Bomba-relógio
Crianças jogadas através de janelas, encontradas no lixo, arremessadas contra carros, lançadas em rios, brasileiros inocentes presos por anos, gasolina e o álcool com preços exorbitantes paralisando o país, PECs elaboradas pelo STF legalizando o calote dos estados e municípios limitando o pagamento de precatórios, TIC-TAC, bancos falindo os brasileiros com ajuda do STJ que afirma não ser abusiva a cobrança de juros estratosféricos. TIC-TAC. Os brasileiros trabalham cada vez mais para sobreviver com dignidade e quando conseguem algum rendimento extra vem o STJ novamente e confirma o imposto de renda sobre horas extras. TIC-TAC. O país esta à mercê dos Tribunais, que não julgam pelo povo, julgam seu próprio egocentrismo megalomaníaco que esconde os interesses inimagináveis de seus componentes. TIC-TAC. Eles não estão entre os milhões de brasileiros que precisam operar o milagre de sobreviver com um salário de fome. Reina neste país a auto-tutela, que fingimos não ver. TIC-TAC. Fiquemos, então, com o rabo entr2e as pernas empobrecendo vagarosamente. Uma hora a bomba explode e vai sobrar para quem?
RODRIGO CAMPANA DE CASTRO (professor) - Londrina

Plebiscito neles!
Achei excelente a idéia estampada na manchete de hoje (5 de março) na Folha de Londrina ‘‘Jurista propõe revogação popular de mandatos’’. Parabéns ao autor da idéia, Fábio Konder Comparato; parabéns à repórter da Folha, Maria Duarte, que soube explorar bem o tema. Penso que é um sonho, mas sendo assim, então vamos correr em busca desse sonho. Imagina, você tem um presidente corrupto aí o voto do povo pode derrubá-lo. Ou um prefeito, ou um vereador.
ANTÔNIA C.S.CIPOLLA (universitária) - Londrina

Utopias do ‘recall’
A proposta do jurista Fábio Konder Comparato (revogação popular de mandatos) nos remete a um contexto, digamos, de uma democracia saneadora, ou assim como um exame de segunda época. Ou, ainda, a chance de corrigir nossos próprios erros na eleição. Eis que se o político (prefeito, governador, presidente da República) não vai bem, convoca-se um plebiscito e o cara deixa o mantato na medade. O povo tira o mandato que o povo outorgou. É uma utopia, certo? Mas isto passa pela evolução da democracia. Por enquanto não estamos decidindo nem a eleição. Nós, votantes, eleitores nada decidimos; quem decide são os partidos (após negociações) e os marketeiros, através de muita mentira, em horário de graça. Afinal, os candidatos apresentados são do seu agrado? A prática da eleição hoje é o voto por eliminatória, ou seja vota-se no menos ruim. Em geral não queremos aqueles nomes que os partidos nos oferecem porque eles já são fruto da negociata. Mas, a idéia do ‘‘recall’’ vale, claro que vale.
Altarmir W.Celestino dos Reis (universitário) - Londrina

Corrupção
O Brasil jamais será uma grande nação respeitada no mundo enquanto não for erradicada a corrupção que assola o país de norte a sul de leste a oeste. Todos somos responsáveis por isso, enquanto assistirmos de braços cruzados uma pessoa quebrando o galho de uma árvore na rua, jogando lixo no chão, se apropriando do que não é seu, etc. Seremos tão responsáveis quanto quem praticou o ato (omissão). É dever do cidadão zelar pelo bem comun e quando alguém não tem essa consciência deve ser chamado atenção. Se elegemos alguém que não exerce com sabedoria e honestidade o seu cargo, devemos excluí-lo da política com nosso voto. Devemos acabar com o ‘‘jeitinho brasileiro’’. Pense sempre antes de entrar em algum lugar: será que Deus entraria comigo? Antes de fazer alguma coisa consulte sua consciência, sempre Deus nos fala através dela. Enfim, não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem. Acho que esse é o prrincípio da paz e da prosperidade. Vamos andar de cabeça
erguida!
OSVALDO MARCONATO BOSI (microempresário) - Ibiporã

Diversidade
Este evento da ONU em Curitiba sobre a diversidade é mais um engodo de pseudodiplomatas que representam esta malfadada organização internacional que de fato não tem voz ativa e tampouco ação. O mundo sabe quem manda e desmanda no planeta: o governo soberbo e criminoso dos Estados Unidos! Curitiba será sim o palco de um circo onde os palhaços sem graça serão os políticos curitibanos que recepcionarão estes mercenários. Por que Curitiba foi escolhida para tal evento, se todos os rios estão mortos e são esgotos a céu abertos?
CÉLIO BORBA (artista plástico) - Curitiba

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