'Mensalão'

Esta palhaçada de pagamento deste tal ''mensalão'' sempre existiu. Os nomes podem ser diferentes ao longo dos anos, mas a maracutaia é antiga. O ex-presidente da República que mais se serviu deste expediente para governar foi o FHC. O detalhe é que nunca foi divulgado oficialmente (o Roberto Jefferson e outros comparsas sempre haviam recebido direitinho, nunca tinham ''furado'' com eles). O governo atual parece que resolveu ''acabar com a festa''. (Será?). Nós, cidadãos brasileiros, precisamos dar um basta nisto! Vamos fazer uma campanha de não-recolhimento de impostos, de não-pagamento de tarifas públicas. Vamos todos votar em branco em todas as eleições, marchar para Brasília e ''arrebentar'' com a cara imunda e safada de todos esses políticos.
ANGELO VALERIO KALOCSAY (recepcionista) - Londrina


PT

Acredito não haver melhor oportunidade que esta para mostrar a nós, povo brasileiro, o compromisso com a moralidade e responsabilidade de administrar o país às claras, como sempre pregou o PT. A competência da governabilidade será medida agora. ''Se não cortarem na carne, se preciso for'', (como diz o presidente Lula) com algumas canetadas, marcando este governo pela seriedade e competência, cortaremos nós (o povo) com ''Serra'' se preciso for, nas próximas eleições. E aí, companheiros, PT saudações.

SERGIO BIZARRO (empresário rural) - Londrina


Greve do INSS

Desde que conhecemos o INSS, sabemos que é uma fábrica de greves e não de atendimento ao público. Vem ano entra ano e é sempre a mesma coisa. Funcionários públicos sem qualquer preparo para atender a população, mas muito bem treinados na prática de greves e tratar mal os seus patrões: o povo. Temos que lutar para que qualquer cidadão, como patrão, possa demitir por justa causa todos os que lhe tratam mal e, como agora, negam o atendimento.

ALCEU ALVES (empresário) - Paranaguá


Exame da Ordem

Com relação à matéria veiculada dia 7/6, em que o secretário da Justiça e da Cidadania do Paraná, Aldo Parzianello, propõe o fim do exame da OAB, constata-se um exagero. Se, por um lado, entendemos que o grau de dificuldade e complexidade das últimas 3 provas da OAB/Paraná tem sido muito superior ao nível histórico, a extinção da prova sob o argumento de que tal dificuldade tem causado constrangimento aos bacharéis e seus familiares, não faz o menor sentido. Os bacharéis, via de regra, não ignoram o assunto, porém, os enunciados das perguntas podem ser formulados de forma tal que o bacharel tem dificuldade até mesmo para entender o que lhe perguntam. Se, durante a graduação, a instituição de ensino agir dessa forma, o MEC dirá que o sistema avaliativo é falho, ao afirmar que as perguntas devem ser formuladas através de enunciados claros. Se a OAB formula as perguntas dessa forma, ela mesma chega à conclusão que o ensino é que é deficitário. Quem tem razão? Nosso posicionamento é claro no sentido de que o MEC deveria submeter sua decisão de autorização de instalação de novos cursos de Direito ao parecer de uma comissão constituída por membros da OAB, do Ministério Público e da Magistratura. O que se constata é que muitas dessas escolas de Direito se instalam sem a menor capacidade de cumprirem o projeto pedagógico que propõem junto ao MEC quando do seu pedido de autorização para funcionamento.

OSMAR VIEIRA DA SILVA (coordenador do curso de Direito da UniFil) - Londrina


OAB

É perfeitamente compreensível a iniciativa adotada pelo secretário da Justiça do Paraná, Aldo Parzianello, propondo a extinção da obrigatoriedade de exame para o ingresso nos quadros da OAB, porque se sabe que o órgão está se movimentando no sentido desta obrigatoriedade ser estendida a todos os advogados militantes e não só aos recém-formados. Muitos advogados vão ser obrigados a devolver a carteirinha. Para quem não entende muito bem das coisas: o exame não é para tornar o advogado um profissional bem-sucessido, é para defender a sociedade dos bacharéis que se tornam advogados sem entender bem das coisas.

SÉRGIO REZENDE DE OLIVEIRA (estudante) - Londrina

Exemplo

Com frequência temos o prazer de ler os artigos de autoria do jornalista Walmor Macanini que deveriam servir de orientação aos homens que nos comandam nos três poderes. Alguns de seus artigos versam sobre o que somos e representamos fisicamente, ''nada'', absolutamente nada. No âmbito da espiritualidade nos demonstram claramente que só o respeito ao próximo, que políticos não têm, a retidão, a simplicidade e o bom senso, somariam valores para a posteridade e, talvez, pontos para uma eventual transformação pós-morte, quando o esqueleto já podre e esquecido não dependerá mais de mídia, poderes e fortunas irregulares. Bom seria, se possível, juntar fotos do João Milanez, de vida profícua reta e íntegra aos artigos, e levá-los aos legisladores com tradução para capacidade de suas mentes.

EDSON HERINGER (aposentado) Londrina

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