Justiça?
Ao conceder determinados benefícios para monstros do tipo desses que assassinaram o casal de namorados em São Paulo, o Código Penal brasileiro e os defensores de bandidos tornam-se omissos, cúmplices e responsáveis por todo esse estado covarde de impunidade que incentiva a criminalidade. É o mal vencendo a guerra contra o bem e com a participação de toda a sociedade, conforme Albert Einstein deixou claro ao dizer que ''o nosso mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.''
Continuem permitindo que esses micróbios sigam fazendo o que querem, e dentro de pouco tempo toda a sociedade (inclusive a elite e os políticos) não estarão mais a salvo dessas ameaças e não haverá mais proteção nenhuma, para ninguém, em lugar nenhum. Neste caso não há justiça pois a vida dessas duas pessoas não será devolvida.
VILSON CÂNDIDO (motorista) - Londrina
Teatro pra quê?
Cada dia que passa fico mais indignado com as autoridades públicas de nosso município. Em meio à crise de geração de empregos ficam discutindo sobre a instalação de um hipermercado ou de um teatro em um terreno particular onde os contribuintes pagarão pelo uso do mesmo. A pergunta que não pode calar é para que um teatro? Quantos empregos serão gerados? Quanto de retorno em impostos trará para o município?
Não sou contra a cultura só acredito que temos outros espaços que podem ser utilizados com esse fim, como o Cine-Teatro Ouro Verde, que acabou de ser remodelado, o Teatro Marista, etc. A instalação de um hipermercado deste porte trará receitas (impostos), empregos diretos e indiretos, e comprará o terreno não lesando o dinheiro público. Senhores políticos está na hora de pensarem nas pessoas que votam e precisam de emprego, pois a cultura deveria chegar a todos, mas somente chega aos mais abastados.
MARCELO MARTINS (estudante) - Londrina
Valores invertidos
Quando o governo promove cortes no orçamento, os primeiros ministérios a serem lembrados são os da Educação e da Saúde. Este descaso vem se repetindo há alguns séculos, com isso o estado brasileiro conseguiu moldar boa parte da população para usa-lá como bem entende.
Agora a magistratura está envolta em um novo escândalo e o ministro do STF, Maurício Correia, diz que não são 8 ou 10 maus magistrados que vão manchar a classe. São 8 ou 10 na opinião do ministro porque falta pulso para uma ação mais séria e se ela acontecer muito mais corruptos aparecerão, não duvido que a Justiça vive uma crise de identidade .
Acompanhando essa tendência a União, os estados e municípios com a desculpa de melhorar, criaram a indústria da multa, dos impulsos e das taxas. Essas indústrias encontraram ambientes perfeitos para prosperar, no berço da corrupção.
Perdemos a noção de distinguir as coisas, nossa mente está invertida, estamos habituados a eleger corruptos, quanto mais envolvidos em escandâlos melhor a nossa memória, nomes como Paulo Maluf em São Paulo, Antonio Belinati em Londrina e tantos outros são lembrados e lideram pesquisas de intenção de voto. Isso sim é a prova da acefalia brasilleira. Para concluir, temos o governo Lula com o seu famigerado ''Fome Zero''.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina
Mendicância
A mendicância explícita que ocorre diuturnamente dentro dos ônibus da linha urbana de Curitiba é uma coisa insuportável. Qual é a verdadeira função dos fiscais da Urbs que parecem ignorar este tipo de amolação? O passageiro é importunado, incomodado e é obrigado a ouvir 171 de pessoas que se intitulam funcionários de associação disto e daquilo, que sem crachá de identificação ''vendem'' pequenos objetos visualmente sem qualquer valor. Há um verdadeiro festival de mendicância e pedintes que gritam, mostram fotos de supostos doentes, etc. Até quando o cidadão será desrespeitado, senhores da Urbs?
CÉLIO BORBA (artista plástico) - Curitiba

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