Liberdade e licenciosidade
''Quem assiste também é responsável, pois engorda a audiência e faz manter no ar esses programas de conteúdo tão sinistro'', a frase atribuída por Walmor Macarini ontem no Espaço Aberto deste jornal, ressalta a importância da conscientização que se faz necessária à sociedade em realação ao ''lixo'' que andam assistindo na televisão, em suas casas, todos os dias.
O último episódio envolvendo o apresentador Gugu Liberato em que a farsa foi exposta assim, aos olhos de todos, é apenas uma prova do caos que se encontra a televisão brasileira. A qualidade já não é discutida, e com isso, mostra-se aquilo que convém aos donos ou apresentadores de programas, que em alguns casos, sequer passaram por alguma faculdade de comunicação, pelo menos para ter conhecimento da palavra ''ética''.
Ressalto aqui, como estudante de Comunicação, que as faculdades hoje em dia estão em falta em alguns aspectos como por exemplo, criar mais discussões com os estudantes sobre temas como estes. E, creio eu, também existem profissionais que sem ter passado pelos bancos das universidades, sabem ter uma boa conduta ética.
Neste caso, já que o caos está armado, e os programas se baseiam cada vez mais na audiência esquecendo da qualidade, basta nós, telespectadores não sermos cúmplices das mentiras e farsas que andam sendo expostas em vários canais da televisão aberta.
Não vamos ''manter no ar'' e nem nos responsabilizar pela grande audiência de programas como Domingo Legal. Temos que, o mais rápido possível, acabar com esses falsos profissionais da comunicação que apelam na falta de qualidade e ética.
FERNANDA BORGES (estudante) - Londrina

A paz
O mundo está precisando de paz, de amor e de carinho. O coração das pessoas está partindo ao meio de tanta tristeza. O Brasil precisa de paz e as pessoas também. Quem tem amor no coração, com certeza, é feliz. Vamos viver em paz, não suportamos tanta confusão. Isto é para quem não se importa com a vida.
PALOMA EUGÊNIO DO NASCIMENTO (aluna da 4 série da Escola Municipal Osvaldo Cruz) - Londrina

Iluminação pública
Experimentem entrar em Londrina à noite (via Ibiporã-São Paulo), principalmente quem vem de Cambé atravessando a BR-369, coincidentemente chegando à Bratac (empresa conceituada que não está mais se ''sentindo em casa''), passando entre as vilas Pantanal e Nossa Senhora da Paz, que vivem trocando tiros dia e noite. Por vários meses atravesso diariamente aquele trecho e tenho que passar pelo blecaute! Todos os postes de luz estão apagados ou queimados. Parece que é um acordo para a criminalidade se sentir à vontade no ''breu'' logo abaixo do pontilhão da via Leste-Oeste.
CARLOS ALBERTO SILVA LOPEZ (empresário) - Londrina

Porte de armas
Parabenizo a Rede Bandeirantes por expor com clareza para o povo brasileiro a verdade sobre esta inconsequente lei que quer proibir a posse e o porte de armas. Já era hora de explicar à Nação que esta lei que querem nos impor é contra o cidadão de bem e não contra a criminalidade. Marginais nunca precisaram de porte de armas e não se amedrontam com leis deste tipo, que só ferem os direitos dos cidadãos que trabalham e pagam seus impostos.
FÁBIO POMIM LIBERADO (piloto) - Londrina

Transgênicos
Independente de serem ou não prejudicial à saúde, os transgênicos não devem ser liberados no Brasil. Nosso país é uma potência na produção de soja, e pode duplicar ainda mais as exportações. Os países do primeiro mundo que produzem transgênicos, não são para consumo próprio, mas sim para vender a outros países (cobaias), pois na dúvida eles não querem arriscar a saúde pública. Todos os continentes têm interesse na nossa soja não transgênica tanto para consumo industrial como medicinal. Se o Brasil proibir a produção de transgênicos, faltará soja no mercado interno porque não venceremos atender tantos pedidos externos.
SÉRGIO TORETO (escriturário) - Goioerê

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