CARTAS
Dívida da Cohab
Com relação à carta publicada na edição do dia 25/11, esclarecemos que quando o prefeito Nedson Micheleti assumiu o primeiro mandato, em 2001, a dívida da Cohab de Londrina ultrapassava R$ 330 milhões, a companhia estava impedida de captar qualquer recurso para novos empreendimentos habitacionais, era a única do país executada judicialmente pela Caixa Econômica Federal e a cidade amargava 11 anos sem construir uma única moradia com verbas do governo federal. Numa negociação comandada pelo prefeito, o Município de Londrina conseguiu reduzir a dívida para R$ 180 milhões, a Cohab recuperou o crédito e a capacidade de investimento e cerca de 1.700 novas moradias já foram entregues, numa positiva parceria da Prefeitura com o governo federal. Essa recuperação da Cohab é que também permitiu a assinatura de mais um convênio com a Caixa, no último dia 25, para construção de mais 632 moradias, com investimento de R$ 19,5 milhões na cidade. Neste momento, a Prefeitura está pleiteando uma nova renegociação com a Caixa, ampliando o prazo de pagamento, reduzindo a taxa de juros sobre a dívida e baixando o valor das parcelas mensais a serem repassadas para a Caixa. Essa nova renegociação vai garantir inclusive a execução de um programa de regularização fundiária, com a entrega da escritura de posse do imóvel para cerca de 12 mil famílias em Londrina. Esclarecemos também que não há qualquer intenção da Prefeitura em reajustar o ITBI em Londrina. Quanto à taxa de reequipamento do Judiciário, não é de responsabilidade do Município.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA
Secretariado
Primeiramente, cumprimento a Folha pelo ''Especial Profissões'' em que abordaram as diversas profissões que estão à nossa disposição nas escolas de ensino superior de Londrina. Gostaria de apresentar algumas colocações com relação ao texto constante da pág. 3 do Caderno Cidades de 11/11. No texto é apresentada a profissão de Secretariado Executivo e a mesma é feita através de um Curso Sequencial de Secretariado e é possível depreender que este curso é de nível superior. A profissão de Secretário Executivo foi reconhecida em 1985 pela Lei 7.377/85 e, a partir daí, surgiram no país, inclusive em Londrina, vários cursos de Secretariado Executivo a nível superior. Conforme site do MEC (www.mec.gov.br), os cursos sequenciais são uma ampliação do ensino médio, como qualificação profissional, e ''... não se confundem com os cursos tradicionais de graduação...'', portanto não são cursos de graduação plena e sim de complementação de estudos de ensino médio. É importante que os interessados conheçam essa diferença para que não se acredite estar concluindo um curso superior que venha a lhe conferir direitos próprios do mesmo.
NEUSA MARIA ORTHMEYER MASSARUTTI (professora do curso de Secretariado Executivo da UEL) - Londrina
Carentes
Gostaria de parabenizar os organizadores da festa Anthrax ocorrida em Londrina no último sábado pela iniciativa de arrecadar alimentos para entidades que abrigam pessoas carentes de nossa cidade. Atitudes como estas possibilitam as novas gerações integrarem-se aos problemas sociais da comunidade onde moram mostrando-lhes uma realidade que normalmente passa despercebida.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (produtor rural) - Londrina
Procon responde
Em razão da correspondência do sr. Plácido Roberto Carmagnani, na edição do último sábado, vimos esclarecer os leitores deste conceituado jornal e os consumidores londrinenses que, ao contrário do que afirma o sr. Carmagnani, os consumidores que procuram o Procon não são aproveitadores ou oportunistas, mas sim pessoas que buscam orientações e exigem o respeito aos seus direitos. Para melhor compreensão, é necessário esclarecer os fatos: um consumidor procurou o Procon informando que adquiriu um computador junto à empresa de propriedade do sr. Carmagnani e ao receber o produto verificou que o mesmo continha peças que não correspondiam à descrição fornecida pela empresa por ocasião da compra. Solicitou a intermediação do Procon para que lhe fosse entregue o produto conforme ofertado. A atendente do Procon de Londrina, buscando harmonizar a relação de consumo, entrou em contato com a empresa, sendo atendida pelo sr. Carmagnani relatando a reclamação do consumidor. A empresa informou que a reclamação era improcedente pois havia entregue um computador com peças melhores, inclusive, que as constantes na descrição apresentada ao consumidor. O consumidor, porém, queria o cumprimento da oferta, direito seu, tendo Carmagnani aquiescido em atender o consumidor em sua empresa para solucionar o problema. O consumidor foi orientado a comparecer na sede do fornecedor e, em não sendo resolvido o problema, retornasse ao Procon para registrar a reclamação e dar seguimento ao processo administrativo. Até a presente data o consumidor não registrou sua reclamação, presumindo-se que a mesma foi prontamente atendida pelo fornecedor. Os atendentes do Procon de Londrina estão orientados para, primeiro, proceder a harmonização (acordo) nas relações de consumo e, somente, se infrutífera a conciliação, registrar a reclamação. A atuação da atendente merece elogios, porquanto, propiciou ao consumidor a resolução de seu problema sem a necessidade de abertura de processo administrativo ou a procura da via judicial.
GERSON DA SILVA (coordenador Municipal do Procon de Londrina)
Correção
- Ao contrário do que foi publicado na edição de domingo na matéria ''Um livro feito de histórias e vitórias'' (pág. 11), o convento de onde Genésio Colonhesi, 65 anos, ''raptou'' a esposa Izabel ficava na cidade de Imbituva e não em Marechal Cândido Rondon.





