Vitória londrinense

Mais uma vez a população de Londrina demonstrou estar amadurecida politicamente e provou não mais aceitar as mazelas que ocorrem por trás dos bastidores políticos. É chegado o momento de Londrina vislumbrar a exploração de todo o seu potencial econômico, político, social e cultural. Acredito que a democracia deu um voto de confiança muito importante ao prefeito Nedson Micheleti, que por sua vez terá um papel fundamental juntamente com a Câmara de Vereadores e a população, que por sinal é a parte mais interessada, para que Londrina volte a brilhar no cenário nacional, como sempre ocorreu. Mais quatro anos de mandato com certeza serão suficientes para que obras e investimentos necessários para a nossa cidade se concretizem.

MARLON CÉZAR RODRIGUES (contador) - Londrina

Justiça

Felizmente, as pessoas do bem de Londrina baniram da política local este corrupto populista e, acima de tudo, ''cara de pau'' do Belinati. Cabe agora ao poder judiciário ser ágil no julgamento das ações contra ele e, o mais breve, colocá-lo no devido lugar: a cadeia. Não pensem os dirigentes do PT que ganharam a eleição em Londrina. A maioria dos votos foi dada ao cidadão Nedson e não ao partido. Fosse com outro a disputa, fatalmente, o prefeito não seria reeleito, assim como ocorreu em Maringá e Ponta Grossa. A população está ''cheia'' dos Pinóquios do PT.

ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (microempresário) - Londrina

Vitória da moral

Grande vitória da moral, da ética e da honestidade! Grande vitória de Nedson!
137.928 londrinenses mostraram que têm coragem para não deixar a cidade voltar ao passado vergonhoso tão recente. 120.102 londrinenses, por intereses escusos ou por ignorância, ainda não estão de ''mãos limpas''. Mas dois políticos importantes da cidade, Barbosa Neto e Hauly, permaneceram na neutralidade e, por isso, não mais merecem os votos dos londrinenses. Pensem nisso!

LUDINEI PICELLI (aposentado) - Londrina

Que democracia?

Elegemos um novo prefeito, diversos vereadores, e devemos nos deter por um momento e pensar: o que faremos de nossas vidas daqui para frente? Não podemos esperar passivamente pela graça que talvez possa se abater sobre nós e nos mostrar que fizemos a escolha certa. Isto somente será possível através da cobrança, por nossa parte, das promessas e projetos que fizeram e estabeleceram os candidatos, agora representantes do povo. Paro para refletir, no entanto, que democracia é essa em que vivemos. O exemplo da Grécia clássica não se aplica mais. Como já dizia a ladainha dos escravos, ao final do século XIX, ''hoje nóis tudo é cidadão''. Não podemos pensar mais a política feita pelos e para os cidadãos, mas como um conjunto de decisões que, feliz ou infelizmente, está nas mãos de uma massa representativa. Devemos no entanto estar atento para as decisões que câmaras e seus constituintes tomam, para que não tenhamos que nos confrontar com medidas absurdas, gestos tresloucados e decisões estapafúrdias. Não vamos continuar tranferindo a culpa e chamando aos outros de ''povo'', como algo que está distante da minha ou da sua realidade; povo somos todos, e se o ''povo'' escolheu, nós, o povo, vamos arcar com as responsabilidades. Tenhamos cuidado e consciência; se existia algum mal neste ou naquele candidato, já está feito. Agora nos resta fiscalizar e ter o nosso direito de cidadania respeitado. Senão, passaremos o resto de nossas vidas lamuriando, perguntando: que democracia é essa?

LUIZ CARLOS FERRAZ MANINI (professor de história) - Londrina

O fim da tarifa

Caro Tadeu Stulzer: continuo defendendo o fim da assinatura básica do telefone residencial independentemente do nosso apoio político e do resultado da eleição municipal. Em sua carta publicada na ''Folha'' dia 29 de outubro, faltou-lhe, pois, uma avaliação mais profunda sobre as questões políticas do nosso município. Independentemente de ter sido candidato no primeiro turno, continuamos, com muito orgulho, sendo deputado federal por Londrina, e como deputado votei a favor do fim da tarifa básica em todo o país. O fim da tarifa é possível, sim. Já existem companhias, como a Embratel, que criaram pacotes de serviços sem a cobrança da famigerada taxa. Já é realidade, portanto, em muitas localidades do país. Com relação ao segundo turno, a nossa certeza era que o Nedson seria o melhor candidato para Londrina. Quando entramos na sua campanha todas as pesquisas davam vitória ao outro candidato com ampla vantagem de votos. Isto mostra que o que buscávamos era o melhor para o futuro de Londrina, e sabiamente o povo também fez esta opção.

ALEX CANZIANI, (deputado federal) - Londrina

CORREÇÕES

Diferente do que foi publicado na edição de ontem, o ônibus que bateu na lateral de um Gol, na Avenida Guilherme de Almeida, Zona Sul de Londrina, pertence à Francovig, e não à Transporte Coletivo Grande Londrina (TCGL), conforme informou a reportagem.
A idade correta do engenheiro José Augusto Queiroz é 73 anos e não 83, como foi publicado na reportagem ''Londrina Vertical'', na edição de domingo.

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