Cidade Amiga


Mais uma vez vemos a Prefeitura de Londrina autorizar o aumento da tarifa do transporte coletivo. Na verdade, ela não tem contrariado em nada aquilo que se esperava do PT. Não negocia com os servidores, a saúde experimenta uma crise e, para ajudar, permite que a passagem aumente; a saber, uma das mais caras do Brasil. Parece que o prefeito não está se recordando que ele foi eleito para garantir os direitos da população e não de uma pequena burguesia, pois a campanha tinha um discurso bem diferente. Porém, como disse FHC: ''Esqueçam tudo que escrevi e falei!'' Isto demonstra o profundo descaso desta gestão com a população e reafirma sua posição liberal. Só gostaria de lembrar que não basta ter um discurso de inclusão e de bolsas é preciso efetivar direitos, mas... nasce o dia na cidade ''amiga''!


ADRIANIS GALDINO DA SILVA JUNIOR (estudante) Londrina



Serviço completo


Há vários meses o asfalto da Avenida Tiradentes foi recapeado entre a Rua Ponta Grossa e Avenida Rio Branco, aliás um ótimo serviço da Prefeitura de Londrina. Só que poderia ser melhor ainda se, após o recapeamento, o pessoal tivesse pintado de volta as faixas de sinalização, pois os motoristas ao chegarem ao semáforo, não sabem ao certo aonde vão, principalmente quem não é de Londrina, ficando assim sujeitos a constantes acidentes.


WILSON FRATONI (contador) Londrina



Amigo de Gerente


Gostaria de ter um amigo gerente de banco para, pelo menos, obter algumas informações sobre cheques devolvidos, sustados, remessa nula e outras mais... Minha indignação é: como uma pessoa com o nome sujo, caloteira, estelionatária, pode conseguir um talão de cheques? Maior perplexidade é: como uma pessoa consegue sustar um cheque que já foi devolvido por insuficiência de fundos? Só mesmo tendo um ''amigo gerente''. Só pode ser atitude não muito louvável da gerência bancária que, com o propósito de conquistar clientes e cobrar altas taxas, não se importa quem sai prejudicado. Quem perde é o comércio em geral, o trabalhador que paga os impostos e não tem a quem recorrer. Se os bancos fossem rigorosos, sem ''gerentes padrinhos'', o comércio não teria tanta inadimplência e com certeza geraria mais empregos.


JOSÉ HÉLIO ROMEIRO (comerciante) Londrina


Olhar adiante

O ano de 2005 foi difícil para a agricultura paranaense e para nossos agricultores. Lutamos juntos, superamos muitos obstáculos, mas também sofremos duros revezes. Real sobrevalorizado, commodities agrícolas em baixa, políticas de apoio tímidas, endividamento... o inferno astral, como diriam alguns. Para piorar, foi também o ano da confusão em torno da febre aftosa. A adversidade, no entanto, só reforça a certeza de que é preciso aglutinar forças e trabalhar.

ÁGIDE MENEGUETTE (presidente da Faep) Curitiba

Correção

A Sedel Odontologia de Grupo corrigiu informações passadas à Folha, referentes à matéria ''Planos de Saúde aguardam notificação oficial da ANS'', publicada sexta-feira na página 4 do Caderno Cidades. Segundo o administrador da operadora, Édio Gomes de Carvalho, em dezembro foram enviados todos os dados solicitados pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Um problema na geração de arquivos através do programa enviado pela ANS, porém, teria causado atraso no envio das informações.

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