Empreendedores

O empreendedor que se preza, busca avaliar se há espaço no mercado para mais um concorrente. O executivo em primeiro lugar deve identificar em que fase se encontra sua empresa dentro do ciclo de vida organizacional, fazendo uma análise sobre o histórico do seu concorrente, percebendo se o seu mercado não está saturado pela concorrência.
Além da ambição pessoal dos empreendedores dependemos do mercado de atuação e das condições particulares de cada empresa.
O empresário tem que estar bem regido na gestão de RH, pois através de ações acertadas, tais como: equipe de vendas treinada, gestão meticulosa dos estoques, treinamento extensivo sobre seus produtos, nunca ficar sem caixa, manter peritos em compras, praticar comercialização inovadora, liderança participativa, rapidez na distribuição de produtos, equipe gerencial ágil, buscar sempre surpreender seus clientes, somente assim conseguirá atrair o sucesso.
O bom empreendedor deve se concentrar na busca por vantagens competitivas, que pode ocorrer através da especialização em um único tipo de negócio, tendo estabilidade, em constante mudança, buscando maior rentabilidade, sabendo o momento de se defender em uma determinada situação que o mercado exige.
Devemos ser insistentes na maneira de mudar qualitativamente o nosso ambiente empresarial, mediante a criação de novos empreendimentos e investimentos. Ser empreendedor significa ver o cliente como um troféu, e sentir que os seus funcionários sejam transformados em acionistas, que terão o inteiro comprometimento com o sucesso da empresa.
Utilizar e explorar o recurso de marketing, com propagandas mais intensivas, direcionadas com a função de orientação ao cliente, buscando o meio de atingir novos mercados.
MIRIAM BERALDO (empresária) - Londrina

O Moringão merce pelo menos limeza

Quem foi ao Moringão na última sexta-feira para assistir ao show ''Aplause'' viu um grande espetáculo e o talento da joventude londrinense sobre patins. Tudo muito bonito, exibição impecável. Um grande público presente.
Mas o Moringão! É lamentável o estado do nosso Moringão. Sugere abandono: falta de limpeza é o que mais salta aos olhos, além de água nas arquibancadas, possivelmente decorrente de goteiras. Na sexta-feira, para complicar, algo exalava um cheiro nada agradável.
Será que o Moringão, pelas manifestações artísticas e esportivas que abriga não merece um tratamento melhor? Quando é que vamos ter um Moringão digno dos espetáculos esportivos e culturais que lá se realizam? Higiene é o mínimo que se espera.
MARIA ÁUREA COSTA

População envelhece

Nossos cidadãos estão ficando de cabelos brancos. Não por causa da vida moderna ou pelas inúmeras preocupações que passamos a ter, mas por motivos que a sociedade moderna ainda tenta descobrir. Alguns estudiosos afirmam ser a queda da mortalidade infantil a grande causa do aumento do número de idosos no país. Outros apostam na queda da taxa de fecundidade. Independente das opiniões, a verdade é que muito provavelmente daqui a alguns anos poderemos falar de nossos bisavós.
Essa constatação traz à tona algumas preocupações que antes pareciam ser secundárias. Nossos idosos agora são alvo de discussões, manchetes de notícias e assunto de novela. Não é para menos. Até 2050 um quinto da população de países pobres terá mais de 60 anos, pois a população deixou de morrer por doenças infecto-contagiosas (muitas já erradicadas) e passou a sofrer de males como doenças crônicas que parecem ser típicas de idosos.
Essa é uma preocupação que vai de encontro as atuais condições de saúde que essa parcela da população tem a disposição. A estimativa média de custo de saúde de uma pessoa idosa é de cerca de três vezes mais que os das pessoas mais jovens, com idade inferior a 15 anos. A população com mais de 65 anos, geralmente apresenta um quadro que exige do sistema de saúde intervenções mais custosas e tecnologia complexa.
Em 1950 o Brasil estava no 16º lugar do ranking mundial com 2,1 milhões de idosos. Em 2005 pode chegar ao 6º com 3,1 milhões. E nossos congressistas e parlamentares começam a se preocupar. Basta ver os pontos mais polêmicos da reforma previdenciária que aposta neste novo nicho elevando a idade mínima para garantir o benefício da aposentadoria. É um estudo minucioso e necessário, mas não basta fazer com que o indivíduo passe mais tempo trabalhando. Tem que dar condições para isso.
E é essa preocupação que não vemos estampada em nenhum lugar. A saúde de nossos idosos nunca esteve tão precária com o atual neoliberalismo implantado por nossos governantes. A ausência de políticas públicas garante o declínio de direitos civis de toda a população, inclusive daqueles com mais de 65 anos. Estes sim continuam em filas quilométricas à espera de atendimento médico. Cuidemos com carinho de nossos idosos.
ANA CRISTINA PEREIRA (estudante) - Londrina

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