Sugestão

Moro defronte ao Senac em Londrina e todas as noites a rua fica repleta de carros estacionados. Estes veículos pertencem a trabalhadores e estudantes que buscam os cursos desta citada instituição visando melhorar sua qualificação profissional e sua empregabilidade. No local também comparece um outro tipo de profissional que dada a liberdade de ação vem se qualificando cada vez mais. É o arrombador de veículos que trabalha igual a um ambulante, não recolhe impostos nem aparece em estatísticas de postos de trabalho. Como não vejo a presença da Polícia Militar agindo preventivamente, gostaria de sugerir que a CMTU mandasse para o local os guardinhas que ficam perseguindo os ambulantes no centro da cidade pois a atividade tem a mesma característica informal, lesam os contribuintes recolhedores de impostos e ainda tem uma vantagem: fiscalizar em frente ao Senac é mais fácil pois fica logo atrás da CMTU.

PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (produtor rural) - Londrina

Vergonha


O ano no legislativo londrinense terminou como começou, de maneira vexatória. Os vereadores não se preocupam com a opinião de quem paga os seus salários, pois se houvesse preocupação não tentariam aumentar a verba para contratação de funcionários, não inventariam mais 3 cargos, não concederiam abono para os seus comissionados e muito menos aprovaria este PCCS vergonhoso que não atende as reividicações dos funcionários públicos. A desculpa mais usada pelos vereadores para a contratação de mais funcionários, é que com a redução do número de cadeiras na Câmara, eles não conseguem dar conta do serviço. Deixo registrada minha sugestão para solucionar tal problema: comecem a trabalhar de segunda à sexta, das 8 às 18 horas, honrem os votos que receberam, elaborem um projeto que aumente a carga horária de trabalho de vocês, legislem em favor do povo. Feliz Natal para vocês vereadores, e para aqueles que se dizem cristãos, honrem o nome de Deus e não o pronuncie em vão.
MICHEL MACHADO (analista financeiro) - Londrina


IPVA
Assembléia derruba desconto no IPVA para não multados, emenda do presidente da casa, deputado Hermas Brandão (PSDB). O trunfo do governo Roberto Requião (PMDB) para se eleger foi o pedágio, lutou de todas as formas e não deu resultado. O governo deve enviar à Assembléia um projeto para extinguir o IPVA, pois pagamos dois impostos para a mesma finalidade, ambos para a conservação de nossas rodovias o IPVA e o turbulento Pedágio.
RUBENS VERPA, agricultor, Londrina


Autódromo

É visível que o oval do Autódromo de Londrina não gastou 1/3 dos recursos destinado às obras. Qualquer um pode ir lá e ver o que estou falando. Para conseguir a realização da obra não só o Beto Monteiro, mas outros foram pedir assinaturas no Calçadão de Londrina. Foi uma luta em prol dos londrinenses e da região. Se o uso do autódromo tivesse sido liberado aos ''pilotos de rua'', eles teriam lugar seguro para os rachas. A construção do oval não foi uma empolgação. Os ovais são interessantes sim, é só vermos como os americanos vão aos milhares para assistir corridas em ovais menores que o nosso. Com 15 anos sem autorização para nenhuma corrida sequer, a pista virou uma lixa, causando desgaste excessivo dos pneus.
MARCIO FUGANTI BADARÓ (esportista e estudante) - Arapongas


Dívida da Cohab
Sobre o editorial publicado na edição de ontem (19/12), informamos que o projeto de lei aprovado pela Câmara autoriza o Município a renegociar com a Caixa Econômica Federal, permitindo a liberação de imóveis da Companhia de Habitação (Cohab) de Londrina dados em garantia da dívida. Ressaltamos ainda que esses imóveis são, em sua maioria, áreas onde foram assentadas milhares de famílias. Com a nova renegociação da dívida e a liberação dos imóveis da Cohab, a Prefeitura poderá fazer uma regularização fundiária beneficiando cerca de 12 mil famílias, que receberão a escritura definitiva de posse de seus imóveis. Além disso, outras aproximadamente 3 mil famílias que vivem em conjuntos de apartamentos e casas construídos pela Cohab poderão fazer a negociação de seus débitos diretamente com a companhia, com base na avaliação dos imóveis pelo preço de mercado. Destacamos também que a dívida da Cohab está sendo paga pela Prefeitura e o não-pagamento já vincula os débitos ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Lembramos que a dívida da Cohab é referente a compromissos assumidos nas décadas de 80 e 90. Na primeira renegociação feita com a Caixa Econômica Federal, no primeiro mandato do prefeito Nedson Micheleti, a dívida já foi reduzida de mais de R$ 330 milhões para cerca de R$ 180 milhões. Neste momento, a intenção é desonerar os imóveis da Cohab e proceder a regularização fundiária das áreas de assentamentos.

NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO da Prefeitura de Londrina

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