Bolsa Família
Com relação à matéria ''Bolsa Família é ineficiente contra a pobreza'', publicada pela Folha de Londrina na sexta-feira (21), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome informa que o público-alvo do Bolsa Família é justamente a população mais pobre e a extrema pobreza não é uma situação que se modifica num curto período de tempo. Mas muito tem sido feito para isto, desde sua implantação. Hoje, o programa vem garantido um direito básico a milhares de cidadãos brasileiros: a alimentação. Além disso, outras ações do governo federal, na área da educação, geração de emprego e esportes, buscam melhorar a qualidade de vida das famílias atendidas. Levantamento, divulgado em outubro pelo MEC e MDS, apontou que o índice de presença na escola dos alunos beneficiados pelo Bolsa Família continua alto: 97% frequentaram pelo menos 85% das aulas. Cerca de 80% das escolas e 99% de municípios enviaram os dados ao Ministério da Educação.
ASSESSORIA DE IMPRENSA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME - Brasília (DF)

Ponte Tapira
Enfim um sonho se realizará! Esta é a frase que bem define o começo do aterro e as finalizações da ponte sobre o Rio Ivaí que liga os municípios de Tapira e Santa Mônica, no Noroeste paranaense. Sonho de muitos anos em uma importante região do Paraná que vinha sofrendo em um pequeno leito do rio com a travessia uma pequena balsa. A obra, que começou no Governo Lerner e há anos vem se arrastando, parece que o governador Requião irá enfim terminá-la. Com sua inauguração a região ganha, pois a ligação para municípios como Umuarama ficará mais acessível, bem como escoamento da grande safra de arroz que a região produz. Nossa expectativa e torcida é que, no próximo ano, este quadro se altere e não tenhamos que esperar tanto por uma ponte tão importante.
JOSÉ MARIA BONI (vereador) - Santa Cruz de Monte Castelo

Idade perigosa
Com 13 anos de idade o adolescente tem suas nescessidade, seus sonhos. Ele quer comprar suas roupas, seus calçados. No final de semana ele quer tomar um sorvete, comer um lanche, sair com os amigos. O filho do rico tem uma mesada que lhe dá esse direito, e o filho do pobre como é que fica? Sem poder trabalhar porque a lei não lhe permite; sem dinheiro, porque é pobre, como um menino vai chegar à idade de trabalho sem cair nas mãos de maus elementos, traficantes que iguais a ele estão à merce de um país desgorvenado sem direção e sem freio descendo a ladeira? Uma lei que não deixa um menino trabalhar de ajudante em uma oficina, em restaurante, em escritório. Meio salário pra uma criança ajudaria a família e a tiraria das ruas mudando seu futuro. O homem não nasce bandido e não vira bandido depois de adulto. Tanta proteção acaba destruindo sua formação e, depois, não dá para recuperar.
ALCIDES ARIZA (comerciante) - Londrina

Honestidade
Em um país da plenitude e riquezas inigualáveis como do Brasil, é inaceitável termos políticos como temos e tivemos nos últimos anos. Com algumas exceções, são lobos vestidos em pele de cordeiro para enganar o povo. O Brasil é detentor da maior reserva de água doce e flora do mundo, com sua imensa biodiversidade, e podemos produzir o que desejarmos. Temos um povo trabalhador, hospitaleiro e bondoso, só falta os governantes fazerem a sua parte dando melhores condições de trabalho. A classe menos favorecida não quer esmolas que recebe do governo, mas sim trabalho e salário dignos para sustentar a família. Bilhões que poderiam ser revertidos ao povo, que paga seus impostos com sacrifício, são desviados. Hoje era para estarmos exportando toda gasolina e óleo diesel aqui produzido, consumindo apenas nossa energia (álcool e biodiesel) que é menos poluidora da atmosfera, gerando milhares de empregos aos nossos irmãos tão sofridos. Diante dos últimos acontecimentos é hora de pararmos e repensar: quem somos, onde estamos e por que não mudar?
ODILON BRAGA CASTANHEIRA SILVA (consultor de vendas) - Londrina

Reforma eleitoral
No processo atual de reforma eleitoral existe uma proposta que proíbe ''showmícios'' e distruição de brindes (camisetas, bonés, canetas). Tais medidas são justas, pois de uma forma ou de outra este tipo de procedimento não deixa de caracterizar compra de votos. Porém, fica permitido o recebimento de doações de pessoas físicas (até 50 mil Ufirs) e jurídicas (até 150 mil Ufirs). Isso denota que o candidato ao cargo público não pode comprar voto, mas pode se vender? A troco de que as empresas e pessoas fazem esse tipo de doação? Antes de acabar com a distribuição de brindes e a realização de shows, deveríamos acabar com as doações para campanhas políticas.
TOCHITANE MITSI (aposentado) - Londrina

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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