CARTAS
Crise no LEC
Como torcedor do LEC não poderia deixar minha indignação com o posicionamento da Rádio Paiquerê tentando desestabilizar a diretoria do querido Tubarão. Primeiramente quem ganha com o esporte? São aqueles abnegados que assumem graciosamente este abacaxi que é o LEC, expondo sua vida pessoal, familiar, e reputação moral por amor ao esporte, ao LEC e à cidade ou aqueles que usam o LEC para auferir grandes lucros com vendas de comerciais? Não seria de bom-senso que a imprensa desse alguma parcela de contribuição ao LEC por tudo que ele proporciona a vocês ao invés de somente criticá-lo maldosamente? Não seria interessante que esta mesma imprensa divulgasse graciosamente as promoções do LEC comprando kit ou até mesmo ajudando financeiramente o Tubarão? Não teria a imprensa (Rádio Paiquerê) mais autoridade para fazer críticas construtivas se ajudasse um pouco o Tubarão ao invés de ser mercenária? Está na hora de rever seu posicionamento e apoiar esta diretoria que está apenas começando e que procura sanar as finanças do Tubarão. Quem perde com esta briga é o esporte, a torcida alviceleste e a cidade de Londrina. Carlos Alberto Garcia e Marcelo Leal não desistam de seus sonhos de fazer deste Tubarão uma grande agremiação quer queiram ou não meia dúzia de maus torcedores. Tenha certeza que a torcida está com vocês, pois no primeiro Campeonato Paranaense disputado nesta gestão já participamos do quadrangular final. Parabéns!
ANTÔNIO LUIZ BARROZO (empresário) - Londrina
Novela do mínimo
É inacreditável o que a gente observa nas atitudes de alguns políticos brasileiros. É tradição da direita neste país (PFL, PPB, PTB...), sempre defender o lucro, o toma-lá-dá-cá, o fisiologismo, acima até do ser humano. E além do mais viver sempre de joelhos para o FMI (Fundo Monetário Internacional). Agora esta mesma direita e dizendo-se oposição, hoje representada pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), o deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA) e cia., fica querendo se aparecer propondo um mínimo de R$ 275. Será que estão querendo votos? Sejam mais sinceros, honestos e não façam do querido e alegre povo brasileiro vaquinha de presépio. Nós exigimos e merecemos respeito de todos, inclusive daqueles que se dizem representantes nossos.
ANTÔNIO PEREIRA ANCHIETA (padre) - Jacarezinho
Bingos
Governo que se preocupa tanto com bingos não deve ter coisa mais importante para fazer? Ao invés de gastar milhões de reais com advogados para ficar brigando com os empresários, deveria utilizar este dinheiro para criar uma fiscalização específica para este tipo de jogatina. Além de colaborar para com a diminuição do desemprego, os Estados ganhariam mais ainda com a arrecadação de impostos. Máquinas caça-níqueis não, bingo sim.
SÉRGIO TORETO (escriturário) - Goioerê
Câmara trapalhona
A Câmara Municipal de Londrina, talvez por falta de coisas mais importantes para se discutir e pôr em prática, conseguiu num curto espaço de tempo ser protagonista de duas trapalhadas dignas de um amadorismo sem precedentes. A falta de bom-senso dentre outras coisas, propiciou ao vereador Beto Scaff, a autoria de um Projeto de Lei, logo aprovado pelo plenário, no qual nome da Av. Ayrton Senna seria mudado para Av. Nassib Jabur. Um outro vereador, Hélio Cardoso, para não passar os quatro anos de mandato numa completa inoperância, resolveu também apresentar uma pérola semelhante à do seu colega de Legislativo, propondo mudança do nome da Rua Riachuelo, na qual seria homenageada a mãe do ilustre proponente, que fora professora em uma escola situada nesta mesma rua. Como já se tornou uma prática comum, por parte dos nossos políticos, a população diretamente envolvida, sequer foi consultada sobre a boa intenção dos ''laborosos e ilustres edis'', tomando conhecimento através da imprensa sobre o acontecimento.
Em tempo e de forma brilhante, a população se articulou contrariamente a esta medida ditatorial, não restando à Câmara de Vereadores outra atitude, a não ser revogar a tal lei. Como alternativa para resolver o problema criado, apresento como sugestão, a possibilidade de que a proposta de homenagem seja reapresentada, utilizando para tal, uma das inúmeras ruas que ainda não possuem nomes na cidade. Nos bairros São Jorge e João Turquino, dentre tantos outros, ainda existem ruas sem nomes e os ilustres proponentes poderiam, pelo menos uma vez na vida, prestar um serviço relevante para aquela população. Será que, mesmo após a morte, ricos e pobres ainda são diferentes, continuando sendo merecedores de tratamento diferenciado?
LOURIVAL BARBOSA (estudante) -Londrina
Vereadores
Tudo começou com uma ação do Ministério Público para reduzir o número de vereadores. No caso de Londrina atualmente com 21 vereadores, esse número cairia para 18. A reação foi imediata, até números do IBGE estão sendo usados para que a cota de vereadores passe dos atuais 21 para pelo menos 23 vereadores. Rapidamente nossos ''ilustre vereadores'' se organizaram e em pouco mais de um mês inverteram a situação: aquilo que era para ser uma redução de vereadores, agora pode ser um dispositivo para aumentar o número dos mesmos. E como nossos ''ilustres vereadores'' conseguiram essa proeza? Simplesmente pressionando os deputados que acionaram outros parlamentares e assim sucessivamente. Com isso, eles não precisam se contentar com 21 cadeiras. Estão conseguindo ampliar este número tudo graças a um pequeno gesto chamado ''pressão'', também conhecido pelo codinome de lobby.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina





