Tanto fez, tanto faz?
Venho defender minha cidade e seu patrimônio em resposta a um leitor que parece ser favorável ao projeto de construção do Memorial do Pioneiro que a Sociedade dos Amigos do Museu (SAM) escolheu para ser erigido. Muito me admira um professor de História possuir argumentos tão frágeis. O Museu que é uma ''mescla de estilos'', data uma época única em Londrina de aglomeração de imigrantes e migrantes, pois nossa cidade foi a porta de entrada de todo o Norte do Paraná. Quando a ferroviária foi construída, tinha a marca da miscigenação dos povos e, depois de 50 anos, o próprio prédio se tornou um memorial ao pioneiro de todo o Norte do Paraná, e que deve ser preservado. A Sociedade dos Amigos do Museu pode ser um ''órgão independente'', mas não tem direito de privatizar a discussão de um bem público. O prédio do Museu na verdade pertence à municipalidade e quem se responsabiliza pelo acervo é a UEL, que deixa pra SAM que tanto fez, tanto fez, que agora, tanto faz? Gostaria que houvesse uma audiência pública sim, pra começar tudo de novo e discutir: o que entendemos por memorial ao pioneiro? Ele pode ser construído em outro lugar, não pode? Por que não?
JACQUELINE SASANO (atriz) - Londrina

Combate ao som
Quero parabenizar toda a equipe do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e a Promotoria do Meio Ambiente pela Operação Força Verde. A apreensão e multa de veículos com excesso sonoro fará com que os usuáris desse tipo de som pensem duas vezes antes de saírem pelas ruas incomodando as pessoas. Como morador da área central da cidade, reclamei diversas vezes desse tipo de atitude de pessoas insensatas, sem contudo ter minhas reclamações atendidas. O máximo que se fazia era abaixar o som que, assim que os policiais saíam, era novamente aumentado. Atitudes como essa, farão, certamente nossa cidade mais calma e feliz.
CARLOS EDUARDO SARDI (advogado) - Londrina

Classe média
Considero o ideal de governo, não os extremos e não alguns ''ismos'', mas o que governa para melhorar e tentar abolir a pobreza. Seria utopia pensar numa sociedade sem desigualdades. A base de um país está numa classe média forte. Por isso, vejo com tristeza uma classe média achatada com tendência a ficar igualada à pobre, se o arrocho de impostos continuar. Será que o PT só tem que governar para os pobres? Na minha humilde opinião, tem que ser um governo que eleve o nível do pobre sem achatar o médio, porque o rico cada vez está mais rico. Espero que os governantes cultivem seus ideais de bom senso e atuem mais na resolução de nossos problemas, esqueçam os aumentos e, aí sim, lutem por um poder digno de nosso respeito.
MARIA HELENA SUZANO BASTARDO RODRIGUES (médica) Londrina

Parabéns paraatletas
É momento de agradecer a Deus, aos atletas e aos nossos empresários. Os paraatletas londrinenses conquistaram medalhas, superaram índices no Campeonato Regional Sul-brasileiro e se classificaram para o Campeonato Brasileiro Paradesportivo que acontecerá no mês de junho, em Brasília. Essa conquista merece os parabéns de todos os homens e mulheres de boa-vontade que lutam pela inclusão social e que vibram com o sucesso do Claudines Bartolomeu, do Nilson José, do Francisco Martins, do Marlon dos Santos, do Claudemir Santos, do Fernando Jorge, do Guilherme Oliveira e do Rogério Pereira. Acompanhamos a garra, a determinação e a luta desses guerreiros que nos ensinam, a cada dia, que o caminho do sucesso é uma estrada infinita que não desanima as pessoas de fé. Vocês, paraatletas de Londrina, levaram ao pódio o nome desta cidade, fizeram-na brilhar e nos deram mais uma lição de vida: todo ser humano é um campo fértil em que vale a pena investir. Às empresas parceiras dessa conquista, a nossa profunda gratidão, pois vocês dignificam a condição humana. Estaremos aqui torcendo por vocês no Campeonato Brasileiro Paradesportivo!
SANDRA GRAÇA (vereadora) - Londrina

Animais na Exposição
A reportagem publicada na Folha Rural, edição de 2 de abril, com o título ''Animais são submetidos a estresse'', traz uma série de ''alertas'' feitos pelo professor Wilson Sachetin Marçal, diretor do Hospital Veterinário da Universidade Estadual de Londrina, que são adotados pela Sociedade Rural do Paraná. Em primeiro lugar, esclarecemos que o desembarque dos animais no Parque de Exposições Ney Braga é de inteira responsabilidade dos respectivos proprietários e é feito por profissionais que já estão acostumados com eles. A Sociedade Rural recebe, em média, 13 mil animais, em dois turnos, durante os 11 dias de Exposição, e nos últimos dez anos foram registrados apenas duas ocorrências. Com relação à cama dos animais, há muitos anos a Sociedade Rural usa apenas cepilho, o mesmo usado nas fazendas. O mesmo cuidado é tido com relação à alimentação. Durante os dias em que permanecem na Exposição, eles são alimentados com silagem de milho, sendo consumidos, em 11 dias, 500 toneladas; e água em abundância. Além disso, recebem o concentrado, trazido por seus proprietários. Quanto à ordenha do gado leiteiro, a responsabilidade é das cooperativas de leite, sendo que o leite ordenhado continua fazendo parte da cota diária que cada proprietário entrega às entidades. E por fim, com relação aos horários de julgamento, esclarecemos que estes são definidos pelas associações de raças.
NEUSA SONI JANUS ASSAD (responsável técnica pelo Setor de Animais da Sociedade Rural do Paraná) - Londrina

Correção
- Ao contrário do que foi publicado na coluna Informe Folha, na edição de ontem, o Hospital Universitário (HU) de Londrina também realiza cirurgias de redução do estômago pelo SUS.

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