Sercomtel Celular

Tem algumas coisas que não entendo, a Sercomtel Celular só da prejuízo segundo seus administradores e a empresa está patrocinando tudo. Você liga a TV e a Sercomtel está patrocinando algo; anda na rua e tem vários pontos que empresa patrocinando? Aí vem um sindicalista dizer que a Sercomtel Celular é viável mesmo dando prejuízo? Vamos lá, minha gente, olha quanto a cidade já perdeu por não ter vendido anos atrás a Sercomtel. Hoje era para termos o melhor serviço móvel e fixo do Brasil. A Sercomtel tem que ser vendida sim! Precisamos nos aliar aos grandes e não deixar virar sucata por interesse de meia dúzia que aí está como cabide de emprego ou interesse político e não está nem aí com o serviço prestado. Fui cliente Sercomtel Celular durante anos. Sou cliente Sercomtel fixo há mais tempo ainda. Em outubro de 2005, pedi o cancelamento de minhas linhas afirmando que estava indo para uma outra operadora em função dos preços e até mesmo dos serviços prestados e, em momento algum, fui questionado do porquê e se queria ficar com os serviços da empresa. Se a preocupação é o que vão fazer com o dinheiro, vamos nos preocupar com serviços prestados no futuro.

LUCAS CALVI (executivo de vendas) - Londrina

Advogado imoral

Foi meu pai quem me ensinou os passos do amor a Deus e ao próximo. Foi meu pai quem me mostrou que, através do pecado, Deus revelou seu grande amor pela humanidade sem nunca perder o senso de Justiça. Foi meu pai quem me ensinou a orar, também pelos nossos inimigos. Com meu pai, aprendi a perdoá-los. É nesse amor - e no clima gerado por ele - que vivemos, meu pai, minha mãe, minha irmã, eu e Dhara, nossa cachorrinha. Foi meu pai quem me ensinou o respeito às leis, às autoridades constituídas, a tudo e a todos. Já vi meu pai bravo com seus clientes. Também vi meu pai orando por eles, pelas vítimas, pelos parentes de ambos. Meu pai ora por todos. Com todos os problemas que afligem os mortais, somos uma família feliz. Meu pai é advogado criminalista.

DAISY FERTONANI DE ARAUJO (fonoaudióloga) - Londrina


Febre aftosa

Quando um cidadão faz o curso de Medicina Veterinária em universidades do Paraná, ele deve aprender o que causa a febre aftosa. O aluno que cursa Veterinária em outros estados deve aprender a mesma coisa. O mesmo princípio se aplica a estudantes de Veterinária de outros países. Então, por que todo esse desencontro? E por que todo esse tempo para chegar a um diagnóstico final? Será que o problema não é a doença em si, e sim interesses políticos?

TOCHITANE MITSI (aposentado) - Londrina


Indústria da multa

Foi indeferida minha defesa à multa aplicada por passagem em posto rodoviário com videovigia, no dia 26 de dezembro (quando os postos estavam vazios e a pista sem cones, para estimular os incautos a alimentar a indústria de multas). Parece que a tática da comissão julgadora é indeferir sempre, confiando que as pessoas desistirão de recorrer à Justiça, o que requer advogado, tempo e paciência, e pagarão a multa. Além de protestar novamente contra essa indústria de multas, aproveito para sugerir a nossos deputados que peçam ao Detran prestação de contas da dinheirama arrecadada, pois cada multa ultrapassa 500 reais.

DOMINGOS PELLEGRINI (escritor) - Londrina



Taxistas

Diversas vezes cruzamos as ruas e avenidas de Londrina e nos deparamos com o absurdo da imprudência de motoristas ao volante, mas chamo a atenção em especial dos motoristas de táxi. Estes ''profissionais'' do trânsito deveriam dar o exemplo de como é ser habilitado para trafegar nas vias da cidade. Porém, o mau exemplo que todos os dias estamos assistindo é gritante. Posso ir mais além e pedir a atenção dos transeuntes para observar os taxistas da rodoviária e do aeroporto, que trafegam velozmente para retornar aos horários de pico daqueles locais. Furar sinal vermelho, alta velocidade, ultrapassagem pela direita, etc. Apenas por estar um número maior de horas no trânsito, não fazem desses ''profissionais'' pessoas donas das ruas. Infelizmente, as autoridades de trânsito não parecem estar muito preocupadas com tal ilicitide, pois somente quando estamos diante de tragédias causadas por irresponsáveis ao volante é que se comenta o assunto, mas logo cai no esquecimento esperar até quando para tomar providências.

ÁLVARO LUIZ PRESTA (aeroportuário) - Londrina


Sinalização

No dia 12/10/05, a Folha publicou carta de um leitor que sugeria a colocação de uma placa indicativa informando a entrada para o centro de Londrina de quem vem de São Paulo pela BR-369. Confirmamos aquela necessidade em mensagem publicada logo em seguida. Alguns dias depois a concessionária responsável pelo trecho esclareceu que o problema dependia de estudos. É preciso tanto tempo para executar esse serviço ou vão esperar as eleições para inaugurar a placa com festa, foguetes e algum candidato?

MÁRIO MENEZES (técnico operacional) - Londrina


TAM e descaso

Ao chegar ontem ao aeroporto de Londrina, às 0,30, no vôo JJ 3533 da TAM, constatei, após 15 minutos de espera, na esteira, que minha mala fora bastante danificada. Procurei no balcão da companhia alguém a quem pudesse dar queixa. Não havia ninguém no posto, o que é inconcebível. De manhã, liguei no balcão da TAM falei com um ''pseudo responsável'' de nome Paulo, que me disse não poder fazer nada: eu teria de ter reclamado no desembarque. Durma-se com um barulho desses! Meu prejuízo, pelo jeito, vou ter de assumir e sumir da TAM. Se num curto trajeto conseguem ''detonar'' uma mala, imaginem num vôo mais longo. Não voem TAM, é meu alerta.

ANTONIO DE QUINTAL VASCONCELLOS (médico) - Londrina

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