Mulheres no poder
Seguindo o exemplo do Chile e de outros países, poderíamos eleger uma mulher para ser a presidente(a) do Brasil. Assim, quem sabe, com a organização, o detalhismo e a honestidade que são peculiares ao ''sexo frágil'' não tenhamos uma nação melhor? As candidatas? Heloísa Helena, Dilma Roussef, Denise Frossard...
PAULO KIYOSHI NISHITANI (professor universitário) - Londrina

Exemplo do Chile
O atual governo nos mostra que os políticos são todos iguais. Que chegam lá no Planalto e se transformam. Não há partido melhor que outro, pois são absolutamente iguais. Vemos que nada muda. Então vamos deixar de eleger segundo os partidos e passemos a escolher pelo sexo. Sigamos, pois, o bom exemplo do Chile, de Michelle Bachelet. Vamos acompanhar o comportamento de mulheres firmes como Heloíza Elena, por exemplo. Há muitas. Por uma questão de bom-senso e de democracia pois as mulheres são maioria. Sigamos o Chile!
JULIA FERNANDA T.C. SILVA (universitária) - Londrina

''ESTAMOS ABANDONADOS''
Moramos em um estado que tem o governador com 83% de aprovação, pelo menos é o que está escrito nos milhares de cartazes espalhados por todo Paraná, pagos naturalmente com o nosso dinheiro. Gostaria que nos fosse mostrado o critério adotado para tal avaliação. Vejamos o que ele fez por londrina até agora. Nossa cidade já é uma das mais violentas do pais, e ele nada faz. Recentemente nossa empresa foi vÍtima de mais um arrombamento, o sÉtimo em quatro anos. E ao ligarmos para a polícia às 00:30 horas - e insistirmos até 1:55 horas, pela presença dos policiais para relatarmos o ocorrido, para efeito de seguro, recebemos a informação que não havia viatura, e que deveríamos nos dirigir ao distrito policial para registrar queixa. Se a polícia tivesse nos atendido logo que a chamamos, os bandidos teriam sido pegos em flagrante. Mas se queixar a quem? jÁ que além de um governador pouco preocupado com nosso regiÃo, temos o prefeito mais incompetente e sem vontade que Londrina já elegeu, pois se ele (prefeito) não conseguiu nem controlar o mato e o capim de nossas praças, como vai pedir para o governador mais viaturas, mais policiais, mais saúde, etc. Que deus nos proteja.
MÁRCIO SPAINI (comerciante) - Londrina

Insegurança
Tomo a liberdade de responder algumas das perguntas feitas à Folha, no último sábado, dia 21, sobre segurança. Assim: sobre se há ''lideranças políticas'' nesta cidade a resposta certa seria não!. ''Se há deputados'' (estaduais, certamente) preocupados com o assunto: resposta certa também seria absolutamente, não!. Aliás, temos deputados? Sugiro à Folha que considere negativas as respostas para as demais perguntas.
AUREA M. da COSTA (professora) - Londrina

Insegurança 2
Quero cumprimentar a Folha pelas reportagens e questionamentos em torno da questão da segurança desta cidade. Alguém, como diz a Folha, tem que se mexer e a cidade parece órfã de tudo. Aqui parece o paraíso da bandidagem porque eles, os bandidos, não encontram resistência. Essa da estudante receber um tiro a queima-roupa em plena Higienópolis, sob sol quente e sob olhares de populares, é de envergonhar. Pergunto: Ninguém vai acionar o Estado ou o próprio banco?
JOZEMAR J. SOUZA PRIMO (estudante) - Londrina

Maria Fumaça
Pelo visto, atrás desta história da ''Maria Fumaça'' o que não existe mesmo é fogo. Nem fogo e nem fumaça. Aquele fogo, digamos, amigo, que desperte o bairrismo no bom sentido, a defesa da história da cidade. Só faltava essa, vamos perder a marca mais legítima dos velhos tempos do transporte rudimentar que alavancou a economia do Norte do Paraná. Gente, vamos deixar a maquininha engraxadinha aí mesmo, no local onde ela está. Vamos protegê-la.
JOÃO NIVALDO S.C.da Silva (universitário) - Londrina

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