PM no Zerão

O comandante da Polícia Militar em Londrina, através de uma ação simples, está conseguindo incomodar os marginais e os meninos que cheiravam cola que circulavam pelo Zerão ao colocar um policial com motocicleta. Parabéns pela operação Zerão e o trabalho de todos os setores envolvidos, principalmente pelo soldado Bornal, que conseguiram dar tranquilidade às pessoas que andam naquele espaço público. A presença constante da PM no local afastou os marginais e os menores que por ali andavam, fazendo com que todos notassem o trabalho eficiente da PM dando a segurança que todo cidadão precisa e merece.

ANTONIO CELSO COSTA (advogado) - Londrina


Voto aposentado

Diante da hilária notícia ''Deputado aposentado por invalidez'', me pus a refletir. Como somos idiotas! O ''nobre deputado'' enriquece às nossas custas, enche a conta da família e de seus laranjas de dinheiro e nós, ''cordeirinhos'', ficamos assistindo ele dando uma de coitadinho: não pode sofrer pressão, pode não resistir. Sofremos pressão diária e o dinheiro de nossos impostos é direcionado para falcatruas. Quem vai nos proteger? Ainda teremos que pagar aposentadoria para esse sujeito? O governador nos fazendo passar vergonha comendo mamona em rede nacional: não sabe distinguir mamona de amendoim! Já não chega a pesquisa ultramegadirecionada da ''Isto é'' onde apontam 83% de popularidade. Está na hora de darmos o troco! Daqui a alguns dias eles vêm pedir voto, todos bonzinhos, santos, competentes, nossos protetores, nossa voz e tantos outros argumentos que utilizam com maestria, ''aquele'' que abraça como se te conhecesse há décadas, te chama pelo nome, diz que conheceu seu tataravô (nem você conheceu). Não se esqueça que são os mesmos que estão aí na TV todos os dias envolvidos em escândalos e falcatruas e que nossa memória, como num passe de mágica, esquece e vota de novo neles. Pelo amor de Deus: vamos aposentar nosso voto por invalidez!

SAMUEL PINTO DE OLIVEIRA (tributarista) - Londrina


Chega de esmola

Sou contra passe livre, bolsa escola, vale-gás, vale-alimentação e etc. Agindo dessa forma, o incentivo é para que a população não tenha ambição de um futuro melhor. Assim, ela se acomoda, pois tudo é doado. Nosso povo precisa é de condição real de trabalho e salários dignos para uma vida digna e não de esmola de ninguém. Quanto mais se dá, menos se tem. O que você conquista com seu próprio esforço mais se constrói.

LUCAS CALVI (executivo de vendas) - Londrina


Jobim

Algumas décadas atrás tínhamos o maior respeito pelos congressistas, não importando sua ideologia partidária se de direita ou de esquerda, mas sim sua moral e ética. Hoje, eles enxovalham o país, alguns com atos de desonestidade explícita e outros com uma complacência que chega à conivência. Lamentavelmente, até o presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, o representante do Poder Judiciário, o quinto na linha de sucessão, tem demonstrado uma falta de critério e seriedade que beira o obsceno. Vale lembrar alguns acontecimentos envolvendo o presidente do STF: como foi o caso do José Dirceu, que estranhamente tornou-se seu patrocinador e aliado, impediu a quebra de sigilo bancário de aliados do governo, envolvidos nas falcatruas dos Correios e nos últimos dias impediu também a quebra do sigilo de Paulo Okamoto, o amigo e gestor das contas particulares do presidente. Encobrir crimes nunca foi justiça e os fatos que levaram às CPIs não foram levantados pela oposição, mas por desavenças dos aliados governamentais na divisão do butim. Que saudades quando a seriedade dos homens públicos era alvo de nossa admiração e respeito.

RENILDO VICENTE QUEIROZ (consultor técnico em biotecnologia) - Ibiporã


(Im)parcialidade?

Como podemos nos proclamar imparciais quando narramos ou dissertamos? Quando narramos ou dissertamos expressamos e informamos um ponto de vista, observemos também que as conveniências podem ser de caráter particular ou subordinado a uma organização. E quanto às instituições de ensino que doutrinam a parcialidade do educador somado ao ponto de vista da instituição. A imparcialidade está ausente até em um simples diálogo, uma mesma palavra tem múltiplos significados, e quando carregada de expressão defende um ponto de vista. Quando usamos, por exemplo, a palavra ''você'' como um cumprimento, se dermos a ela um ar de exclamação (!) demonstraríamos a nossa satisfação sobre o encontro, porém se munirmos a mesma palavra com expressão exclamativa (?) deixaria em xeque nosso desdém para com o cumprimentado. Como interpretar um fato comunicado pela imprensa se na verdade é apenas um modo de considerar um assunto, uma notícia, etc. Devemos então nos precaver psicologicamente para analisarmos de uma forma que utilizemos múltiplas parcialidades para que enxerguemos pontos congruentes, formando assim ''a verdade'' de nossa parcialidade, justo que não devemos defender o resultado de nossa reflexão, somente devemos a expor, gerando assim informação que servirá de base para a análise de outrem.

BRUNO DE SOUZA CARNEIRO (estudante) - Londrina


Correção

- Diferente do que foi publicado na edição de 4/2, na reportagem do Caderno de Economia ''Sercomtel vende parte da Ask! para bolivianos'', o grupo Publicar é colombiano.

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