Resposta ao governador
Confiando, na justiça de julgamento dos dirigentes deste importante jornal diário do nosso Estado, quanto a permissão para abrir espaço para minha resposta referente a ofensa recebida por conta de declaração do governador do Estado do Paraná em matéria com título: ''Requião se irrita com pedido de impeachment'' e texto atribuído ao governador:''Deixe de brincadeira, esse pedido não foi sério. O empresário é um imbecil''.
A seguir minha resposta: Aquele que diante de um confronto, que é legítimo, de um cidadão que defende a Carta Magna do Brasil, com argumentos contidos nela, tem seu pedido para o Legislativo abrir processo de ''perda de mandato de governador'' acatado para análise. E recebe como réplica o único argumento de ser chamado de ''imbecil''.
Terá com esta atitude utilizado xingamento próprio do verbo de pessoas de baixa conduta. Interpretado será pela sabedoria do povo como descontrolado emocionamente. Certamente, não será mais um bom condutor dos destinos do nosso Paraná.
Daquele que não litiga contra o Estado, e sim a favor dele, e autor de varias ações na justiça contra atos de governantes.
GUILHOBEL AURÉLIO CAMARGO (empresário) Curitiba

Troca-se lago por vida
Bala perdida tira a vida de mais um cidadão. Isto parece chamada principal dos diários do Rio de Janeiro, apenas parece. O que era visto por lá, agora é visto por cá. Coisa de cidade grande, infelizmente por aqui. A que ponto chegamos, indefesos perante a violência que nos assola. O fato que iniciou esta carta, é capa da Folha de Londrina, de ontem; o pai da vítima desabafa como ao vento, pois o poder público, que deveria nos socorrer, não tem ''poder'' para tanto.
Reduzir o índice de violência, é discurso pobre na posse dos novos comandantes e delegados; porém, o que sentimos é que isto não sai do discurso. Quais são as prioridades de nossa cidade? Lago ou vida? Rio ou segurança? Quando estiver passeando no lago, tenha cuidado para não receber uma bala perdida; só assim você vai entender. O valor que será investido para construção de lagos em nossa cidade não seria melhor aproveitado para proporcionar segurança nas ruas e até mesmo dentro de casa?
Aí vem o chefe do Executivo, talvez dizendo que a verba é a fundo perdido, ou oriunda de um organismo tal que têm interesse no meio ambiente; quem se interessaria por nós, cidadãos abandonados. Pois é leitor, a sua indignação também é a minha, faço coro com a família enlutada, abandonada, desrespeitada, usurpada nos direitos, impotente. A quem recorrer, senão a Deus, pois os nossos legítimos representantes, infelizmente dormem. A que ponto chegamos.
DAVI MIRANDA (funcionário público) Londrina

Violência I
''Tchau querida, estou indo para o trabalho''. É uma pena, mas nos dias de hoje, não podemos dizer ''até logo'' ou ''pode deixar que eu passo no mercado na volta''. A incrível violência na cidade não garante a segurança do cidadão nem no emprego mais.
Cidadão esse, que sai de casa às 5h30, e logo de início enfrenta um empurra-empurra em um ônibus lotado, cujo abusivo valor da passagem deveria ao menos aumentar o itinerário e nada é feito.
Essa carta, caros leitores, tem por objetivo questionar: Por onde andam as nossas autoridades políticas, que ganham um salário abusivo para encontrar a solução e não enxergam esse desrespeito com a população?
ANDRÉ DE PAULA FERREIRA (estudante de Jornalismo) Londrina

Violência II
Os marginais há muito tempo instituíram a pena de morte no nosso País contra os cidadãos de bem. Nossos governantes precisam deixar de demagogia e fazer o mesmo contra eles. Está para nascer políticos que tenham esta coragem, pois a indústria da violência é lucrativa. Eles preferem gastar bilhões de reais no combate ao crime sem fim, do que cortar o mal pela raiz. No Brasil nós votamos para eleger estadistas que só sabem criar impostos e brigar por cargos políticos.
SÉRGIO TORETO (escriturário) Goioerê

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