Terrorismo

Mais uma vez o dia 11 choca o mundo. O que aparentemente parecia estar sob controle na visão norte-americana de que terrorismo se acaba com guerra, serviu de combustível para os terroristas que já tinham avisado que os atentados aconteceriam novamente. O mundo então deu um tempo para o Ocidente, e calados eles mais uma vez surpreenderam num outro dia 11. Cumpriram com a palavra. O mundo mais uma vez se volta para o Ocidente: eles mais uma vez são focos das atenções, e agora? Mais uma intervenção militar? Mais sangue? Tropas? Armas? Até quando? A resposta tem que ser dada na reconstrução da vida, na união de força interior, de luta pela paz. Certamente algumas medidas devem ser tomadas de maneira drástica com uma política social em nível mundial. Uma política militar nos moldes americanos não contribuirá com o declínio terrorista. Só iria alimentá-lo até um próximo dia 11.

GERMANO JORGE RODRIGUES (advogado) - Loanda


Espiritismo

O sentimento de amor a verdade e a justiça nos leva a rebater as críticas que o padre Élio Sofientini Albano, chanceler da diocese de Palmas, fez ao espiritismo em jornal editado pela igreja católica de Jaguapitã. Por desconhecer o assunto, fez comentários desprovidos de fundamento, misturou assuntos que nada têm em comum. Quero sugerir ao nobre prelado que, antes de se aventurar em terreno alheio, é preciso conhecer o tema a ser abordado. O espiritismo jorra de uma única fonte: a Codificação Kardequiana, constante de cinco obras basilares, editadas primeiramente na França em 1857. Quanto à macumba, umbanda, quimbanda, etc, são seguimentos outros que merecem todo o nosso respeito. Foram trazidos da África pelos negros escravizados e incorporados de tal modo à nossa cultura que deu origem a esse sincretismo religioso vigente em nosso País. A verdade é que a existência dos fenômenos espirituais independe da anuência de qualquer segmento religioso para acontecer. Por mais que se combata ele sempre se colocará sobranceiro às investidas dos detratores.

ENI LÉA ELIAS GAMA (membro do grupo de estudos mediúnicos do Centro Espírita Emamoel) - Jaguapitã


Solidariedade

Num momento como este, em que, entristecidos, trabalhadores, administradores e cidadãos assistem à demissão de centenas de profissionais e ao gradativo enxugamento dos serviços prestados pelo Hospital Evangélico, desejamos nos solidarizar. Queremos pedir socorro aos segmentos governamentais, em todas as esferas, para que encontrem, no Orçamento do governo, mais do que recursos financeiros, ''sensibilidade'' para a crise que aflige diretamente os prestadores de serviços e os usuários desse Hospital que tanto orgulha nossa cidade. Londrina, a cidade-metrópole, precisa lutar e vai lutar solidariamente por esses trabalhadores e pelos serviços prestados com tanto profissionalismo e dedicação.

SANDRA GRAÇA (vereadora) - Londrina




Vereador esclarece

Matéria veiculada por este jornal no último sábado informa que o deputado estadual André Vargas (PT) considera que o presidente da Câmara de Vereadores de Londrina e também presidente do Diretório Municipal do Partido Liberal (PL) assumiu postura de oposição ao prefeito de Londrina, Nedson Micheleti (PT). Esclareço que não faço oposição sistemática à atual administração, porém, como presidente do Legislativo e dirigente de um parlamento que recebe, diariamente, reivindicações dos diferentes segmentos da sociedade londrinense, não posso ignorar posições divergentes à atual administração. A Câmara, que reúne diferentes correntes políticas, é e deverá continuar sendo o local dos debates, do contraponto, para que os vereadores, cientes das divergências, possam votar pelas melhores propostas para Londrina.

ORLANDO BONILHA (vereador pelo PL e presidente da Câmara de Vereadores de Londrina)


Cartel

Gostaria de compartilhar e confirmar os questionamentos do leitor Edgar Baer, pois também estive naquela região do estado de São Paulo e deparei com preços mais baratos de combustíveis. Mas esse cartel não é privilégio de Londrina. Aqui em Umuarama e região, ficamos indignados, principalmente, em se tratando do preço do álcool, cujo produto esta região é grande produtora. O que é de se lamentar é a indiferença com que nossos políticos tratam destes absurdos. Será que eles estão na folha de pagamento das usinas?

SÉRGIO PEREIRA DE MARINS (securitário) - Umuarama

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