o país são mais que justos. Só os governantes não perceberam que estão matando a galinha dos ovos de ouro. É necessário que esses representantes do povo tomem ações como: adotar política cambial para reduzir o impacto da baixa cotação do dólar; prorrogar as dívidas de investimento; apresentar uma política agrícola clara e com regras que possibilitem segurança na hora de vender a safra; reduzir os juros cobrados pelos bancos; melhorar o controle veterinário; diminuir o preço do diesel; recuperar a malha rodoviária; acabar com pedágios abusivos; mudar política de navegação de cabotagens para permitir que produtos do Sul do país possam ser comercializados no Norte e no Nordeste a preços competitivos e modernizar os portos brasileiros.

LAURO AKIO OKUYAMA (engenheiro agrônomo) - Londrina


Apoio da Folha
Parabéns à Folha de Londrina pela cobertura completa às manifestações dos produtores. Como é bom ter ao nosso lado um jornal forte e isento, dando força a quem produz.

ALMIRO S. PERETE DE FREITAS (produtor e comerciante) - Cornélio Procópio


Apoio aos produtores

A Associação das Mulheres de Negócios e Profissionais de Londrina, ante a inexistência de uma política que traga segurança ao segmento rural, manifesta seu apoio ao movimento ''Grito da Agropecuária Nacional''. O descaso do governo é revoltante, tendo em vista que este setor é o que move a economia. A falta de uma política adequada para o setor (combinado com fatores como condições climáticas, queda do dólar, alta dos insumos, juros altos, entre outros) tem contribuído para o empobrecimento do setor. Nós nos solidarizamos na luta justa que, ano após ano, vêm sofrendo as consequências da política eleitoreira.

NORMA NASSER GARDEMANN (vice-presidente da Associação das Mulheres de Negócios e Profissionais de Londrina)


Barulho reduzido

Gostaria de agradecer à Folha a publicação da carta sobre o barulho incômodo provocado por uma boate instalada próxima da minha casa. Depois de três anos de transtornos, fiquei superfeliz e nem acreditei ao ver uma operação especial realizada na boate na última sexta-feira. A chamada ''Operação Integrada'' envolveu as polícias Federal, Florestal e Militar, Bombeiros, Conselho Tutelar, Secretaria de Transportes e Secretaria de Meio Ambiente. Nunca vi tanta Polícia e poder público juntos para investigar a presença de drogas e de menores no local. Só sei que depois da batida, estamos tendo noites silenciosas. Nosso direito de ir e vir, enfim parece que está sendo respeitado. O ideal seria cassar o alvará de licença da boate. Muito obrigado. Cidadania já!

MARILENE MIYAKO PADILHA (dona-de-casa) - Maringá

Crime e ordem social

A polícia paulista sofre com os ataques da facção criminosa PCC e amarga o descaso com que as autoridades tratam o criminoso. A polícia paulista (Rota) pregava o uso da força e a truculência no combate ao crime, sentenciava à morte criminosos e não-criminosos (suspeitos). O ''modus operandi'' fez fama: criou o terror e aumentou a necessidade de o crime se organizar economicamente. O resultado está aí. O crime se combate com ação social e acesso à cidadania e não com promessas e truculência como disse na TV o ex-governador e candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB).

LUIZ FURTADO (vendedor) - Londrina


Lembo agiu certo

Um administrador necessita tomar decisões de importância e de grande impacto junto à sociedade em segundos. Entendo que a decisão do governador de São Paulo, Claudio Lembo, foi extremamente sensata ao não aceitar ajuda de forças federais nos episódios protagonizados pelo crime organizado em todo o estado de São Paulo, com ramificações em outros estados. Pela amplitude do problema e pelo tempo em que se restabeleceu a ordem, fica clara a competência da Polícia de São Paulo, deduzindo-se ainda que, qualquer ajuda externa só refletiria em impacto emocional junto à comunidade. A estrutura de segurança de São Paulo deu mostras inegáveis de que a população pode depositar confiança na mesma, cabendo agora às autoridades manter o padrão demonstrado nesse episódio, e melhorar a estrutura pífia do policiamento.

JOÃO CATARIN (economiário) - Londrina


Mínimo regional

São evidentes as consequências que o salário mínimo regional vai acarretar. Além do aumento no preço da cesta básica e de serviços, também será inevitável o aumento do desemprego e da informalidade. Porém, mais revoltante ainda é ter certeza que é uma lei eleitoreira com o intuito de conseguir popularidade, por se tratar de ano eleitoral. É necessário analisar seriamente essa questão e concluir se esta lei é a nosso favor ou apenas se constituirá em mais um fator agravante dessa crise pela qual estamos passando.

THAÍS SCHADECH (estudante) - Maripá


Parabéns delegado

Quero parabenizar o delegado José A. Lucchesi, de Marilândia do Sul, pelo artigo ''O povo x bandidos'' - ontem no ''Espaço Aberto''. Parabéns pela coragem de externar sua revolta contra as leis em favor dos ''coitados'' bandidos e por demonstrar sua opinião sobre os bandidos e de como eles deveriam ser tratados. Saiba que milhões de brasileiros pensam exatamente como o senhor.

LEANDRO FRATIA (designer gráfico) - Londrina

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