Medalha ao PM Bornal
Em 20 de março de 2003 a Folha publicou carta minha intitulada ''Paz no Zerão''. Dizia que pude perceber a ''presença de PMs pondo ordem na casa'' e terminava agradecendo ao ''retorno do Zerão à sua finalidade máxima, que é o de ser um centro de lazer para as famílias londrinenses''. Mas, desde dezembro, a paz no Zerão está intermitente, final de semana paz, final de semana inferno. Existem drogas, desordem, carros buzinando continuamente, pessoas bebendo em via pública, dificuldade de passagem de veículos, e também, como em toda guerra até tiros.
Quando reclamamos à Polícia Militar, recebemos a resposta de que não tem autorização para melhorar o policiamento por falta de efetivo. Nos outros domingos, a paz se instala, não há carros com música em volumes ensurdecedores, buzinaço, algazarra.
Os domingos de paz coincidem com a presença do soldado Bornal cuidando do Zerão. Sua atitude de fechar a Rua Júlio Estrela Moreira ao trânsito de carros tem resultados excelentes. Na nossa sociedade existem os bons, maus, médios, indiferentes profissionais. Existe o soldado que vai à guerra e arrisca sua vida e tem seu trabalho reconhecido pela sua coragem e amor à Pátria. Da mesma forma um soldado da PM que consegue executar um trabalho que os demais não conseguem, merece ser reconhecido.
Felizmente este bravo policial - o soldado Bornal - toma esta atitude corajosa e nos traz a paz exercendo seu trabalho com amor e dedicação. Devemos merecidamente condecorá-lo e a minha sugestão é ''uma medalha para o soldado Bornal''.
SÍLVIO IWAO MURAGUCHI (engenheiro civil) - Londrina

Lago às escuras
O Lago Igapó 1 quando bem iluminado é um notável cartão postal da cidade. Na situação como está é mórbido, transforma-se num lugar perigoso. Semana passada, pude notar que as chuvas tinham feito o mato crescer viçoso e abundante. Nesse caso a gente dá um desconto ao descaso, a chuvarada contribuiu. Quarta-feira, apesar de ter ido correr à noite, pude, com certo esforço por causa da iluminação precária, ver que o mato tinha sido cortado.
Dá-se um jeito no mato, mas ignora-se a falta de iluminação. Não é de hoje que a falta de manutenção e o descaso somados ao vandalismo têm levado escuridão ao lago. Só por curiosidade contei quantas lâmpadas estão queimadas. Eis os números: 77 lâmpadas não acendem, muitos postes estão sem lâmpadas, outros sem o globo e outros ainda sem nada lá em cima, não tem mais nem o lugar para acoplar a lâmpada, e 8 lâmpadas em funcionamento precário, precisando urgentemente ser trocadas.
Diante do descaso com a iluminação é realmente admirável que ainda cortem o mato. Salvem o Lago Igapó 1 e o Zerão também. Quando aconteciam as obras do Lago Igapó 2, o 1 ficou esquecido. Agora com a construção do Cabrinha...
BETO WOICIKIEVIZ (consultor de etiqueta) - Londrina

Microônibus
Terça-feira, 13h05, Terminal Central, ponto da linha 200 - Vila Brasil. O que anteriormente era uma linha tranquila, onde os passageiros viajavam sentados e os poucos que permaneciam em pé não ficavam apertados, se tornou uma confusão. O motivo: o microônibus. O tamanho reduzido do veículo em um horário de pico, proporcionou um ônibus abarrotado. A situação gerou o absurdo de idosos ficarem em pé. Muitos passageiros desistiram de pegar esta linha e procuraram outras, pois não cabia mais ninguém no microônibus. Ao lado, na linha 408 - Vila Recreio, a mesma cena.
Colocar microônibus nos finais de semana em algumas linhas, quando o movimento de passageiros diminui, é discutível. Agora, o que nos causa revolta, é em plena semana, em horários de pico, ter pequenos veículos para transportar a população. Principalmente, com a volta das aulas, onde o número de passageiros é engrossado pelos estudantes.
Os microônibus estão substituindo os ônibus convencionais, caracterizando redução de custos da empresa e aumento de lucro. Não é melhoria das condições do transporte coletivo. É necessário que a CMTU acompanhe estes fatos e exija da TCGL ônibus que trate as pessoas com respeito. Afinal, Londrina merece um serviço de qualidade.
JOSÉ OTÁVIO SANCHO ERENO (jornalista) - Londrina

O ouvinte
Se um elogio dito pessoalmente já nos constrange, nos envaidece muito mais quando é recebido publicamente via imprensa, principalmente por alguém que não conhecemos. Estou muito agradecida ao meu ouvinte o escritor João Athayde pelos elogios feitos a mim esta semana neste jornal com a relação à aprovação do meu projeto musical pelo Promic. E muito mais em saber que acompanha o meu trabalho como locutora em outras rádios e, agora, na Universidade FM. A música realmente encanta e aproxima as pessoas. Louvável é ser apoiada por pessoas que conhecemos, muito mais por pessoas que enaltecem o trabalho da gente mesmo de longe. Muito obrigada pelo seu carinho, atenção e apoio incondicional. A locutora agradece e a cantora te engrandece.
JEMIMA LIMA FERNANDES (locutora) - Londrina

mockup