Cara-pintadas

Quem muda o destino de um país é seu povo. Os relatores e presidentes das CPIs estão dizendo que estão sofrendo pressões das partes que estão sendo investigadas. Onde está a turma das ''Diretas já'' e os cara-pintadas? Está na hora deles saírem às ruas para que tudo não acabe em pizza. Será que eles estão envergonhados dos resultados das diretas? E os cara-pintadas da era Collor? Será que eram todos do PT de carteirinha e agora estão envergonhados e deram um chá de sumiço como José Genoino? Um país só é grande se tiver a grandeza em seu povo.
DOMINGOS SANKITH WATANABE (agricultor) - Ubiratã (PR)


Pedágio

Eu daria uma boiada para ver a cara do arrogante João Chiminazzo Neto, que sempre tripudiou sobre os usuários das rodovias. Parece que o pedágio começa a ter um fim. Graças a Deus!
DUREIDE CHINI (consultor de pesquisas) - Londrina


Bolsa de valores
O dólar está em queda pequena e contínua, sem sinais de mudança. O petróleo também em ligeira queda, com tendência a normalizar em pequeno espaço de tempo. A corrupção em alta acelerada com rendimentos imediatos e com grande vantagem sobre as demais aplicações por ser isenta de INSS, ICMS, PIS, etc. E, quanto ao ''Leão'', nem toma conhecimento. Não há necessidade de acompanhamento diário junto às BVs (São Paulo, Nova York, Nasdaq, Londres ou Tóquio). Dinheiro esse que sai direta ou indiretamente do bolso ou bolsa dos contribuintes que pagam impostos. O narcotráfico está em alta constante, já que não existe repressão para coibir esse tipo de negócio. E, como acontece com qualquer produto, o atravessador (traficante) é quem leva vantagem. E a família do viciado é quem paga o pato, e vai se esfacelando aos poucos. A moral está em queda vertiginosa. O povo não sabe mais o que é moral ou imoral diante do bombardeio diário vindo de pseudomoralistas de diversas partes e meios de comunicação, além das vistas grossas de autoridades diante das falcatruas e imoralidades que acontecem em nosso cotidiano.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (aposentado) - Londrina


Nova Orleans
Assisti e continuo assistindo pasma à situação em Nova Orleans após a passagem do Katrina, furacão que maior devastação causou na história recente dos Estados Unidos. Morei na Flórida. Cheguei lá um ano após o furacão Andrew e os resultados ainda eram bem visíveis na vegetação, nos edifícios e na memória das pessoas. Um furacão é algo indescritível para aqueles que nunca o viram. É também indescritível a situação vivida pelos americanos nesses dias pós-furacão. As imagens retratam a realidade que se juraria ser de um país de terceiro mundo, sem recursos, sem comando. Mas estamos falando da nação mais poderosa do mundo que, em seu intuito de combater e comandar o planeta, acabou arrasada pela única força que não pode combater, nem atacar, e nem se defender: a natureza. O primeiro mundo, de repente, se viu terceiro mundo. Tão desamparado quanto e mais sem recursos que, pois eles desaprenderam a viver sem a tecnologia que os cerca. Com o agravante de os cidadãos que lá ficaram são pobres e negros em uma cultura sulista de racismo acirrado que ainda não os absorveu na sociedade americana. Agora, estes indivíduos sem casa e sem amparo, sem nada a perder, se dispõem aos atos mais contrários à natureza humana, que é a solidariedade em momentos de crise.
ANA CAROLINA PAES DE MELLO (tradutora) - Cambé


Fiasco americano

Como se explica que a maior economia do mundo, com a maior frota de helicópteros militares, maior frota de veículos, maior frota de aviões, melhor infra-estrutura de evacuação em caso de ataque nuclear, não ter como evacuar milhares de pessoas que estão vivendo em condições desumanas em Nova Orleans, inclusive com falta de água e alimentos? Com tudo isso, ainda existem milhares de pessoas arriscando a vida, pagando com as economias de quase uma vida querendo imigrar para o ''paraíso''.
DARCY BRAZ GUEDES (mecânico de manutenção) - Londrina


Convívio social

Talvez a nobre e viajada proprietária do Le Cirque, Amalia Stevanovich, não saiba, mas no Brasil existem leis que devem ser cumpridas, principalmente no que diz respeito às regras que servem para melhorar a vida em sociedade. O lazer é previsto na Constituição e, mesmo assim, usufruir dele não nos dá o direito de interferir nos direitos dos cidadãos. Perturbar a ordem e o descanso alheio, infringindo normas pré-existentes, não é sinônimo de boa intenção. Não podemos justificar atos de ilegalidade sob o manto da cultura, pois estaríamos abrindo um sério precedente para justificar qualquer tipo de exploração comercial, em nome da criança. Resposta de um cidadão de Londrina, que pouco viaja, mas que conhece e quer ver preservados os seus direitos.
JOSÉ MAURICIO BASTOS DA COSTA (estudante) - Londrina


Correção
- Os proprietários da empresa Hayonik Indústria e Comércio de Produtos Eletrônicos Ltda. informam que foram beneficiados com um terreno de 12 mil m2 pela Prefeitura de Londrina. A outra área, de 10 mil m2, citada ontem na reportagem ''MP amplia investigações sobre terrenos'' (Política, pág. 3) foi doada para a empresa Hayama, que pertence a uma irmã do dono da Hayonik.

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