CARTAS
Leitura
Gostei muito do texto ''Vida, Morte e Ressurreição'' da jornalista Célia Musilli. Recortei e dei para outras pessoas: ficaram comovidas. Às vezes, fico pensando que se as escolas se preocupassem em trabalhar com a leitura de jornais e revistas, a educação dos alunos seria melhor. As pessoas precisam se interessar mais pela informação. Tenho certeza que os políticos corruptos não seriam eleitos. Infelizmente, acho que o Lula vai se reeleger. E um dos motivos, é a ignorância da população que não consegue entender o que está acontecendo e acredita nas mentiras dele e dos outros corruptos. Tenho até ficado calada para preservar a minha saúde, a indignação me deixa doente.
MARIA LAURA DE FREITAS MARCOLINI (professora) - Nova Fátima
Deputado pra quê?
A nota ''Os alienados'', de Ruth Bolognese (10/5), nos mostra o total desrespeito com os agricultores e todos os paranaenses. O texto dizia que o deputado Chico da Princesa convocou 30 deputados do Paraná para debater as dificuldades da agricultura no Estado e apenas 4 compareceram. Isso retrata como estamos sendo ''bem representados'' no Congresso e que sequer há interesse em discutir problemas. Para que elegemos deputados que não estão nem aí? Não podemos ficar à mercê de deputados que estão mais preocupados em mamar nas tetas do governo.
RODRIGO SIQUEIRA SILVA (estudante de Agronomia) - Bandeirantes
Lei de Gerson
Os interessados na compra de algum bem quer saber se o preço vai cair com o dólar baixo. O que muda se o dólar baixa ou sobe se tudo é proporcional? Resolvi escrever esta carta para perguntar para nossos políticos (depois que se elegem precisamos falar com uns 10 assessores para chegar até eles): de que adianta subir o salário se no outro dia, ou antes, tudo já subiu proporcionalmente. Do que adianta o dólar cair se o seu veículo usado também vai perder preço. Poder de compra é a nossa própria organização. Digo isso com experiência própria.
LUCAS CALVI (executivo de vendas) - Londrina
Agricultura/Folha
Meus cumprimentos à Folha de Londrina pela força que tem dado à agricultura do nosso Estado. Primeiro foram as denúncias contra a farsa da aftosa. Agora é a nossa Folha ao lado da produção, no caso das manifestações.
ANTÔNIO G. F. DE LUCAS FRANÇA (produtor) - Paranavaí
País de mentira
Certa vez Peron, presidente da Argentina, disse que ''o Brasil era uma república de bêbados''. É atribuído a Charles De Gaulle a frase de que ''o Brasil não é sério''. E alguém disse que o Brasil era um gigante de pés de barro. Neste episódio com a Bolívia, nós assistimos a tudo como se nada estivesse acontecendo, como se fosse mais uma ''intriguinha'' de botequim. Um governo imoral, corrupto, sem autoridade se curva como um cachorrinho diante da situação. A Petrobras diz uma coisa, o Lula fala outra. É uma aberração um presidente que se mostrava como líder de uma América carente, um Congresso envolvido em disputa de poder, livrando a cara de corruptos assumidos. E o Brasil como fica? É este o exemplo de ética que estão dando para a juventude?
AIRTON DA FONSECA (comerciante) - Arapongas
Pedágio
É triste ver a luta inglória deste conceituado jornal com relação ao pedágio. Sabemos que é a luta de ''Davi contra Golias'' e povo ao invés de se aliar a Davi, assiste de braços cruzados e ''deitados em berço esplêndido'' o massacre imposto por Golias. Quando se fala em reduzir ou acabar com o pedágio já vem à tona que existe um contrato que dá respaldo jurídico às concessionárias, então me vem à mente uma frase que li em um livro de Direito: ''O teu dever é lutar pelo Direito, mas o dia em que encontrares o Direito em conflito com a justiça lute pela justiça''. Chega-se à conclusão que é um direito das empresas, mas até que ponto ele faz justiça com a população, se o contrato foi assinado pelo representante do povo? Por que o povo não tem direito de ter acesso a este contrato? Está na hora de ir à luta, pois se hoje já é preciso trabalhar 167 dias para pagar tributos e juros logo serão preciso 180, 200 e por aí vai.
FRANCISCO XAVIER KNABBEN (representante comercial) - Paiçandu
Assistente Social
Me formei na UEL na época em que o ensino era pago e o curso só era oferecido no período diurno, o que muitas vezes impedia o sonho de quem tinha como meta tornar-se assistente social. No dia-a-dia da profissão tenho o retorno da satisfação e dos sentimentos positivos que reforçam que valeu a pena. No Dia do Assistente Social, me sinto feliz e agradecida por ter tido professores que souberam me conduzir para uma prática profissional apaixonante.
NILSA MARIA GODOY LEME (assistente Social) - Londrina
- As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]





