CARTAS
À sua saúde!
Quando chega 18 de outubro e vem o Dia do Médico, pensamos logo em Londrina. Isso porque nossa cidade é um dos grandes centros médicos do País, referência em vários serviços. Mais do que isso: Londrina é uma ilha de excelência no atendimento à saúde em geral. Melhor ainda: é uma referência em atendimento à saúde pública.
Do vanguardismo dos currículos das escolas de saúde à complexidade dos transplantes; das campanhas preventivas realizadas em espaços públicos aos prêmios ganhos pelos acadêmicos e pelas instituições, a cidade é uma grande cuidadora da população.
Ao pensar, portanto, na grande contribuição que todos os médicos -do posto de saúde mais longínquo ao centro cirúrgico mais avançado -dão à cidade, logo nos remetemos a uma idéia mais holística de saúde. Pensamos em toda a equipe de profissionais que faz o sistema de saúde de Londrina funcionar: médicos, enfermeiros, atendentes e auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas, farmacêuticos e bioquímicos, entre outros. Estes são formados pela Universidade Estadual de Londrina e pelo Hospital Universitário.
O Dia do Médico é em outubro, assim como do fisioterapeuta. A enfermagem é lembrada em maio e o farmacêutico em janeiro. O Dia Mundial da Saúde é em abril. Mas em Londrina todo dia é dia de cuidar da saúde.
Infelizmente, também é dia de fila, de superlotação e de ansiedade. Mas também é dia de nascimentos, diagnósticos, tratamentos, terapias e altas. Todo dia é dia de estudar, pesquisar, prevenir, atender e cuidar. Aproveitamos, então, a comemoração do Dia do Médico para agradecer-lhe, honrá-lo e exaltá-lo, e para reverenciar, homenagear e enaltecer a todos os profissionais da área da saúde que fazem a vida prevalecer em nossa cidade.
FRANCISCO EUGÊNIO ALVES DE SOUZA (diretor superintendente do Hospital Universitário) - Londrina
Discípulos de Hipócrates
Parabéns a todos os médicos que seguiram e seguem os ensinamentos do mestre, movidos não pelo título, honrarias ou prestígios, mas pelo ideal maior: aliviar o sofrimento, procurar salvar vidas, suavizar dores, melhorar a saúde. Sem preconceitos de espécie alguma, com altruísmo, dedicação, seriedade e respeito. Para esses médicos abnegados, o maior prêmio, a maior recompensa, o maior prazer, é recuperar um paciente, vê-lo andar, voltar ao seu lar, ser feliz. E a criança? Quão gratificante é vê-la sorrir, correr, brincar , crescer sadia...
Os profissionais da medicina deveriam fazer da profissão um verdadeiro sacerdócio, tratar o ser humano por inteiro: corpo e alma. Esse deveria constituir o tratamento certo, integral - o todo.
Estamos chegando lá, basta que os discípulos de Hipócrates, façam jus à nossa confiança. Que o respeito, a consideração sejam mútuos, e nós, os pacientes, felizes e agradecidos, possamos e dizer em uníssono nesta data memorável: obrigado doutor! Que Deus o proteja e lhe proporcione uma longa existência plena de saúde e felicidade, para alegria de todos nós!
Que estas minhas palavras, sejam apoiadas por milhares e milhares, por esse Brasil afora, que assim como eu, tenham ou possam ter a sorte de encontrar os verdadeiros profissionais dessa nobre função que é o exercício da medicina..
IRENE CRUZ CORRÊA (aposentada) - Londrina
Ouvidoria que não ouve
Há um mês, minha esposa foi ao Posto de Saúde do Parque Ouro Branco para levar minha filha que amanheceu queixando-se de dor de cabeça e apresentando febre. Foi a primeira a chegar e a primeira a entrar na lista de atendimento daquela manhã. Na hora, vieram informá-la que o número de vagas já estava preenchido. E ela tinha sido a primeira! Por mais que ela argumentasse, nada adiantou. Nem mesmo a triagem foi feita. Daí, a alternativa foi relatar o fato à ouvidoria. A ouvidora, Rosângela Campiolli, não estava. Mas prometeram que ela retornaria a ligação assim que chegasse. Quatro dias depois, nada. Então, resolvi meter-me no caso e ''ameacei'' escrever aos jornais relatando o fato. Por uma questão de sei-lá-o-quê, a ouvidora teve condições de naquela mesma data dar o retorno e prometeu tomar todas as providências cabíveis ao caso e dar um novo retorno. Isto, cerca de 26 dias atrás. E, até hoje, nada. Ou, seja, ela simplesmente tratou o caso com a ''vaselina da contemporização''.
ALEX SOARES DE ALMEIDA (professor) - Londrina
Quebra-molas
Nós, motoristas, somos obrigados a respeitar as leis estabelecidas pelo Código de Trânsito Nacional, caso contrário podemos sofrer penalidades com as multas aplicadas pelas autoridades competentes. É também sabido que pelo novo Código, em seu Art. 94, parágrafo único, fica proibida a utilização das ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de velocidade. Ocorre que, no dia 2 deste mês, foram colocados pela CMTU três quebra-molas na Rua Rio Grande do Sul, entre as ruas São Salvador e Belém, contrariando o novo Código de Trânsito Nacional Conversando com o responsável da CMTU, na ocasião da instalação, o mesmo informou-me que estava cumprindo uma ordem de origem política. Eu pergunto: será que a ''força política'' está acima da lei? Espero que haja a normalização do trânsito naquele local em respeito às leis.
VALDEMIR ALVES DOS SANTOS (assistente administrativo) - Londrina
Correção
- Na reportagem ''Justiça quer reaver R$ 4,3 mi em Maringá'' publicada ontem na página 3, de Política, onde se lê ''credores solidários'' o correto é ''devedores solidários''.





