CARTAS
Terror no comércio
O terrorismo que acontece em Londrina é algo inadmissível para qualquer pessoa que quer ver esta cidade crescer. É exatamente isto que a Prefeitura de Londrina e Sindicato dos Empregados do Comércio Varejista fazem aos sábados no comércio do centro de Londrina: terrorismo. Enquanto cidades até mesmos menores progridem, Londrina continua estagnada nas mãos de administradores e dirigentes que não percebem que estão na contramão da evolução. Por trás da bandeira de proteger os trabalhadores, estão justamente fazendo o contrário: estão limitando a possibilidade de se gerar mais empregos. A liberdade do horário de funcionamento do comércio só trará benefícios à cidade: mais vendas, mais empregos, mais dinheiro para os trabalhadores. A preocupação com o progresso e bem-estar da cidade é de responsabilidade do Executivo e Legislativo, dirigentes sindicais e empresários que precisam deixar de ''enxergar seus umbigos'' e buscar o rumo do progresso.
DENISE BULGACOV (instrutora de cursos e comerciante) - Londrina
Vaias a quem merece
O deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) parece ter tido a impressão que poderia palestrar pelo Brasil ensinando ética (!). Vaias merecidas a este cidadão, que admiravelmente rouba a cena do palco da política nacional atuando muito bem como delator, ''ator'', ''cantor'' e ''apresentador'' em sua exímia experiência como advogado criminalista. Mas que não nos engana com o real sentido e significado da verdadeira ética pessoal.
MÁRCIA REGINA RODRIGUES (cirurgiã dentista) - Londrina
Dia do Estudante
Hoje é dia de festas em alguns colégios, dia de manifestação política para ativistas estudantis, dia de ''farra'' para a grande maioria dos estudantes. Esta data tão importante foi eleita como Dia do Estudante no ano de 1927 para comemorar os cem anos de criação dos dois primeiros cursos de Direito no Brasil. De lá para cá, várias foram as formas de comemoração da data. Nela o movimento estudantil trata de bandeiras históricas de entidades e de diretrizes como a melhora do ensino público. O fato é que o movimento estudantil perdeu sua nobreza por conta do sistema populista de informação adotado por grande parte da mídia. As entidades estudantis só ganham espaços nas edições quando realizam manifestações públicas. Mas saibam que o movimento estudantil continua vivo e, em Londrina, muito bem organizado.
ANDRÉ GUIMARÃES (estudante) - Londrina
Protesto
Louvável a atitude de um grupo de estudantes londrinenses que saiu em protesto na manhã de ontem contra a corrupção que se instaurou em nosso país. Os estudantes conseguiram atingir o objetivo: alertar e a ''acordar'' a massa da população para os acontecimentos políticos. É um movimento que nos enche de esperança, pois percebemos que os responsáveis pelo futuro do Brasil são conscientes e politizados.
MAIARA ALEXANDRE (estudante) - Cambé
Obrigado Londrina
Nós, alunos, professores e pais da família Champagnat, agradecemos a imprensa londrinense pelo apoio que ofereceu a nosso projeto, ajudando na divulgação e na cobertura da passeata ''Corrupção Não Mais''. Gostaríamos de parabenizar a população que se mostrou em prol do protesto, daqueles que uniram-se a nós. E aos que, por algum motivo, não participaram, deixamos o convite para participar. Temos o o dever de opinar, criticar, participar ativamente da política municipal, estadual e federal, para averiguar se correspondem ou não às nossas expectativas para que providencias sejam tomadas. Afinal, vivemos em uma república e o nome já diz: coisa do povo. Não devemos trazer o vermelho da terra nos rostos envergonhados. Lavemos a alma, lavemos a lama.
ETIENNE DUIM (estudante) - Londrina
Museólogo
Agradeço as consignações neste jornal pelo transcurso dos 20 anos do primeiro registro da profissão de Museólogo, em nosso Estado, efetuado pela Delegacia Regional do Trabalho em 31 de julho de 1985. Removido pelo governo do Estado do Museu Histórico Regional de Apucarana para o Museu Histórico de Londrina ''Pe. Carlos Weiss'', a partir de 1º de março de 2004. Informo que em Londrina, insiro-me entre os inúmeros colaboradores na preservação de sua memória.
NINGER OVÍDIO MARENA (museólogo) - Londrina
Correção
- O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) arrecadou em todo o Brasil, no ano de 2004, R$ 227 milhões em direitos autorais e repassou R$ 187 milhões aos titulares de músicas. Matéria publicada na edição de ontem da Folha 2 afirma que R$ 227 milhões é o valor repassado, conforme foi informado durante a entrevista. Segundo o gerente da unidade Paraná do Ecad, Arion das Neves Saes, do valor arrecadado, 75% vai para os titulares das composições, 7% para as sociedades de músicos que compõem o Ecad, e 18% para a auto-administração do órgão.
Elcio Giordano, citado na página 5, ontem, em matéria sobre denúncia contra a Sanepar, não é diretor-administrativo da Assesa Empreendimentos, mas sim da União das Associações dos Empregados da Sanepar.





