Integridade física

Como explicar o térreo de um prédio estar interditado e o terceiro andar deste mesmo prédio ser sala de aula para aproximadamente 120 alunos? É a realidade da nossa UEL! Explicando: os alunos do 3º ano de Direito noturno estão nesta situação! A resposta da reitora Lygia Pupatto será um ''sinto muito'', como foi dado às famílias diretamente atingidas pela tragédia recentemente registrada? Apreciaria uma resposta, pois a que está sendo dada aos alunos que constantemente a procuram, não satisfaz aos alunos e nem aos familiares. Aceite a solicitação de uma mãe, com explicações que não subestimem a inteligência da comunidade, por favor!

MARTHA MEYER DA SILVA (pedagoga) - Londrina


Concha Acústica

Quero manifestar minha discordância da leitora Maria Thereza Magalhães Forattini, que em carta publicada ontem na Folha de Londrina, declara ser a obra do Memorial do Pioneiro na Concha Acústica um ato de arrogância da administração municipal. De fato, às vezes, o prefeito comete seus erros, mas neste caso a obra em questão será uma conquista da cidade, que possui poucas praças para convívio da população. Quero ver a Concha com música, quero ver a Concha como espaço de passeio das famílias londrinenses, quero ver a Concha abrigando seus antigos jardins, quero ver a Concha patrimônio histórico revitalizado homenageando nossos pioneiros, mas não quero ver a Concha estacionamento privado de moradores que, em ato de mesquinharia, querem impedir a cidade de viver em uma de suas mais belas praças.

VALTENCIR COELHO DA SILVA (estudante) - Londrina


Memorial e barulho

Lembro-me com saudosismo das ruas de paralelepípedo que faziam um barulho distante e, ao mesmo tempo, antigo, quando passavam os carros. Acredito, sinceramente, na importância da preservação de pedaços da memória da cidade antiga - já que acabaram com quase tudo. Todavia, sou morador do Edifício Bosque (na frente da construção) e escrevo para denunciar o barulho da madrugada de segunda-feira. Às três da matina, fui acordado com barulho de marteladas que eram dadas para fixar os tapumes que não são de tábua, mas de metal. Quase todos os moradores do Centro Comercial foram acordados e lembrados da importância da preservação e da falta da educação da Prefeitura Municipal de Londrina. A polícia foi avisada e não fez nada.

EMILIO GIACHINI NETO (professor) - Londrina


Memorial do Pioneiro

Boa notícia recebi na segunda-feira ao saber da revitalização da Concha Acústica. Ainda bem que o projeto saiu do papel, pois a Concha é um espaço nobre de nossa cidade que estava deteriorado. Só não entendo a reação negativa de alguns moradores contra a obra. Será que temos londrinenses que são contra a cidade e a favor do seu interesse particular de estacionar seus carros?

CARLOS DICESAR PRADO (vendedor) - Londrina


Praça 1º de maio

A obra do Memorial do Pioneiro faz parte de um amplo projeto de revitalização da praça 1º de Maio e inclui a recuperação e preservação do espaço da Concha Acústica, um dos marcos históricos da cidade. A obra vai preservar os paralelepípedos da rua Maestro Egídio do Amaral e recuperar a permeabilidade da área da Concha, com instalação de piso e calçadas em paver, com faixa especial tátil para pessoas com deficiência. Também terá recuperada a iluminação original, o replantio de grama e a instalação do mobiliário urbano, como bancos e floreiras. O memorial foi amplamente discutido e vai homenagear os índios kaingangs, os desbravadores e cerca de 3 mil pioneiros que ajudaram a construir a cidade. O custo da obra é de R$ 450 mil, sendo R$ 200 mil oriundos do Ministério da Cultura (emenda do deputado Alex Canziani) e R$ 250 mil da prefeitura. A obra contempla o anseio da maioria da população e não é, portanto, arbitrária. Todas as cidades avançadas do mundo buscam garantir os espaços urbanos para as pessoas e os centros históricos são protegidos da circulação de veículos.

NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA




Linhas telefônicas

Comprei uma linha telefônica, propriedade legítima e constitucional, mas a Sercomtel vendeu 45% de suas ações patrimoniais para a Copel. Pois bem, ambas chamaram os proprietários das linhas para negociar e indenizar com dinheiro ou ações referentes ao valor da época? Não. Nem deram satisfação. Passaram-se os anos e a Sercomtel se livrou das ações judiciais ganhando todas (a minha e de outras pessoas). A justiça especial alegou incapacidade de dar o veredicto dando à mesma extinção definitiva. Não seria mais correto enviar a ação para outra jurisdição? Será que alguém ganhou alguma ação deste tipo contra a Sercomtel?

OCTACÍLIO PONTES CAMPOS (aposentado) - Londrina


Correção

- Diferentemente do que foi publicado na matéria ''Câmbio é o vilão da agricultura'', publicada na Folha Rural do último sábado, Osvaldo Aparecido Balestri é produtor em Primeiro de Maio. A área de 15 alqueires em Centenário do Sul é arrendada pelo agricultor, que colheu apenas 25 sacas de soja por alqueire nesta safra.

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