CARTAS
Não ao barulho
Oportunas e bem-vindas as sugestões do Editorial de ontem da Folha de Londrina para acabar com o abuso de barulho provocado por anormais sem respeito às pessoas, à natureza e aos direitos alheios ferindo os ouvidos e as normas do bom-senso comum. Lembramos ainda os frequentadores de bares que deixam os porta-malas dos carros abertos e as caixas de som no último volume, enquanto sentados ou jogando sinuca, se embriagam e transferem suas frustrações interiores aos ouvidos da vizinhança, que recebe este lixo ensurdecedor impotente e sem ter a quem recorer. Nem mesmo a polícia nada pode fazer porque ficou intimidada em atender a estes chamados depois daquele acidente que culminou na morte do rapaz que negou-se a atender o apelo para abaixar o som em plena madrugada. A imprensa tem este papel de mostrar que democracia só funciona, se a nossa liberdade terminar onde começa a do outro e o Poder Legislativo tem a obrigação de fazer algo mais para atender a vontade da maioria do povo, além de olhar apenas para seus interesses pessoais e corruptos. Parabéns à Folha que está mostrando a sua vocação.
LAURO KLEBER (administrador de empresas) - Londrina
Multa
Dia 26 de dezembro, dia de intenso movimento rodoviário em direção às praias, passei por vários postos da Polícia Rodoviária sem qualquer sinal de policiais e sem os cones na pista. Talvez por isso, diante da omissão da polícia em cumprir seu dever constitucional (Art. 144: ''Às Polícias Militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública''), e diante do que parecia ser um autoconcedido feriado, posso ter ultrapassado o limite estabelecido na sinalização, de 40 por hora, passando a 70 no posto policial em Tibagi. Recebi notificação para pagar multa de mais de R$ 500, que estou contestando pois não havia sinalização alertando sobre o equipamento eletrônico, como manda a legislação, além da ausência dos policiais e dos cones configurar omissão e, na verdade, uma arapuca a estimular os motoristas a alimentar a indústria de multas. Alerto nossos deputados para que cobrem do governo coibição dessa prática malandra. Se querem multar, que se façam presentes e coloquem sinalização, como mandam as leis! Por que devemos passar devagar diante de postos onde não há policiais? Ou que o governo assuma que só sabe, mesmo, espoliar os cidadãos.
DOMINGOS PELLEGRINI (escritor) - Londrina
Justiça
Em 2005, vivemos em nosso município um fato preocupante que vai contra as regras sociais estabelecidas em uma sociedade. A moralidade, a ética e os valores familiares que devem ser alguns dos valores que norteiam o convívio humano como ser racional foram violados em março quando, de acordo com informações veiculadas em reportagens deste conceituado Jornal, com o abuso sexual praticado por pessoas de destaque social contra menores em um sítio. Não apenas eu, mas o povo de Porecatu merece saber como está este processo que já está próximo do seu primeiro aniversário. Acredito ainda na Justiça e não acredito que ela seja cega. Ela vê, quando quer ver.
WALDIR GALDINO ROCHA (auxiliar administrativo) - Porecatu
Ao trabalho
Qual a diferença do Lula, do Fernando Henrique, de senadores e deputados anteriores e atuais? Chega de ficar detonando esse governo. Se tem culpa em algo é também coisa que vem do passado. Povo bom mesmo é aquele que é mais que um simples governo. Vamos trabalhar minha gente, porque os que esses vagabundos estão roubando não chega a 1% do faturamento.
LUCAS CALVI (executivo de vendas) - Londrina
Aftosa
Gostaria de retificar uma declaração atribuída a mim na matéria ''Cadê a Aftosa?'' publicada pela Folha no último dia 17. A matéria cita que afirmei que a Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná realizou ''poucas e equivocadas ações'' na elucidação da suspeita de febre aftosa no Paraná. Tal colocação trata-se de lamentável mal entendido. Acredito que todo este atual processo de investigação da suspeita de aftosa no Paraná inclui vários equívocos cujo principal deles é a excessiva exploração política da questão em detrimento dos aspectos técnicos. Reitero meu mais profundo respeito pela SEAB e seus técnicos, colegas cuja militância veterinária e integridade são indiscutíveis. Mesmo reconhecendo que tenhamos divergências técnicas - o que é natural em um regime democrático - jamais poderia acusar a SEAB de atuar de forma omissa e incompetente. Ao contrário, vejo nos valorosos colegas da SEAB, o zelo e a competência necessários para ajudar a esclarecer a questão da aftosa no Paraná.
RAIMUNDO ALBERTO TOSTES (coordenador do Curso de Medicina Veterinária do Cesumar) - Maringá
TIM responde
Em esclarecimento à carta enviada pelo cliente Romão Antônio Martini Martins e publicada na edição do dia 18/01, a TIM informa que entrou em contato com o mesmo para resolver a situação que gerou o descontentamento. Entre os valores da empresa está o foco no cliente, portanto, a TIM busca sempre a satisfação de quem utiliza os serviços oferecidos pela operadora. As observações levantadas pelo cliente foram consideradas para a melhoria contínua dos serviços e do atendimento prestado pela TIM.
OUVIDORA DA TIM SUL - Curitiba





