Atendimento bancário
É imoral, repugnante e vergonhoso o atendimento que vem sendo prestado pela agência central da Caixa Econômica Federal (CEF) de Londrina. Atendentes estagiárias ficam na entrada, formam fila de clientes para que seja dado o nome. Em seguida, o cliente entra, aguarda meia hora (alguns sentados, outros em pé) para que outra atendente os convoque pelo serviço de som. A partir daí, nova fila é montada e a pessoa aguarda mais 7 minutos para daí, então, ser atendida. Nesta agência, não se consegue falar com gerente, supervisor ou responsável. Já a agência central do Banco Santander se preocupa em atender seus clientes da melhor forma possível. Não quero aqui desmoralizar um banco e promover outro, mas sim expor o que milhares de londrinenses sentem vontade e, por falta de coragem e oportunidade, não expõem essa falta de vergonha. Os bancos devem se conscientizar que sem clientes não há funcionários nem atendentes. O dever deles é dar o melhor de si e atender todos por igual, seja ele doutor, empresário, office-boy, gestante, homem, mulher ou jovem.
ANDRÉ DE PAULA FERREIRA (estudante) - Londrina

É bom ser corrupto 2
Faço minha as palavras da sra. Marilena Chubaci (cartas do dia 7/12). Muitas vezes tenho vergonha de ser brasileiro e, principalmente, londrinense onde a corrupção também não tem tamanho. O poder público aplica a lei de sequestro de bens quando aplica e cobra IPTU, ISS e outras taxas. A prefeitura prefere fechar um estabelecimento do que as empresas manterem cinco empregados diretos e correspondente a mais de 20 indiretos.
PAULO RENATO RIBEIRO (aposentado) - Londrina

Perpetuação da elite 3
O missivista Edmilson Assis dos Reis está coberto de razão ao contestar a carta da srta. Josiane Rodrigues. Se a srta. Josiane, ao menos tivesse idéia do perigo que o MST oferece ao povo brasileiro não se disporia a escrever tamanha asneira. Quando o direito à propriedade for desrespeitado, como está sendo pelo MST, e quando houver decadência dos padrões sexuais como também observamos hoje, ocorre a desestabilização do lar, da sociedade e da família, três sólidas bases sobre às quais se apóia a civilização. O que nos causa espanto e medo, além desse maldito movimento, é observar que a Igreja Católica apóia o movimento que desrespeita o direito de propriedade, ao invés de dar todo apoio ao verdadeiro trabalhador, aquele que com suor do seu rosto, com o sacrifício de toda sua família conseguiu um pedaço de terra e com ele deu oportunidade de emprego a quem precisava, pagou impostos e cooperou com o verdadeiro crescimento do país. Lembram da Idade Média? Da Inquisição? Será? Estejamos atentos!
ANTÔNIO F. MASSARO (aposentado) - Londrina

Novela do pedágio
Semanas atrás, um programa jornalístico de TV do Paraná fez uma elogiável matéria sobre a questão do pedágio em nosso Estado, comparando diretamente o trabalho e a atitude das concessionárias do Anel de Integração - Econorte, Ecovia, Rodonorte e Rodovia das Cataratas - com a atuação da SPVias, concessionária que administra maior parte das rodovias do Estado de São Paulo. Tenho a necessidade de viajar muito pelo interior do Estado e o que foi constatado e comprovado pelos autores da reportagem, para mim já faz tempo deixou de ser novidade. Em São Paulo, a SPVias primeiro faz e somente depois cobra o pedágio, totalmente ao contrário do que acontece por aqui, onde cobra-se um valor abusivo por um serviço mal-prestado e de serventia restrita, refletido em algumas poucas duplicações apenas nos perímetros urbanos das cidades - como costuma-se dizer: coisa ''pra inglês ver'' , passarelas em locais não muito úteis nem estratégicos, a não ser para a visibilidade de quem passa com seu veículo embaixo delas , postos mal-estruturados de ''atendimento ao usuário'' e algumas viaturas estáticas, além das famosas maquiagens ao longo do trecho. E o pior: aqui nem cobrando por antecipação, realizou-se alguma obra compatível nesses 6 anos que de algum modo justifique mais essa metástase do câncer que foi o governo Jaime Lerner para o Paraná. Falando em lucro das concessionárias do Anel de Integração, a concessão de pedágio no Paraná é o que se deve chamar de verdadeira mina de ouro, porque recebem em dinheiro vivo todos os dias e quase nada oferecem em contrapartida face ao que arrecadam. Outra questão levantada e confrontada no programa foi sobre a transparência das concessionárias na relação com seus usuários. Mais uma vez ficou provado que no Paraná tudo é muito obscuro, enquanto em São Paulo os contratos das concessionárias ficam 24 horas disponíveis na internet. A história ''o pedágio abaixa ou acaba'' ao que tudo indica não vai mesmo passar de apelo de campanha, infelizmente teremos que digerir mais esse blefe eleitoreiro.
RICARDO ALEXANDRE GARCIA (publicitário) - Londrina

Violência
Só o presidente Lula e nossos legisladores não enxergam que a violência neste país está fora de controle. Afinal, nós pagamos seguranças e carrões blindados para eles se sentirem assim. Os policiais devem se revoltar ao arriscar suas vidas para prender bandidos e, dentro de pouco tempo, os criminosos estarem na rua outra vez, amparados por leis generosas ou alguns juízes que facilitam a liberdade. Há criminosos que não têm recuperação, e para estes, se a pena de morte fosse legalizada no mínimo duas vidas seriam poupadas, se logo após o primeiro crime fossem executados. E ainda vem o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, propondo acabar com a lei de crimes hediondos, quando deveria torná-la mais severa. Quem pensa assim, deveria levar o bandido para casa. Quem sabe convivendo com a família dele, o criminoso se recuperasse.
SÉRGIO TORETO (escriturário) - Goioerê

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