Formação de políticos
  Achei muito interessante a opinião deste jornal publicada em editorial na terça-feira, dia 11, mas no entanto a entendo como inviável. É que o político é um ser natural que emana do povo que o elege, sendo dele o seu extrato! Portanto, nenhum político eleito por um povo, infelizmente ignorante, na verdadeira acepção da palavra, dos seus direitos, deveres e seu papel no contexto social, irá defender tal proposta! A própria etimologia da palavra político - que vem da língua grega ‘pólis’ que singifica cidade e ‘tico’ derivado da ética (modo de ser) ou seja, ‘modo de ser da cidade’, denota que o político é o modo de ser da comunidade da qual ele emerge! Assim, a única saída que vejo, não somente para a questão, mas como para o Brasil como um todo, é fazer cumprir o artigo 205 da Constituição Federal. Contamos com o apoio deste periódico nesta empreitada! Somente preparando cada cidadão para o exercício da cidadania e uma profissão é que, a longo prazo, estaremos melhorando a qualidade do cidadão e a política da nação, ou seja o modo de ser dela! Dizem que demora muito, mas se não tivermos fé e plantarmos agora, não colheremos jamais! Como já disse o Ministro do STF Marco Aurélio de Mello em seu discurso de posse como presidente daquela casa, ‘‘Menos Lei, mais compostura’’! Como dizia um velho sábio chinês a vários séculos: ‘‘Se planejarmos por um ano, devemos plantar cereais; se planejarmos por uma década, devemos plantar árvores; porém, se planejarmos para toda a vida, devemos treinar e educar o homem’’ (Kwntsu, século III a.C.). Só assim estaremos eliminando a causa e o seu efeito!
GERSON MACHADO, Escola de Cidadania da Paróquia Sagrados Corações, Londrina


O ano novo
  Estamos começando um novo ano, período este onde as esperanças renovam-se, onde acredita-se que tudo vai melhorar, que o presente ano vai ser melhor que o anterior. E não está errado quem renova, pois nós, seres humanos, precisamos disto, precisamos rever conceitos, negócios, sejam eles particulares, societários ou empresariais, precisamos repensar nossa família, filhos e amigos. A partir desta reciclagem que nós, seres racionais, fazemos é que melhoramos nossas gerações. Podemos estar fazendo o certo, mas com certeza somente saberemos o resultado com o advindo do futuro que vai ser o presente um dia. Uma verdade é certa, só se começa a andar quem dá os primeiros passos, se vai cair ou balançar de um lado a outro ou andar certinho é um mero detalhe que a vida nos reserva de surpresa. Espera-se de nossos governantes, prefeitos que tomaram posse em janeiro, assim como de outros que estão governando este País, que tenham seriedade, honestidade e profissionalismo na condução dos interesses do povo, dando-lhes proteção e condições para desenvolvimento sustentável necessário, principalmente aos menos favorecidos, não esquecendo outros setores também de suma importância que conjuntamente agregados formam este maravilhoso País. Tomara que cada governante dê uma reciclada e se torne digno de ser um representante do povo, administrando a coisa pública de modo exemplar, jamais tomando para si o que é do povo, sempre tentando fazer o melhor, pois só assim teremos paz e tranqüilidade para esperarmos a cada final e início de ano. Feliz 2005.
YOCHIHARU OUTUKI, engenheiro agrônomo e diretor secretário da Coopramil, Itambaracá


Correios da Capital
  Absurdo o que acontece nas portas das agências dos Correios da Rua XV e Marechal: são vários ambulantes que vendem cartões telefônicos, bem nas portas das estatais, quase impedindo a entrada de usuários, oferecendo apostilas para os mais diversos concursos e ainda os entregadores de panfletos. Será que a direção dos Correios acha normal tais situações que incomodam sim o cidadão e atrapalham o já sucateado funcionamento destas agências dos Correios?
CELIO BORBA, Curitiba


Parabéns à FOLHA
  A Ciranda - Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência parabeniza a a atuação da Folha de Londrina na área da infância e adolescência na última semana. Destacamos, especialmente, a série de reportagens sobre juventude e violência (realizada pelo jornalista Fernando Rocha Faro, no caderno Cidades). A necessidade de inserir na sociedade a denúncia, discussão do problema e a busca de solução é um dos principais desafios da área social e também dos profissionais e meios de comunicação. Junto a isso, buscar essa solução perpassa, obrigatoriamente, a possibilidade de perceber meninos e meninas como pessoas em desenvolvimento que, com um trabalho efetivo de recuperação, podem voltar ao convívio social saudável. A discussão constante, ética, profissional e propositiva é o que pode expor as diversas dimensões do problema e da solução. A utilização de diversas fontes para a construção da matéria, do Estatuto da Criança e do Adolescente, a busca de solução para o problema apresentado e a não-utilização de termos pejorativos contribuiram para que a matéria tivesse uma excelente contextualização. São inciativas como a de vocês que nos auxiliam a qualificar a cobertura jornalística sobre as questões da infância e adolescência, influenciando no pensamento do público e colaborando para construir novos valores na sociedade. Pedimos que transmita para os demais profissionais do veículo os nossos sinceros cumprimentos pela atuação comprometida com a melhoria das condições de vida dos nossos meninos e meninas. A iniciativa tem sido muito importante para garantir os direitos desses pequenos cidadãos.
EQUIPE CIRANDA, Curitiba

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