CARTAS
SOS Igapó I
O Lago Igapó II parece que se tornou a menina dos olhos do prefeito Nedson. O mesmo não se pode dizer do Lago Igapó I, ou seja, o prefeito está prestes a ficar caolho. Do Igapó I, só vem tirando as remelas. Se o Igapó II vem recebendo a manutenção e os cuidados necessários não sei, por que sou frequentador do Zerão e do Igapó I, que só estão recebendo o cuidado mais grosso, capina do mato e varrição. É pouco, afinal se trata do principal cartão de visitas de Londrina e também de um local de altíssima circulação de pessoas.
O banheiro que fica ao lado do anfiteatro do Zerão tornou-se o lar de meninos de rua. Nada contra eles, só acho o lugar indigno para se morar. Ao que parece os meninos apenas se drogam sem incomodar ninguém e ainda prestam um grande serviço à população que frequenta o Moringão, o bar Valentino, a Feira da Lua e os outros eventos que acontecem no local, cuidam dos veículos que ficam largados e desprotegidos na rua.
A iluminação é outro problema. Já pensei em contar quantas lâmpadas estão queimadas, mas como são tantas sempre perco a conta. A barragem já não tem a beleza de antes, parece uma boca desdentada. Os poucos cestos de lixo que ainda perseveram firmes na sua missão estão sempre abarrotados e há ainda várias baixas. Acho que abandonaram o trabalho por excesso de serviço.
Realmente é uma pena, um dos locais mais bonitos de Londrina vive dias de abandono. Desleixo. Até as correntes que antes impediam que carros de adentrassem no Zerão, agora estão sempre abaixadas, um convite aos desavisados para passeio de carro e motos aonde não pode.
BETO WOICIKIEVIZ (consultor de etiqueta) - Londrina
Reino animal
Um aluno de Direito do Largo São Francisco jogou uma galinha preta na prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. A prefeita reagiu: ''Este moço é um tucano''. O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, saiu em defesa da prefeita e afirmou: ''É um absurdo. É como se tivessem jogado um veado em um homem''. Nesse verdadeiro reino aminal o burro perdeu a chance de ficar de bico calado.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina
Nós e o telefone
Dias atrás li na Folha que iriam coletar assinaturas para que a Sercomtel abolisse a taxa telefônica. Lembrei-me então que, há anos passados, vivendo em São Paulo, que a cia. Telefônica de São Paulo instalava o telefone sem nenhum ônus, apenas uma taxa mensal diminuta e os impulsos não eram cobrados.
Naquele tempo, o telefone era considerado mais um luxo do que necessidade. Hoje em dia, todos deveriam ter acesso a esse meio de comunicação para uma emergência, informações, troca de esclarecimentos sobre estudo, etc. Infelizmente, tudo é a preço de dinheiro, de alto custo e o que agrava ainda mais é que ao se solicitar uma informação, seja numa repartição pública, quando se é atendido, a solicitação passa no mínimo, por duas ou três pessoas que geralmente pouco informam e, enquanto isso, prossegue a maratona dos indefectíveis impulsos.
Parece-me que em alguns lugares, retiraram aquelas músicas chatas que ao invés de acalmar, exacerbava a impaciência ainda mais, pela perda de tempo. Gostaria que me informassem como a Telefônica de São Paulo podia funcionar daquela maneira, com muito menos usuários do que na atualidade.
IRENE CRUZ CORRÊA (aposentada) - Londrina
Correção
- Diferentemente do que foi publicado ontem na coluna Sociedade Londrina, as boas-vindas à Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica de Conjunto na chegada ao Aeroporto de Londrina ocorreu ontem.
- Ao contrário do que a Folha publicou ontem na reportagem ''Intervenção em Nova Aurora é suspensa'', na página 4 do Primeiro Caderno, a profissão do membro da Organização Não-Governamental Pró-Mudança Já, Marcos Amaral, é a de comerciante e não advogado como foi publicado.
- Por erro técnico, a receita de Bolo de Chocolate, publicada ontem na Folha 2, saiu incompleta. O texto na íntegra pode ser encontrado hoje no site da Folha (www.folhadelondrina.com.br) na coluna de Gastronomia da Folha 2.





