CARTAS
Convocação
Convocamos a imprensa londrinense para nos auxiliar a combater um possível desvio de R$ 2 bilhões, de um orçamento de R$ 42 bilhões, insuficientes para a saúde nacional. Exemplo: falta de alimentos nos hospitais do Rio de Janeiro (já noticiado pela imprensa nacional), assim como falta de médicos, de UTIs (em Londrina e região), bem como o estado precário de alguns dos postos de saúde da nossa cidade, além da constante falta de médicos e de remédios. Nosso repúdio é que os R$ 2 bilhões acima citados estão sendo redirecionados ao programa Bolsa Família. Pedimos aos nossos deputados Alex Canziani, Luiz Carlos Hauly, José Janene e ao nosso ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que sensibilizem o Congresso Nacional a votar a emenda nº29 que estanca esse desvio.
CLAUDIO LUIZ DOS SANTOS (técnico de laboratório / presidente do Consaslon - Conselho Comunitário de Saúde e Assistência Social da Região Norte de Londrina)
Terra dos bordados
Está salva a pátria. O Lula realmente é um cara de sorte. Sua preocupação era tão grande, não propriamente com a magnífica faixa presidencial, mas com o que iria gastar para confeccioná-la e ainda sob licitação, que, talvez tomado pela síndrome do pânico com seu alto custo, resolveu até tirar umas férias. Terminada sua temporada de ''dolce vita'', eis que se apresentam alguns empresários da gloriosa Ibitinga, a paulista terra dos bordados, propondo uma coisa muito mais moderna e bonita, atualizada para um governante que somente pensa em economia e, pasmem, a custo zero. Pronto, mais um caso sério resolvido, sem traumas, burocracia, superfaturamento, CPI, etc., isto se algum político não imaginar que por trás desse presente possam existir segundas ou até terceiras intenções! Pode até dar motivo a convocação noturna do Congresso para discutir a Comissão Parlamentar de Inquérito da Faixa Presidencial. Parabéns ao futuro presidente, que será empossado com uma faixa nova e moderna, feita na faixa!
LUIZ CARLOS NAIME (pecuarista) Capanema
Despertar
A indiferença da maioria dos brasileiros com as graves crises que afetam moralmente os poderes constituídos, principalmente o Legislativo e o Executivo, exigem daqueles que se preocupam de fato com o futuro deste país, uma reação efetiva, que desperte o povo do processo de alienação ao qual vem se submetendo por quatro décadas. A atual conjuntura lembra, com pesar, os momentos turbulentos que, por diversas vezes, nos levaram a um regime de exceção. Grande parte destes que estão promovendo esta situação absurda são os mesmos que, na década de 60, travestidos de ''cavaleiros da esperança'' e de ''salvadores da pátria'', embasados em seus ideais obscuros, acabaram gerando mais uma realidade tenebrosa. Ao que parece, os resultados não foram suficientes para que os mesmos e seus seguidores queiram repeti-lo. Estas pessoas, independentemente de facção ou partido político, pregaram suas ideologias ''socialistas democráticas''. Prometeram dignidade com geração de emprego e renda, o fim da miséria e da fome, saúde, educação e habitação. Enfim, direitos sociais amplos e irrestritos para todos. Porém, como todos aqueles que assumiram o poder, depois da tão propalada ''Nova República'', sofreram amnésia, esquecendo principalmente dos seus compromissos de posse. Desde então, o que vemos todos os dias são ações governamentais, parlamentares e judiciárias, que nos fazem acreditar que a Constituição Federal para eles não passa de um amontoado de letras mortas.
SERVILIO DE SOUSA (empresário e presidente do Instituto Legionário São Judas Tadeu) Curitiba
Loterias
Em decorrência do editorial do dia 9 de janeiro, a Loterias CAIXA esclarece que: a percepção do papel social exercido pelas Loterias Federais no Brasil é bastante agravada pela opinião pública. As loterias federais são qualificadas no mesmo patamar de outros jogos comercializados ilegalmente no mercado brasileiro, contudo, sem possuírem o alcance social das loterias administradas pela CAIXA. Elas são de competência e de exploração exclusiva da União, sem possibilidade de concessão, podendo ser executadas apenas pela CAIXA Econômica Federal, por força de Lei. Esse serviço público traduz um modo criativo de se obter contribuições voluntárias de populações já sensíveis ao aumento de impostos sobre venda, propriedade e renda. As Loterias Federais administradas pela CAIXA repassam 48% de sua arrecadação aos beneficiários legais do governo federal. Nos últimos 5 anos, os produtos que compõem o portifólio das Loterias Federais repassaram R$ 8 bilhões aos fundos e programas sociais federais. A CAIXA é uma das poucas loterias do mundo que disponibiliza em seu site (www.caixa.gov.br) informações detalhadas dos repasses realizados a cada beneficiário legal (de 1997 a 2005). As loterias são reguladas pelo governo porque é dever do Estado salvaguardar os interesses da sociedade, diante de um fator que pode colocar em risco a ordem social, e porque necessariamente parte da sua arrecadação deve ser reverter para programas governamentais.
ASSESSORIA de Imprensa Loterias CAIXA - Brasília





