CARTAS
Cuidado com táxis!
No último dia 19, duas amigas, que não conheciam Londrina, tomaram um táxi do aeroporto até o hotel, situado na esquina da Rua Goiás com Av. São Paulo, pois devido a um imprevisto não pude apanhá-las. Como já tinha comentado com elas que o aeroporto era na cidade, e num instante estariam no hotel, ao encontrar-me com elas disseram-me que a minha percepção de distância não era muito correta, pois o táxi demorara quase 30 minutos para deixá-las no hotel!
Utilizo, frequentemente, táxi no trajeto de minha casa ao aeroporto, que é mais curto que aeroporto/hotel. Resido na Rua Pref. Hugo Cabral. A tarifa cobrada gira em torno de 10 a 11 reais, depende do horário. O táxi cobrou de nossas visitantes R$ 25! Foi às 18h30. Esse foi o ''cartão de visitas'' que as ilustres visitantes receberam logo ao chegarem a nossa Londrina! Fiquei envergonhada, pois sou fã incontestável desta cidade que para mim é maravilhosa! É pena, pois fatos como o acontecido, vêm confirmar as manchetes que publicam ser nossa cidade uma das mais violentas do sul do País.
O acontecido é uma violência! Um profissional que deveria ser o primeiro a zelar pelo marketing, pelo engrandecimento, pela acolhida em nossa cidade, rouba (ou assalta?) o visitante, assim que ele aqui põe seus pés! Senhor taxista, honre seu posto, sua função, não envergonhe os demais profissionais honestos e corretos que aqui trabalham! Honre os londrinenses que têm orgulho de sua terra e tudo fazem para que todos aqui se sintam bem! (Observação: ontem, tomei um táxi no aeroporto, fiz o trajeto costumeiro e paguei R$ 10).
MARIA APARECIDA BERTOLINO (bancária) - Londrina
INSS
Recentemente o governo, através do INSS, decidiu que todos os idosos com mais de 90 anos deveriam se recadastrar junto à Previdência Social para continuar recebendo seus benefícios. Tal iniciativa é válida e justificável (apesar de o INSS não ter preparado uma estrutura adequada para o atendimento dos idosos, que enfrentaram filas enormes), pois existem casos onde pessoas estavam recebendo os benefícios de beneficiários já falecidos. Mas entendemos que somente isto não é o suficiente. O INSS deveria se preocupar em tomar providências concretas e efetivas no sentido de cobrar os débitos dos grandes devedores. Deveria ter a iniciativa de fazer com que as grandes empresas cumpram com suas obrigações, quer seja recolher os tributos com pontualidade e todos os meses. É certo que se houvesse mais afinco por parte do INSS na cobrança dos débitos das grandes empresas, o problema da Previdência Social seria menor.
TOCHITANE MITSI (aposentado) - Londrina
Aborto e traição
Foi muito assustador saber na terça-feira (18/11) por meios extra imprensa que no dia seguinte seria votado na Comissão Parlamentar da Câmara o Projeto de Lei 1135/1991 dos deputados do PT Eduardo Jorge e Sandra Starling, que legalizaria o aborto até o nono mês de gestação. As últimas pesquisas informam que 90% dos brasileiros são contra a ampliação do aborto além de casos já previstos. Então, seria uma traição aos 90% dos brasileiros que elegeram um presidente e um partido para tomarem conta das nossas e das futuras vidas, que agora sem nenhuma informação ou consulta, sem mais nem menos, resolve melhorar a morte de ex-futuros brasileiros.
PRISCILA LOURENÇO CARRASCO (estudante) - Londrina
Não ao aborto
Dois projetos de lei, de iniciativa dos deputados petistas, Eduardo Jorge e Sandra Starling, prevêem a legalização do aborto sem restrições até o nono mês de gestação e estão para ser votados nas próximas semanas. É discutível na verdade, e sempre fora, a delicadeza da questão, pois pede maior conscientização e envolvimento de todos, perante um assunto de tamanha fragilidade. O aborto diz respeito à vida tanto da criança quanto da mulher, e escolher entre gerar uma vida ou não, não é nem para ser discutido, abro-me é claro, às exceções de casos já contemplados pela lei. Fora deste contexto, não vejo razão nenhuma de legalizar o aborto. É crime. Então por quê?
A conscientização e mobilização de todos sobre a questão é de extrema urgência e necessidade, e a maneira em que se pode dar início, é através de publicações em veículos de comunicação de massa, pois estes que deveriam realizar a tarefa de informar e colocar em pauta, assuntos voltados ao bem-estar social e público. Não o fizeram, a partir do momento em que fora publicado sobre a votação na Comissão Parlamentar da Câmara sobre um assunto tão sensível e polêmico. Grande parte da população não tem conhecimento sobre estes projetos, e como cidadã não deixo de louvar qualquer atitude em prol de manter a lei como está e não se preocupar em mudá-la, o que deveria ser discutido e isto é de extrema importância, novas leis em favor de uma sociedade cada vez mais justa e pacífica.
MICAELA KAOMI ORIKASA (estudante) - Londrina
Correção
- A Jabur Toyopar é uma das empresas envolvidas em irregularidades no Banestado, segundo investigações feitas pelos deputados estaduais. Uma informação incorreta publicada pelo site do Governo do Estado induziu a Folha ao erro de informar ontem (página 3 de Política) que tal empresa era a Jabur Pneus. Com acionistas e direção diferentes, a Jabur Pneus não tem nenhum envolvimento no caso.
As cartas devem ser digitadas, assinadas, com no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Cartas e e-mail sem os acompanhamentos exigidos não serão publicados.
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