CARTAS
Amor à Pátria
Quando recebi a notícia que minha filha Isabela, de 10 anos e cursando a 4 série do Ensino Fundamental na Escola Educativa de Londrina, iria desfilar na Av. Leste-Oeste em comemoração ao Dia da Pátria, senti uma emoção diferente, e pensei: por que diferente se é ela quem vai desfilar? Então, me dei conta de que o sentimento era ''saudade''. Gosto de ''perda'', somado ao gosto de ''que bom que vivi isso'' e aliado a um misto de nostalgia, satisfação e vontade de voltar no tempo. Foi exatamente isso que senti ao relembrar com minha filha os anos em que, lá em Apucarana, eu desfilava no dia 7 de Setembro, com uniforme de gala, meia branca 3/4 e sapato novo, reservado para ocasiões especiais. Todos os anos o ritual se repetia e na escola a disputa era para ver quem seria porta-bandeiras, o líder do pelotão, quem seria a ''baliza'' (lembram-se disso?), a fanfarra tão exaustivamente ensaiada na quadra da escola até que o tom estivesse afinado. Obrigada Educativa por ter trazido de volta essa emoção, por tantos anos esquecida.
KÁTIA MARCOS GOMES (psicóloga e consultora de RH) - Londrina
Emoção revivida
A última vez que participei de um desfile de 7 de Setembro, foi quando o colégio em que eu estudava (Colégio de Aplicação) desfilou na época na Rua Sergipe. Eu era pré-adolescente, mas aquela emoção de participar de um desfile, representando minha escola foi motivo de muito orgulho e que até hoje não esqueci. Depois nunca mais fui a nenhum desfile, e em cada época da vida uma desculpa. Fiquei muito feliz ao receber a notícia de que a escola em que meus filhos estudam iria participar este ano. Senti neles uma emoção especial de participar dos ensaios, preparar o uniforme, arrumar o cabelo, tudo pensando em se destacar e dar o melhor de si para este momento. No domingo foi aquela alegria, eu e meu marido com filmadora e máquina fotográfica na mão esperando ansiosos a passagem da Escola Educativa. Foi lamentável perceber que não existem mais as fanfarras de antigamente.
GISLANE SYLLOS JATTE (empresária) - Londrina
7 de Setembro
Comecei a relembrar meus tempos de criança. Naquela época o Dia da Independência era comemorado com uma verdadeira festa. Está certo que a ditadura militar obrigava todos os estudantes a desfilar, mas valia a festa, o espetáculo, enfim o desfile. Hoje, não temos mais esta obrigação e por isso mesmo é que o espetáculo deveria ser ainda mais bonito e mais autêntico. Se o Brasil ainda não é totalmente independente, se você não gosta do governo e daí? Os governos passam, o país continua. Como é importante para as crianças uma formação religiosa, cultural e educacional, também é importante despertar nelas o amor pela pátria. Nunca vou esquecer o rostinho de minha filha, Nicole, desfilando pela Escola Educativa de Londrina. Eu como pai coruja, procurando no meio da multidão, e de repente lá estava ela. Toda orgulhosa, representamdo seu país, carregando consigo sentimentos importantes.
Parabéns a Escola Educativa por ter proporcionado e incentivado suas crianças a Desfilarem me 7 de Setembro.
TADEU COSTA (publicitário) - Londrina
Desfile e emoção
O desfile de 7 de Setembro foi ótimo. Ver as pessoas assistindo emocionadas ao desfile foi muito bom. A Escola Educativa de Londrina, onde minha filha estuda, participou. Vendo minha filha ansiosa e feliz, acordei para a importância desta data. O incentivo da escola e de nós (pais) é fundamental para que as crianças respeitem e amem sua Pátria, tendo orgulho dela. Foi muito bom estar presente, e ver como o meu País é importante, amado e lindo.
ÉRIKA ORLANDINI (gerente administrativa) - Londrina
''Folha Cidadania''
Sensibilizado, escrevo para parabenizar a Folha de Londrina pela reportagem ''Criatividade para vencer limitações'', publicada na edição de ontem (9/9), abordando a utilização do jornal como material didático pelos alunos da Escola Especial Santa Rita de Cássia, mantida pela Apae de Londrina. Quero externar meus cumprimentos a todos, não apenas pela matéria - solidária, isenta e comprometida com as aspectos sociais - mas, também, pela iniciativa do projeto ''Folha Cidadania'', estimulando a leitura e o desenvolvimento de atividades pedagógicas por meio do jornal. O jornalismo sério e voltado aos problemas da sociedade, demonstrado claramente na matéria citada, é uma ferramenta indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, onde o cidadão possa se integrar e se sentir feliz. Iniciativas como esta são motivo de orgulho e fortalecimento na nossa caminhada em defesa dos direitos dos cidadãos portadores de deficiência.
FLÁVIO ARNS) (senador do PT-PR) - Brasília
Correção
- O nome correto da assistente social citada na matéria ''Secretaria do Idoso já recebeu mil denúncias'', do Caderno Cidade de ontem, é Letícia Leal de Barros.





