Não escapa ninguém

O Brasil deve muito ao deputado federal Roberto Jefferson (PTB), mesmo sendo ele o que é. Conforme as CPIs avançam, dá a impressão que vão sobrar poucos sem cassação ou pedido de renúncia no Congresso Nacional. Isto não é nada bom, pois o corporativismo pode bater forte e aí é ''pizza'' mesmo. Acho que a blindagem feita a Lula está sendo corroída pela ferrugem, ficando toda esburacada, descuido este provocado pela falta de decisão do presidente. Lula precisa ser presidente do Brasil, deixando o partido decidir o que fazer com seus culpados. Mas tem algo que liga Lula intimamente a José Dirceu, Delúbio, Silvio Pereira, Gushiken, Valério: são fundadores do PT. Já está um pouco tarde, mas se Lula conseguir resolver governar, escapa do impeachment. É questão de perder dedos para preservar a vida.

YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá


Cadeia neles!

Demissão é pouco para os corruptos. Cadeia neles! Senão os brasileiros vão acabar acreditando que roubar é o melhor negócio. Prisão preventiva para todos eles é o que deseja a sociedade, ninguém acredita mais na Justiça. Ela é tão lenta que até que haja julgamento desses crápulas, eles estarão em outros países desfrutando do dinheiro roubado, depositado em contas de terceiros nos inúmeros paraísos fiscais espalhados pelo mundo. A certeza de impunidade é tanta, que talvez eles continuem aqui mesmo, como tantos, gastando nosso dinheiro em nossos próprios paraísos naturais e judiciais. Os indícios, evidências e provas da corrupção são tantos que em países sérios eles já estariam atrás das grades ou com a mão direita amputada. ''Cortar na própria carne'' seria um bom começo de justiça, nem se for para começar cortando o dedo mindinho ou punindo com cadeia nosso próprio filho se ele roubar o sofrido povo brasileiro. O Brasil só tem dois caminhos: o da moralidade com corrupção zero ou do impeachment. Presidente Lula, Exército e população, a decisão é nossa, o futuro do Brasil está em nossas mãos.

REGINA CHUBACI MACHADO (engenheira agrônoma) - Londrina


Balaio de gatos

Estamos percebendo neste complicado momento político uma clara tentativa dos acusados de que tudo seja cada vez mais confuso e que pareça ao cidadão comum que a corrupção e a roubalheira contra o dinheiro público não é uma prática recente. Arquitetada por políticos menos éticos, todos agem da mesma forma e aí tentam justificar de diversas maneiras, inclusive afirmando que a prática é um mal necessário devido à falta de financiamento público das campanhas. Querem nos fazer acreditar que se houvesse financiamento público, os políticos não iriam buscar recursos no meio empresarial e até junto ao crime organizado para custear as campanhas políticas.

LOURIVAL BARBOSA (aposentado) - Londrina


Referendo

Acho que opinar pela proibição da venda de armas no Brasil no referendo deste ano não é bom senso não. Em países (como EUA e Canadá) onde o porte de arma não é proibido, várias pessoas têm armas em casa e nem por isso têm índice maior de violência. O problema nosso é falta de polícia! Ao invés de discutir o desarmamento, tínhamos de discutir como melhorar nossa polícia e pagar melhor nossos policiais. Vou votar a favor da venda de armas.

MARCUS DANIELI (ortopedista) - Londrina


Que esperança!

Fico indignado de ver o desânimo de um funcionário público. Que esperança ele pode ter quanto a sua carreira sabendo que os cargos mais altos como presidente, diretor e secretários executivos nas estatais serão ocupados pelos apadrinhados dos políticos, por candidato que perdeu eleição ou por troca-troca pela ''governabilidade''. Político não tem que indicar nada. Tem é que cuidar de criar leis para favorecer a população e não os seus apadrinhados. Será que não temos funcionários de carreira com experiência para ocupar estes cargos? É uma falta de respeito ''acomodar'' numa dessas vagas o candidato que perdeu a eleição, sem o mesmo nunca ter sido funcionário da empresa. Além do que é um absurdo o salário destas pessoas, sempre mais de quatro dígitos. Com este salário poderia-se empregar diversos pais de família.

OMAR BENEDITO GOMES DE AZEVEDO (representante comercial) - Londrina


Apoio ao HU

A agricultora Maria Nogueira Fleuringer, de Londrina, procurou ontem a Assessoria de Comunicação do Hospital Universitário para fazer um agradecimento especial ao hospital. Ela conta que praticamente perdeu a mão direita num acidente de carro em maio de 2005 e ficou 28 dias internada no HU. teve amassamento ósseo e fez transplante de tecido ósseo e continua em tratamento ambulatorial. Ontem ela esteve no HU e, ao ver a movimentação pelo aniversário do hospital, resolveu registrar seu agradecimento a todos os funcionários. ''Tive um tratamento de primeiro mundo'', disse ela, acrescentando: ''Os governantes deveriam olhar para o hospital com mais carinho e colocar a saúde em primeiro lugar. Apesar de todas as dificuldades do hospital, os médicos fazem milagres e se doam totalmente aos seus pacientes.''

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - Londrina

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