‘Mensalão’:
  Com o depoimento do Deputado Roberto Jefferson, previsto para os próximos dias, se ficar comprovado que o tal mensalão realmente existiu até bem pouco tempo, com certeza os petistas vão tentar nos convencer que, o homem da mala preta, sr Delubio Soares, por ser um homem rico e Petista de coração, recebeu uma grande herança da família e faz doações aos parlamentares, usando recursos do seu próprio patrimônio e que isto é permitido, afinal cada um faz o que quer com o seu dinheiro.
LOURIVAL BARBOSA
(militar) - Londrina

Voto nulo
  Num certo país chamado Brasil o povo, coitado!, é verdadeiro bobo da corte. Está sendo ‘‘ferrado’’ (impostos caros, dezenas deles, custo de vida alto, salários miseráveis, segurança (in)segura, saúde na UTI),e ainda ri, acha graça de tudo, aceita pacificamente tudo, diz amém a qualquer situação. Para ajudar a alegrar ainda mais a vida, na capital do país, uns poucos vivem nadando de braçadas num mar de lama, chamado corrupção. acertos daqui, propinas dali, segundo a imprensa do país inteiro (corrupção nos Correios, caso Waldomiro Diniz, mensalão, IRB, etc.). Acorda meu povo, vamos radicalizar: voto branco já! voto nulo já!
OSVALDIR GOMES DE OLIVEIRA (funcionário público) - Londrina

Pedágio
  Enfim uma vitória na justiça para proteger o empresário que assinou um contrato e está tentando cumprí-lo. As decisões unilaterais de políticos como o sr. Roberto Requião apenas aumentam o Risco Brasil e afastam os empresários sérios e que querem investir em infra-estrutura. O governador do Paraná conseguiu criar um novo componente pro ‘‘spread’’ dos financiamentos, o ‘‘Risco Requião’’.
ALEXANDRE CRUZ
(consultor) - Londrina

Fim do exame
  A medida proposta pelo secretário de Justiça do Paraná, Aldo Parzianello, tem cunho unicamente populista frente ao deplorável resultado dos últimos exames da OAB, fato que se repete a cada fase desse concurso. Os altos índices de reprovação são o reflexo de um ensino superior débil e que se prolifera cada vez mais pelas cidades brasileiras como uma praga. O problema não está no exame em si, mas nas cadeiras das universidades e dos novos cursos de Direito, principalmente nas novas universidades particulares, onde o acesso é facilitado e, por vezes, o nível cultural dos alunos é deficiente, já que não existe rigor no processo seletivo. É dever dos advogados defender a seleção rigorosa dos novos profissionais, visto que o exame da OAB exige conhecimentos básicos sobre a teoria e a prática do Direito. A extinção desse processo seletivo pode saturar o mercado, já que anualmente um grande número de bacharéis é jogado no mercado pelas muitas faculdades de direito do Brasil.
RODRIGO SARAIVA
(jornalista) - Londrina

OAB
  Quem o secretário de Justiça pensa que é de achar que um anteprojeto de lei, que elimina o exame de Ordem, vai proteger a sociedade dos maus profissionais do Direito? É outro, tal qual FHC, em acreditar nas forças do mercado, como reguladoras de tudo. Quantas vítimas de maus advogados serão preciso, até que eles sejam excluídos na competição forense por advogados mais competentes? Para que a idéia do ilustre colega vingasse, antes de mais nada, haveria que restaurar a moralidade e proficiência dos atuais cursos juridicos. Daí, erradica-se o nefasto pacto da mediocridade e introduz-se a prática forense, com avaliação séria. Depois, paulatinamente, dispensa-se os atuais exames de Ordem. Mesmo assim, veja-se o caso na área médica. Até bem pouco tempo, quem não fazia residência médica não poderia exercer a Medicina em sua plenitude. Por que a OAB tem de ser menos exigente?
DERMEVAL RIBEIRO VIANNA
(advogado) - Assis Chateaubriand


Governo surreal
  A gíria atual bem define o que estamos enfrentando com nossos governantes e parlamentares. Surreal deriva do surrealismo, ou seja, onde os pensamentos são formados da fantasia com a ausência de qualquer outro exercício da razão, sem preocupação com a estética ou com a moral. Então, os que hoje ditam e governam nossa vida de cidadãos são surreais, agem unicamente para si, distantes da realidade do povo e sem qualquer preocupação com a moral e os bons costumes. Isso é ‘‘politicamente correto’’? Faz algum tempo que a Revista Veja publicou que o PT se tornou o partido mais rico do Brasil. Todos seus integrantes são obrigados a pagar um dízimo ao partido, o que engordou seus cofres. O site www.parlata.com.br, na coluna de Carlos Hugo Studart - Custo da Presidência - com dados do Siafi em 2004, informa que Itamar Franco entregou o Palácio do Planalto com 1,8 mil funcionários; Fernando Henrique enxugou-o para 1,1 mil funcionários. Já o governo Lula inchou-o para 3,3 mil funcionários, elevando os gastos em 150% desde a sua posse. Isso só no Gabinete Presidencial. São mais de R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho. Quanto isso representa no ‘‘dízimo’’ partidário? Quanto mais se paga aos ‘‘assessores’’ petistas, mais o partido arrecada. Não é uma conta simples? Não fica fácil de saber porque programas sociais como Fome Zero não decolam? (o novo avião decolou, não é?)
MAURICIO JOSÉ SANCHEZ
(administrador) - Londrina


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