Nova profissão

Nesta semana fui a um bar localizado na Avenida Higienópolis, próximo ao Lago Igapó. Quando terminei de estacionar meu carro na rua, que pelo que me consta ainda é pública, fui abordada por um cuidador de carro: novo profissional liberal, com piso salarial estabelecido pela própria categoria. O valor para cuidar de um veículo varia de 3 a 10 reais antecipados dependendo de onde a pessoa vai entrar. Se for em festas é mais caro porque geralmente elas se estendem noite adentro (apesar de serem profissionais liberais, eles estão de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, onde diz que o trabalho noturno tem remuneração maior que o diurno depois das 10 horas da noite). Como não tenho garantia nenhuma de que o sujeito realmente vai cuidar do carro, sempre pago quando estou indo embora. E sempre ouço muita reclamação também. Este foi meu erro. Quando voltei para pegar meu carro, já bem tarde, o rapaz não estava mais lá. Mas também não estavam meu toca CD, meus CDS, alguns objetos e a porta do meu carro havia sido entortada. Como se não bastasse eu ser coagida a pagar para ter tranquilidade em um momento de lazer, ainda sou roubada por não pagar na hora que eles querem. Infelizmente, a única coisa que posso fazer é aumentar a estatística de furtos ao fazer o Boletim de Ocorrência.

ANA BÁRBARA DE TOLEDO LOURENÇO JORGE (estudante de Direito) Londrina


Rua alagada

Quero falar sobre o descaso do prefeito para com os moradores da região Sul de Londrina, nas arredondezas da rua Guilherme de Almeida, próxima ao Jardim União da Vitória. Domingo, almoço com família, por volta das 12h30 começa a chover. Após uns 10 minutos de chuva, ao passar por essa rua que estava alagada, uns 30 cm de altura, a água quase entrou dentro do meu carro e o motor desligou ao tentar passar por ela. Várias famílias passam por ali para almoçar em restaurantes ou em chácaras de familiares ao longo da Rodovia João Alves da Rocha Loures. Alguns tiveram sorte, mas eu e mais três carros ficamos parados quase uma hora e meia debaixo de chuva com o carro estragado, aguardando socorro. Os moradores que passavam, paravam e falavam que até a televisão já foi lá para filmar o caos que ocorre em dias de chuva, mas o prefeito nada fez. Prefeito: eu e meus familiares (que foram lá me socorrer) votamos no senhor (quase 20 votos), mas se a eleição fosse hoje não votaríamos no senhor, pois já teve 4 anos para arrumar a rua e não o fez, sabendo que para desentupir os bueiros a prefeitura levaria uns 30 minutos. O IPTU já veio e se não o pagarmos somos executados na Justiça. Seria ótimo se um dia tivéssemos o mesmo poder para cobrá-lo de todos seus deveres como somos cobrados!

PAULO HENRIQUE CIANCA WANATABE (dentista) Londrina


Bom exemplo 1

Num momento em que as precárias estradas paranaenses tornam-se ainda mais esburacadas em razão do excesso de chuvas, é preciso parabenizar o trabalho da concessionária Viapar que, na última segunda-feira, realizou em tempo recorde a recuperação de um trecho do pavimento da BR-376, no município de Mandaguaçu, que havia sido destruído pelas fortes enxurradas. Do buraco que se formou à reconstituição da estrada foram apenas poucas horas, sem traumas para ninguém, demonstrando não só a agilidade da empresa mas também que a referida rodovia encontra-se em boas mãos.

JULIANA TIBÚRCIO (comerciante) - Maringá

Bom exemplo 2

Fazendo um paralelo entre o recente episódio do arrastamento de parte de uma estrada em Goiás levada pela chuva com a destruição parcial de uma pista da rodovia BR-376 em Mandaguaçu, na última segunda-feira, podemos concluir que o pedágio é a única saída para as rodovias brasileiras. Enquanto em Goiás a estrada vai depender da boa vontade do governo para reconstituí-la, aqui na região o trabalho foi feito rapidamente pela Viapar. Se a estrada não fosse pedagiada, com certeza, ficaríamos por muito tempo com a rodovia interrompida.

JOÃO PAULO DA CRUZ JUNIOR (professor) - Maringá


Tsunami e Deus

Respeito muito a opinião do professor Aguinaldo Pavão em artigo publicado no último dia 12 e desejo apenas rebater um pouco os bombardeios que ele fez sobre Deus. Ouve sim uma catástrofe na Ásia e milhares de vidas se perderam abruptamente, mas não cabe a nós discutirmos se as pessoas estão ou não erradas em agradecer a Deus por quer que seja. Sendo ou não ira de Deus, devemos parar para questionar a situação do mundo hoje. Quantas pessoas se lembram, ao se levantar, de agradecer a Deus por mais um dia de vida? De pelo menos uma vez por semana passar em algum templo ou até mesmo em casa para se dedicar um pouquinho de seu tempo para adorar a Deus? Se Ele tiver que destruir por ira, teria que ser o planeta todo, pois tudo contraria os seus ensinamentos. Vemos propagar o homocídio, a promiscuidade, a inveja, a ambição e o desrespeito para com a natureza. O mundo está uma catástrofe!

ZILDA MARIA DE OLIVEIRA (secretária) - Figueira (PR)


Correção

- Direfentemente do publicado na edição de terça-feira na seção ''O que foi dito'', a frase correta dita pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, sugerindo a necessidade de reajustes mais frequentes e em menor percentual é: '' A cada aumento de passagem diminui o número de passageiros. Como a conta da tarifa envolve o número de passageiros e a quantidade de quilômetros rodados, quanto menos gente anda de ônibus, mais caro precisa ser o valor da tarifa''.

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