Terrorismo
Diga rapidamente o nome de um ou mais grupos reconhecidamente terroristas? Se pensou no Hamas, Hesbollah ou Al Qaeda, errou. Os grupos terroristas a que me refiro são únicos no planeta: CIA, FBI e Mossad (Israel). Já ficou comprovado pela história que a CIA planejou e executou a derrubada de inúmeros governos, não só nas América do Sul (Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Bolívia), Central (Haiti, Panamá, Honduras), como em outras partes do mundo (Afeganistão, Iraque). O FBI, através de seu espião mor Carlos Costa, revelou recentemente que não só manda na Polícia Federal do Brasil como vários delegados e agentes sentem orgulho disso. O Mossad (perigosíssimo serviço secreto israelense) não só caçou e prendeu, como sequestrou o nazista Adolf Eichmann em maio de 1960 na Argentina, como também, posteriormente, Mordechai Vanunu (físico nuclear) em plena Roma. Levou-o a Israel e o manteve recluso por mais de 20 anos (violação da soberania de países envolvidos). Esses três grupos terroristas sequestram, prendem sem motivo, humilham, torturam, mutilam, matam, sem ao menos se importar com a opinião pública mundial. A ONU? Ora, reiteradamente o estado de Israel já desacatou 168 resoluções do seu Conselho de Segurança. Os Estados Unidos não aceitaram e não aceitam que seus bravos soldados sejam submetidos à Corte Internacional de Haia por crimes (reconhecidamente) de guerra. Então, quando virmos e/ou ouvirmos na mídia que terroristas atacaram ali ou acolá causando a morte de inocentes, lembremo-nos, primeiramente, de quem realmente é terrorista.
TADEU ARILSON STULZER (advogado) - Londrina

Fé e política
Certas igrejas no país são utilizadas por algumas pessoas exclusivamente como artifício para ter acesso a determinadas funções remuneradas, tanto no setor público como no setor privado. Como exemplo, basta citar que em diversas cidades espalhadas pelo país, elementos que até mesmo o diabo teria objeção em aceitá-lo entre seus seguidores, estão frequentado igrejas que têm entre seus membros prefeitos ou outras autoridades municipais, com o único e exclusivo intuito de conseguir com essa aproximação ter acesso a cargos públicos para si ou para seus parentes. E caso a autoridade abandone a igreja ou mude de religião, imediatamente o elemento seguirá os seus passos, pois no fundo o que lhe interessa mesmo é manter sua posição, pouco se lixando para sua fé e seus pecados.
HABIB SAGUIAH NETO (bancário aposentado) - Marataízes (ES)

Classe média
Enquanto na China floresce a classe média, que vai às compras e faz girar a economia, no Brasil a tendência dessa classe é desaparecer. O PT sempre se pautou pelo nivelamento por baixo. O servidor público tinha como maior atrativo a aposentadoria integral, isso acabou. Certamente o servidor não mais irá se aposentar pela vontade própria, vai esperar a compulsória, e lá se nivelará por baixo, caindo numa regra já bastante deteriorada.
A incerteza do mercado financeiro não dá nenhuma garantia para o pequeno e médio investidor, e muito menos para quem detém um plano de aposentadoria privado que nada mais é do que uma formação de poupança a ser resgatada parceladamente na velhice.
O grande empresário se beneficia de uma organização poderosa, cartelizada, elimina o concorrente, diversifica os seus negócios, e remarca os preços com facilidade. Os banqueiros são os maiores agiotas institucionalizados, vendem uma mercadoria chamada dinheiro, pelo preço que quiserem.
O pequeno e médio investidor, que desejam formar uma poupança para complementar a sua aposentadoria, são grandemente penalizados. Recebem uma remuneração pelo seu capital, chamada de juros, muitas vezes, abaixo da inflação. Mesmo que se aplique nos fundos de renda fixa, remunerados pela taxa Selic, ao descontarmos o imposto de renda retido na fonte, a inflação, e a taxa de administração do banco, sobrará algo em torno de 3 a 4% ao ano. Isso quando vai tudo bem, sem confisco e turbulência no mercado financeiro. Bem diferente da taxa que o banqueiro cobra do tomador de empréstimo, em torno de 7% ao mês.
Se a classe média não pode contar com uma aposentadoria digna, não consegue proteger o seu capital da corrosão inflacionária, fica difícil se ter uma velhice tranquila nesse país. Algo precisa ser feito, e o Congresso Nacional, tem (513 deputados, 81 senadores) ao todo 594 cabeças pensantes, para dar solução a esse problema. Caso contrário, o rico ficará cada vez mais rico, e o pobre cada vez mais pobre.
ANTÔNIO PEREIRA (contador) - Londrina

Taxa telefônica
Por que os meios de comunicação, rádio, televisão, impressos, não fazem fileira quando se trata de uma reivindicação justa dos menos privilegiados? Os senhores do governo e o nosso presidente, que sofreu na carne toda espécie de necessidades, e os que não passaram por essa situação, ao menos podem imaginar o que significa para a mãe, o pai de família, à noite, numa hora de desespero, seja, levantar da cama à hora que for e correr para um orelhão em busca de um socorro, quando mediante quatro ou cinco reais mensais poderia dispor do telefone em sua própria casa, se não fosse essa taxa absurda, vergonhosa, antipatriota, uma roubalheira a todos nós! Nosso povo está farto de palavras bonitas, demagogia às vésperas eleições. Depois, quando estão lá no alto, só puxam a brasa para si: não há dinheiro para o mínimo, mas há para que se dêem o máximo! Menos conversa senhores candidatos. Queremos ações se não quiserem que povo torne a votar, como a muitos anos em São Paulo, num rinoceronte!
IRENE CRUZ CORRÊA (aposentada) Londrina

* As cartas devem ser digitadas, assinadas, com no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Cartas e e-mail sem os acompanhamentos exigidos não serão publicados.
E-mail:[email protected]

mockup